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quinta-feira, 28 de março de 2013

O conformismo é o fim da linha

Por Lucas Bueno


Fernando Prass, Weldinho, André Luiz, Marcus Vinícius e Juninho. Márcio Araújo, Léo Gago, Charles e Wesley. Leandro e Caio. Esse foi o time escalado pelo técnico Gilson Kleina no fatídico Mirassol 6 x 2 Palmeiras.

Não muito distante... Voltamos ao dia 6 de maio de 2011. O Verdão foi a Curitiba e também levou seis cocadas na cabeça do Coxa.


Oito anos antes, num dos capítulos mais tenebrosos dos 99 anos do Palmeiras, o alviverde entrava em campo contra o Vitória no Parque Antártica para nunca mais esquecer. 7 a 2 para os baianos. Os onze titulares do técnico Jair Picerni foram: Marcos, Neném, Gustavo, Leonardo e Marquinhos. Magrão, Adãozinho, Correa e Zinho. Thiago Gentil e Muñoz. 

Qual equipe é a "melhor": esta de 2003 ou o time de ontem?

O time da atualidade passa por um momento muito parecido com o de 2003. O jogo contra o Vitória lá atrás era o último antes da estreia do Palmeiras na segunda divisão contra o Brasiliense, na capital federal. Na época, Jair Picerni balançou mas permaneceu no comando e devolveu o Verdão à primeira divisão do futebol brasileiro. Hoje, a permanência de Gilson Kleina é incerta. Uma reunião entre os dirigentes e o presidente decidem o futuro para o restante do ano.

Mano Menezes, Dorival Júnior, Kleina... O que fazer para dar jeito nesse Palmeiras? Só rezando...


As "goleadas pornográficas" como escreveu Juca Kfouri estão se tornando lugar-comum no Palestra Itália. Time grande não pode tomar seis gols do Mirassol em menos de quarenta e cinco minutos de partida.

Entretanto, o que não pode ser habitual é este conformismo que vejo no semblante de alguns palmeirenses, com um sorriso amarelo, aturar toda semana as chacotas dos rivais por mais um vexame na rodada.

O torcedor tem que cobrar, lutar e tentar reerguer o Palmeiras. A cada revés fica mais claro que o futebol só existe por causa dos torcedores. Jogadores e cartolas passam. A única salvação alviverde é a Paixão Clubística dos seus seguidores. Mas se esse conformismo tomar conta dos palmeirenses, a Sociedade Esportiva Palmeiras simplesmente acaba!

quarta-feira, 27 de março de 2013

Cristiano Ronaldo fora da Copa?

Por Gabriel Duque

Apesar de estar mal das pernas, apresentar rendimento bem abaixo do esperado e não convencer nenhum torcedor, a seleção brasileira está garantida no Mundial de 2014 por ser sede do torneio. Por outro lado, grandes equipes europeias correm o risco de terem que disputar a repescagem e de até ficarem fora da competição. Há quem veja com bons olhos que adversários de peso não consigam suas vagas para o time canarinho ter o caminho mais tranquilo. No entanto, a Copa será uma oportunidade única para os brasileiros assistirem os maiores craques do futebol em nossos campos.



O astro luso Cristiano Ronaldo é o mais ameaçado de não disputar a Copa do Brasil. Portugal é o terceiro colocado no grupo F das Eliminatórias Europeias, vendo Israel em segundo e a Rússia na liderança. O craque do Real Madrid já esteve nos Mundiais de 2006 e 2010 e desta vez tem sua classificação colocada em risco. Claro que seria incrível ver a seleção de Israel garantir vaga para a sua segunda Copa por todas as razões político-históricas e é natural torcer por uma equipe mais fraca, porém perderíamos a chance de acompanhar de perto o segundo melhor jogador do mundo nos últimos anos.

Além do lusitano, o goleiro Petr Cech, do Chelsea, tenta seguir vivo na briga pela repescagem, pois a República Tcheca disputa com a Bulgária a segunda posição no grupo B. Ibrahimovic também está em situação complicada, já que a Suécia é a terceira no grupo C, atrás da Áustria e da Alemanha. A sorte do atacante do PSG é que seu selecionado possui um jogo a menos que a Áustria.



Panorama menos desconfortável vivem Rooney e Ribéry. Apesar de suas seleções serem vice-líderes nas respectivas chaves, tanto a Inglaterra quanto a França ainda teriam que passar pela repescagem. Nas Eliminatórias Sul-Americanas, o Uruguai, atual campeão da Copa América, vem em sexto e fora da zona de classificação. A Celeste Olímpica conta com uma série de jogadores com passagem pelo Brasil como Lugano, Loco Abreu e Forlán, além de Luis Suárez, e certamente teria apoio do torcedor canarinho durante o Mundial.

Nos resta torcer para que estas tradicionais seleções deem a volta por cima e que os maiores craques do mundo possam vir ao Brasil. A festa do futebol ficará muito mais bonita.

terça-feira, 26 de março de 2013

Seria loucura usar Hernanes ou Paulinho na lateral direita?










Por Felipe Pugliese
 

Como incomoda ouvir qualquer comentário sobre o escrete. O povo torce contra a própria pátria. Sem poupar sarcasmo, torcida e mídia achincalham a seleção. Somos masoquistas. Já cansei de bater na mesma tecla. A Copa está aí e um desastre vai ser mais festejado que o próprio título. Realmente somos masoquista.

 
Diante de Itália e Rússia, dois jogadores mostraram que já há mérito no trabalho de Felipão: Fernando e Hernanes. O segundo é um craque. Acho que a palavra correta seria cracasso, mas vou usar "craque" mesmo. Tem visão de jogo de um craque; o passe de um craque...

 
O problema é que são três opções para uma posição: Ramirez, Paulinho e Hernanes. O que fazer? Venho aqui sugerir uma alternativa.

 
Seria loucura usar Hernanes ou Paulinho na lateral direita? 


Daniel Alvez não inspira nem a mãe dele. Pintar o cabelo e escolher um brinco para entrar em campo está à frente de qualquer coisa. De metrosexuais estamos saturados. 


Queremos aquele cara que usa chuteira preta, não pendura frescuras e mete a bola na rede. Prazer, o nome é Fred.

domingo, 24 de março de 2013

Nem só de amadorismo...

 
Por Felipe Pugliese


Quando ninguém mais acreditava no ano do Vasco da Gama uma grande notícia caí no colo dos sofredores da Colina. A chegada de Paulo Autuori prova que nem só de amadorismo o clube caioca respira. Um treinador que estuda o futebol, tem currículo e inteligência tática. 


Ao lado de Ricardo Gomes, Autuori pode dar ao "catado" do Vasco uma postura de time. Duvido que ele aceitaria o convite sem um mínimo planejamento junto. 


O que me parece estranho é como um clube que deve até as calças irá pagar um técnico de grife. Teria o homem da voz rouca caído no conto de Dinamite? Tomara que não. Se bem que, após anos de Catar, dinheiro não deve ser uma preocupação para Autuori. 


Quer conhecer um pouco mais as ideias do novo comandante cruzmaltino? Leia a entrevista concedida ao repórter Alexandre Lozetti, do Globo Esporte, há algum tempo. 


http://globoesporte.globo.com/futebol/noticia/2013/02/paulo-autuori-ve-futebol-brasileiro-parado-e-sonha-comandar-cbf.html

sexta-feira, 22 de março de 2013

Reincidente

Por Tuca Veiga

Ver o Luis Fabiano perder a cabeça e ficar de fora de um jogo importante para o São Paulo passa longe de ser uma novidade. Não choca ninguém. É uma daquelas notícias que chovem no molhado. É tão corriqueiro que logo mais vai deixar de ser manchete, de ilustrar as capas dos jornais.

Citar o número de jogos que ele já ficou fora por suspensão ou a quantidade de cartões amarelos e vermelhos do Fabuloso pouco serviriam para ilustrar a falta de capacidade do jogador de manter a cabeça no lugar. Levando em consideração que hoje ele já faz parte do time dos veteranos, dos “experis”, a sequência de milhos do goleador chega a dar raiva no torcedor tricolor.

Provavelmente ele não sabe que crianças como o meu cunhado de 4 anos chegam a chorar de decepção quando o time entra em campo sem o ídolo. Certamente ele não pondera o quanto a falta de um homem gol faz para o São Paulo em um jogo como o de semana passada, contra o Arsenal. E, obviamente, ele não faz ideia do que são 17 milhões de reais que o SPFC investiu nele, tampouco os quase de 300 mil reais que recebe de salário.



Nesta sexta-feira, 22 de março, a Conmebol divulgou que Luis foi julgado e punido com quatro jogos de suspensão. Não há como negar que foi exagerado, independente do que ele disse ou deixou de dizer ao árbitro.

Mas a real é que o tamanho da punição pouco importa, pois os erros e a burrice da reincidência e da insistência nos mesmos estão custando caro ao Tricolor e estão arranhando a imagem de um jogador que ainda sonha com a Seleção. O Fabuloso já não decide como antes, mas continua fazendo as besteiras do passado. E a paciência do torcedor logo logo chegará no limite. E o Aloísio tá aí, com fome de gol. 

quarta-feira, 20 de março de 2013

Prévia da Copa das Confederações

Por Gabriel Duque

Após a derrota para a Inglaterra, a seleção vai apenas para o segundo jogo da nova Era Felipão. Mas já é o segundo clássico e uma preparação para o confronto entre Brasil e Itália na fase de grupos da Copa das Confederações deste ano. Os principais problemas para o treinador são os desfalques canarinhos, com as ausências de Ramires, Paulinho e Lucas.

Sem estes atletas - os dois volantes considerados titulares -, Luiz Felipe não terá sua força máxima e ainda irá enfrentar um adversário bastante entrosado, pois a Azzurra vem jogando com a base do time da Juventus. O meio-campo rival é formado pela equipe de Turim com Marchisio e Montolivo, atletas bons na marcação e na saída de jogo, e Pirlo, o maestro do selecionado. No ataque, vem o polêmico Balotelli, do Milan, e a outra vaga é disputada por El Shaarawy e Osvaldo.



Se a Itália tem a equipe praticamente escalada, o Brasil começa mais uma fase de testes. O primeiro treino teve a volta de dois marcadores no meio-campo, com Fernando e Luiz Gustavo, e Oscar na armação. Filipe Luis também ganhou uma chance na lateral-esquerda e o ataque foi trabalhado com Neymar, Hulk e Fred. Durante a atividade, Kaká entrou no lugar de Oscar, Marcelo foi acionado na ala esquerda e Hernanes atuou na vaga de Luiz Gustavo.

O único setor consolidado do Brasil é a zaga com Thiago Silva e David Luiz e o gol com a experiência de Julio Cesar. No entanto, mesmo recheado de testes e sem o entrosamento ideal, o time canarinho precisa mostrar resultado imediatamente contra a atual vice-campeã europeia. Além disso, há um tabu em jogo. A equipe verde-amarela não perde para a Azzurra desde o Mundial de 1982.

De lá para cá, foram cinco partidas com três vitórias brasileiras e dois empates, sendo uma igualdade na conquista do tetra na decisão da Copa de 1994. Com retrospecto recente favorável, a seleção comandada por Felipão entra em campo contra a Itália nesta quinta, às 16h30, em Genebra, na Suíça.

terça-feira, 19 de março de 2013

Não vale nada!

Marco Polo tem outras preocupações



Por Felipe Pugliese

Temos que fazer a nossa parte. Protestar contra o atual Campeonato Paulista é obrigação daqueles que têm o poder da palavra. O paulistano não merece tal sonolência aos domingo à tarde. No último final de semana, por exemplo: além dos palmeirenses, quem teve paciência para acompanhar o jogo da TV? 


Vemos a festa feita por torcedores do Botafogo no Rio. Até treinador de um gigante o estadual carioca já derrubou. O Nordestão bate no peito e urra: temos a primeira zebra do Brasil. O Campinense papou a Copa Nordeste. No Sul, o Inter já levantou uma taça... enquanto isso em São Paulo uma enorme primeira fase não termina e o próprio líder é vaiado. Não vale nada!  


Levo em consideração, claro, que Don Marco Polo está muito preocupado para pensar em mudanças. CBF, namoradas, escutas telefônicas... por isso cabe as clubes baterem o pé. Não adianta treinador dar xilique em coletiva. 


Para quem se interessa pelo assunto da mudança de calendário no Brasil aí vai uma boa dica. Precisamos discutir, convencer os colarinhos albinos a pensarem em nós, mortais torcedores. 

http://www.trevisan.edu.br/educacaoexecutiva/1989/seminario-calendario-do-futebol


segunda-feira, 18 de março de 2013

Zé Roberto - Técnica, Vigor, experiência fora da Seleção



Por Luiz Felipe Fogaça

Quando Felipão assumiu a seleção todos sabiam que a mescla de jogadores jovens com experientes seria feita, a volta de Ronaldinho Gaúcho na primeira lista e agora de Kaká não deixou nenhuma dúvida de que o treinador quer um meia experiente para assumir a responsabilidade e ser o maestro da seleção.

R49 passa grande fase no Atlético, mas não correspondeu na Seleção em sua primeira oportunidade, além de aparentemente ter intimidado Neymar. Agora a aposta de Scolari para esta função é em Kaká, que nem titular de seu time é.  Pode ser que o jogador do Real Madrid seja uma boa opção para seleção, mas não confio mais em sua capacidade de decisão, tão pouco em sua regularidade, até por não ser titular em seu time.

Vendo Zé Roberto em campo, me pergunto, por que não ele? Zé Roberto parece um menino jogando, corre o jogo todo, no auge do vigor físico, ocupa mais de uma posição, organiza bem o jogo, chuta bem, aparece na área para decidir e tem qualidade técnica indiscutível.

Peça fundamental no esquema de Vanderlei Luxemburgo, além de sua experiência, pode agregar muita qualidade no jogo da seleção e ocupar muitas faixas no campo durante o mesmo jogo.  Sem contar que dificilmente o meia joga uma partida mal, Zé Roberto é extremamente regular e pouco deixou a desejar desde que assumiu o meio campo do Grêmio.

Quem é que hoje não gostaria de ter Zé Roberto no seu time? 

Seu histórico na amarelinha também é impecável, inclusive no fiasco de 2006, foi o único que se salvou chegando a integrar a seleção da FIFA daquele mundial.

Gaúchos mais entusiasmados, não conseguem entender como um jogador com sua qualidade técnica, vigor físico e experiência pode estar de fora da Seleção. Tá na hora de Felipão olhar com mais carinho para Zé Roberto.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Real, Barça e Borussia saem em vantagem

Por Gabriel Duque



O sorteio das quartas de final da Liga dos Campeões armou um clássico entre Bayern de Munique e Juventus, mas, nos outros três confrontos, colocou um time amplamente favorito contra um franco atirador. Dos espanhóis candidatos ao título, o Real Madrid enfrenta o Galatasaray, de Sneijder e Drogba, e o Barcelona pega o novo milionário PSG. O Málaga, outro time ibérico, encara a força alemã do Borussia Dortmund.

Grande jogo desta fase, Bayern x Juventus terá cara de revanche, já que, na sua última participação no torneio, o clube de Turim foi eliminado pelos bávaros com direito a goleada por 4 a 1 na Itália. Líder tranquila do Calccio, a Velha Senhora aposta no meio-campista Pirlo para tentar a classificação para a semifinal. Atual vice-campeão da competição, o Bayern tem ligeira vantagem no equilibrado duelo, porém está com o alerta ligado após a derrota para o Arsenal dentro de seus domínios.

O Real, de Mourinho e Cristiano Ronaldo, está com a vida mais tranquila depois da dura classificação contra o Manchester United, mas não se deve desprezar o adversário. Apesar de serem zebras no confronto, os turcos têm o artilheiro da Champions e jogadores experientes como o brasileiro Felipe Melo.

Já o Barça segue como o time a ser batido, contudo tem um embate um pouco mais duro contra a equipe de Thiago Silva, Lucas, Lavezzi, Ibrahimovic e companhia. Só que o clube francês não contará com o craque sueco na partida de ida. Estreante no torneio, o Málaga deu o maior azar do sorteio e, se conseguir passar pelo Borussia, seria a grande surpresa. No entanto, o time de Dortmund é quem encanta com sua torcida e seu estilo de jogo. Gostaria de ver a equipe de Gotze e Lewandowski na decisão.

Vale lembrar que ainda não há o enchaveamente para as semifinais. As quartas de final ocorrem nos dias 2 e 3 (ida) e 9 e 10 (volta) de abril. O sorteio das semi será no dia 12. Seria interessante ver um Real x Barça em uma perna da semifinal e um Borussia x Bayern do outro lado.

Liga Europa

Só para não passar em branco, também foi realizado o sorteio das quartas da Liga Europa com três ingleses entre os oito clubes. Os confrontos ficaram Chelsea x Rubin Kazan, Tottenham x Basel, Fenerbahce x Lazio e Benfica x Newcastle. As equipes londrinas, o Lazio e o Benfica são os favoritos.

quinta-feira, 14 de março de 2013

A derrota que dói




Por Luiz Felipe 

Muitos motivos podem ser apontados para derrota do São Paulo para o Arsenal, que vão da falta de sorte, passam pelo péssimo momento vivido por alguns jogadores e chegam ao técnico Ney Franco.

Motivos a parte, o São Paulo não mereceu em nenhum momento vencer esse jogo, mesmo a partida tendo sido franca e o time tendo chances de matar a partida depois de ter empatado.

Em nenhum momento o time tricolor soube se impor e quando chegou foi por conta dos lampejos individuais de seus jogadores que são melhores tecnicamente. A derrota talvez tenha sido injusta, sendo o empate o resultado mais justo, mas os deuses do futebol nem sempre pregam a justiça.

Faz tempo que o São Paulo não lembra o que é um time em campo, a equipe não tem senso de coletividade, não jogam uns pelos outros, não funcionam juntos. Engrenagens operando sozinhas não fazem a máquina funcionar.

Ney Franco já não tem mais o time na mão. Independente da tática que escolha, é sempre um sufoco defensivamente falando. A má fase dos volantes e principalmente dos laterais é uma coisa impressionante, Cortez não jogou nenhuma partida regular no ano, foi péssimo em todas.

Difícil explicar o que acontece com o time do Morumbi.  A menor das culpas é do treinador. Fato que o time bem ou mal vinha ganhando, até a crítica infeliz de João Paulo de Jesus Lopes após a vitória contra o The Strongest. Na ocasião o vice-presidente disse que deu vergonha ver o time jogando.

Para quem há anos vinha se gabando como exemplo de planejamento, de administração, a declaração foi um tremendo retrocesso e desde a lavagem pública de roupa suja, o time não joga bem.  Por mais que tente esconder a pressão sobre Ney Franco é nítida, maior ou igual do que a interferência em seu trabalho.

A falta de oposição a Juvenal Juvêncio dão seus primeiros frutos pelos lados do Morumbi que se contratou bem, não trouxe um jogador para substituir seu principal craque, motivo que faz Ney Franco não conseguir acertar o time de forma nenhuma.

Muito se mudou, muito se tentou para voltar aos caminhos das vitórias, a única coisa que continua igual e intacta é a alta cúpula, que esta sempre passando a culpa para alguém.

Após essa derrota, treinador, jogadores, diretoria, tem duas semanas para mudar muita coisa e fazer o time jogar bola para evitar uma catástrofe. 

quarta-feira, 13 de março de 2013

Barça: a volta do melhor futebol

Por Gabriel Duque

Diziam que o Barcelona estava acabado, que o time tinha se tornado burocrático, desinteressado e cheio de toques de lado, que a ofensividade e a verticalidade da equipe estava se perdendo, que os atletas se tornaram previsíveis e fáceis de serem marcados, que Messi, Xavi e Iniesta perderam a capacidade de decidir os jogos. No entanto, ontem, a constelação catalã mostrou todo o seu poder e pulverizou o Milan.



O craque argentino, mesmo com pouco espaço, marcou um golaço para abrir a contagem. Xavi e Iniesta criaram chances com ótimos chutes, mas o goleiro defendeu. Aí veio um erro fatal. Em raro contra-ataque, o jovem Niang perdeu a oportunidade que colocaria o clube rossonero perto da vaga. Messi, comandando o Barça, balançou as redes de novo, Villa, jogando como centroavante, deixou o seu e Alba completou a goleada.

O Barcelona voltou a ser Barcelona, demonstrou sua superioridade, jogou com velocidade, intensidade, fome de gol e vontade de mostrar a todos o seu verdadeiro valor. Na parte tática, a novidade foi a entrada de Villa como homem de área, fazendo uma função extinta no time, já que Messi atuava como falso 9. Parece que a mudança de posicionamento confundiu o time do Milan, que, sem conseguir encaixar a marcação, retornou ao seu futebol mediano.

E agora superada a sequência de derrotas para Milan e Real Madrid, o Barcelona é novamente o time a ser batido e o principal candidato ao título da Liga dos Campeões.

Se no Camp Nou tivemos o show catalão, na Alemanha não faltou emoção e gols. O jogo esquecido da rodada de terça teve a classificação do Galatasaray em cima do Schalke 04 com vitória por 3 a 2, com direito a gol aos 49 minutos do segundo tempo. O time turco volta às quartas de final da Champions após 12 anos e conta com dois campeões do torneio - Sneijder pela Inter de Milão e Drogba pelo Chelsea - para sonhar mais alto.

A sorte dos turcos, que têm o artilheiro da competição - Burak Yilmaz -, será lançada na sexta-feira com o sorteio da fase decisiva do torneio. Dependendo dos adversários a enfrentar, a equipe pode chegar mais longe.

terça-feira, 12 de março de 2013

Ruim de negócio

Por Tuca Veiga

De uns tempos para cá a diretoria corintiana se tornou um exemplo de boa gestão. Após anos de obscuridade sob o comando ditatorial e aproveitador de Darth Dualib, a patota de Andrés assumiu, profissionalizou a diretoria e levou o time da Série B ao topo do mundo.

Muitos são os êxitos da gestão nos últimos anos. Partindo do marketing, passando pelo sistema de sócio torcedor, contratações pontuais, manutenções de treinadores em momentos de dificuldade e por aí vai.

Mas um coisa me impressiona há algum tempo. É impressionante a falta de capacidade da diretoria para fazer bons negócios quando jogadores alvinegros são assediados. Pós Copa do Brasil, André Santos e Cristian – que além de serem chaves no esquema tinham identificação com a torcida – foram vendidos por uma pechincha.

Na época, o discurso de Andrés era de que quando o jogador quer sair, não tem jeito. E desde então isso tem sido levado a ferro e fogo. Transição ruim atrás de transição ruim. Para não citar cada uma delas, vou direcionar para a mais recente, que me motivou a escrever este texto: a negociação do zagueiro Marquinhos.



Uma das maiores joias da base corintiana nesta década, o jovem desde cedo foi elogiado e aproveitado por Tite. Com um sistema defensivo forte, o treinador manteve o jovem no banco, ganhando experiência, entrando de vez em quando e crescendo a cada jogo e a cada treino.

Eis que, ano passado, surgiu uma proposta da Roma – que já havia comprado outro defensor, Leandro Castán – que agradou muito ao jovem. Marquinhos pediu para ser negociado. A proposta era por empréstimo de um ano. Uma pechincha por um garoto de talento abundante e que todos perceberam cedo. Como se não bastasse, ainda havia uma cláusula que garantia aos italianos prioridade de compra com preço já estipulado – aproximadamente oito milhões de reais

Acontece que, nem sequer o garoto completou um ano na Roma (foram 20 jogos, 17 como titular) e os italianos receberam uma proposta do Milan que gira em torno de 25 milhões de euros. Algo como 65 milhões de reais. E recusaram. É mole ou quer mais? Se tivesse paciência e visão de mercado, o Corinthians poderia receber 800% do que chegou aos seus cofres.

Por essas e outras, sigo achando que o Corinthians é o pior vendedor do Brasil.

domingo, 10 de março de 2013

Uma semana de pileque absoluto



Felipe Pugliese

Que todos os zombadores fiquem em casa. Que as piadas no botequim da esquina sejam interrompidas antes mesmo do início. Quem os taxistas informem  ao turista do Rio de Janeiro o fato ocorrido. Que a segunda-feira seja da solitária estrela... do Leme ao Pontal. O Botafogo é o campeão da Taça Guanabara! 

Ao amigo leitor digo - logo de cara - que aceito um possível espanto com o primeiro parágrafo. Muitos irão tratar tal triunfo com a mesma relevância que um torneio de cuspe à distância. Talvez ele seja, mas não quando o Glorioso o conquista.

Como é bom ver o Botafogo campeão. Retifico: como é bom ver qualquer time de camisa levantar a danada da taça. 

O torcedor botafoguense viverá uma semana de pileque absoluto. Além do título, pode esfregar na cara de flamenguistas e vascaínos uma verdade absoluta e humilhante – “Eu tenho um craque”. Não há outra definição para Seedorf.

O passe de calcanhar do holandês na jogada do gol pode inspirar até o mais depressivo dos seres. Se é que existe depressão no Rio de Janeiro.

 É a vitória do planejamento, de quem manteve o técnico que não deu resultado logo de cara. Parece que a maioria está aprendendo como se faz. 

O valor do clássico




Por Luiz Felipe Fogaça

Como a maioria dos meus textos, este nasceu em uma boa e animada conversa na mesa do bar, cujo assunto que transcorremos sobre foi o verdadeiro valor do clássico hoje em dia. Assunto que indago o amigo leitor a refletir e concordar ou discordar comigo.

O ponto defendido pelo meu amigo corintiano é que o famoso clássico não tem mais o mesmo valor e é cada vez mais coisa de torcedor saudosista, a prova segundo ele, foi à opção de Ney Franco ao entrar com um São Paulo reserva no último jogo do Brasileirão ano passado, contra o Corinthians. Como se fosse um time qualquer e o resultado pouco importasse.

É bem verdade que o torcedor tricolor pode argumentar que na mesma semana tinha uma final e que no Brasileirão tudo já estava decidido. O que em tese comprova seu argumento, até onde me lembro, clássico é clássico até no futebol de botão.

Salve raras exceções, como por exemplo, um confronto decisivo, o clássico leva cada vez menos pessoas ao estádio e já não para mais cidade chegando inclusive a ser o confronto secundário em uma semana com Libertadores.

Se antigamente o fanático queria saber até mais de ganhar os clássicos do que o título, hoje em dia hoje é muito raro esse tipo de comportamento.

Talvez isso tudo seja verdade, mais eu sou muito apaixonado e saudosista para concordar com isso e ainda acho que não tem jogo igual, que clássico é diferente.  Mesmo sem valer nada, deixa tenso, dá ansiedade, frio na barriga, adrenalina lá em cima do começo ao fim.

O sarro do amigo ou a vontade de sumir, é impossível ser indiferente a um clássico, é o jogo que muda patamares, deixa um time oscilante confiante, e um confiante em princípio de crise.

Já dizia a velha máxima ,clássico é clássico e o resto você já sabe.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Presidente do Sport revela que contratou lobista para colocar jogador medíocre na Seleção

Leomar, camisa 5, foi capitão do Brasil na Copa das Confederações de 2001
Por Alessandro Lefevre

O presidente do Sport, Luciano Bivar, que estava afastado do futebol e reassumiu o time no fim do ano passado, revelou que pagou para um lobista colocar o ex-volante Leomar na Seleção Brasileira de 2000. O time era comandado pelo técnico Émerson Leão. A entrevista foi concedida à Rádio Jovem Pan.

"Quem não quer ver o jogador do time na Seleção? Mas o Leomar não sabe de nada. Ele até ficou surpreso quando foi chamado", disse.

Bivar falou ainda que não se lembra do nome do lobista nem da quantia que foi paga. "Eu também não sei se esse lobista pagou alguma quantia para alguém da CBF [Confederação Brasileira de Futebol]. Mas é o que acontece depois da Lei Pelé. Não é o melhor que joga. É aquele que dá a melhor comissão", disparou.

Na época em que Leomar foi convocado, torcedores e imprensa ficaram surpresos. O jogador era medíocre e não estava alinhado ao discurso de Leão, que queria "bailarinas" em campo.

O atual presidente do Sport também comandou o clube de 1997 a 2001 e de 2005 a 2006.

Bom futebol passa longe do Morumbi em 2013



por Luiz Felipe Fogaça

No fundo o são paulino sabia que cedo ou tarde ia chegar essa hora. As atuações do clube desde o começo do ano não são convincentes e o tropeço por assim dizer, era nítido. Jogos ganhos por um gol de diferença, muito sofrimento contra todo e qualquer adversário (salvo o Bolívar).

Mesmo que tivesse ganhado ontem - e teve oportunidade, uma vez que acertou três bolas na trave -, a atuação ainda deixaria a desejar e seria mais uma daquelas vitórias que enganam, ou enquanto ganha tá tudo certo.

Hoje, por mais que tente, Ney Franco não consegue dar um padrão de jogo para sua equipe, ou ao menos o time não rende o esperado no padrão desejado. O São Paulo de 2013 depende exclusivamente de Jadson e, principalmente, Osvaldo. 

Para o lugar de Lucas, já testou tudo que podia e ninguém se encaixa. Ganso que era a principal esperança para conduzir o time não corresponde e pouco tem agregado quando entra, ontem (quinta-feira) foram possíveis ouvir as primeiras críticas ao meia.

Welington que era o grande trunfo da equipe do Morumbi, responsável por acertar o meio-campo e dar equilíbrio à equipe passa por uma fase que eu chamo de "fase Casemiro", não se encontra em campo, tem deixado a desejar até na marcação, não solta a bola, e devido às limitações do plantel, segue absoluto.

Os laterais outrora festejados são alvo de críticas constantes e se antes marcavam mal, parecem ter desaprendido a atacar e são quase peças nulas no time.

A zaga que terminou bem o ano recebeu um grande reforço, o que pareceu que desestabilizou o time e nem Tolói, nem Rodolfo conseguem se acertar ao lado de Lúcio. Por baixo e por cima, qualquer ataque tem dado calafrio aos torcedores tricolores.

Ney Franco, assim como o torcedor, coça a cabeça e por mais que tente não consegue entender o que acontece, já que no papel tem sim um bom elenco.

Menos mal que o time ainda é líder do Paulista e tem totais condições de se classificar na Libertadores, o difícil é fazer o time voltar a apresentar um bom futebol. Aí que mora o desafio.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Cazzo!



Por Felipe Pugliese


“Valdívia lançou. Kleber dominou e partiu...vai meu filho. Ele cortou o zagueiro, vai fazer... tentou outro corte e ... NÃOOOOO!”


Enquanto o palmeirense esmurrava o sofá uma tragédia anunciada era desenhada.


“Pode ser o último lance da partida. É falta para o Tigre. Bola na área, olha o desviiiiiiio... GOL!”


Cazzo!  Como está difícil torcer para o Palestra, Dio Santo!


Amigos, a derrota do Palmeiras na Argentina só esfrega na cara de todos uma realidade cruel : a bola pune maldosamente. Muitas vezes até masoquistamente.


Não crucifiquem Kleber. Deve, sim, ser responsabilizado pela derrota. Ainda na saída do gramado, afogado em microfones, o centroavante escolheu a palavra certa. “Displicência. Displicência. Displicência”.  Foi homem e chamou a responsabilidade.


Pontos positivos de uma derrota no último minuto, quando o time perdeu inúmeras oportunidades? Sim, existem.


Valdívia jogou muito, muito mesmo. Se quiser jogar e o corpo deixar vai fazer um bom trio com Vinicius e Kleber.


O Palmeiras precisa de dois laterais. Limitado é elogio para Welder e Marcelo Oliveira sempre será uma eterna promessa.


Enfim...


Cazzo!  Como está difícil torcer para o Palestra, Dio Santo!  Já disse isso antes?




quarta-feira, 6 de março de 2013

Tequila, sexo, marijuana

Por Tuca Veiga

Leia ouvindo a música de Mano Chao:



Localizada na fronteira dos EUA com o México, Tijuana sempre foi uma cidade cujo nome esteve ligado ao narcotráfico. Uma muralha de “segurança” separa Tijuana de San Diego e distancia o sonho dos Xicanos de buscar uma vida melhor na terra do Tio Sam. Portanto, a cidade de Tijuana sempre esteve rotulada como o lugar da droga e dos imigrantes ilegais.

No entanto, cinco anos atrás, liderados por Jorge Hank Rhon – pai de 19 filhos, ex-prefeito da cidade e acusado de ter fortes laços com o cartel de drogas – o time surgiu para mudar a vida da cidade fronteiriça. Criados em 2007, chegaram à primeira divisão do país em 2010 e, 18 meses depois, se tornaram campeões mexicanos (Torneio Apertura) ao bater o tradicional Toluca. Título que rendeu a classificação para a Libertadores deste ano.

Adeptos do beisebol, o povo de Tijuana encontrou no futebol uma maneira de mudar a imagem de um local marcado negativamente. Os “Xolos”, como são conhecidos, resgataram o orgulho e o prestígio da cidade e, no estádio Caliente, onde cabem 33.333 pessoas, são praticamente imbatíveis. Lá, perderam apenas um dos últimos vinte jogos.

O estádio foi construído no local onde anteriormente havia um lago de águas quentes. Por causa disso, o gramado do estádio Caliente é sintético, pois se houvesse grama natural ela já nasceria queimada. Essa é outra arma da equipe. No México, jogadores e treinadores adversários criticam muito essa situação, pois consideram muito vantajoso para o time da casa.

É esta conjuntura que o Corinthians encontra no principal jogo desde a final contra o Chelsea. Com seis pontos, os mexicanos lideram o grupo, seguidos do Timão, com quatro. Desta forma, o jogo pode selar o futuro da equipe brasileira. Uma derrota praticamente define o Corinthians no segundo lugar, o que faria o time decidir os jogos da segunda fase fora de casa. Um empate traria essa disputa para a próxima semana, no Pacaembu, onde uma vitória colocaria o Coringão na ponta do grupo.

Welcome to Tijuana!

Volta por cima do Real Madrid

Por Gabriel Duque

O Real Madrid superou as desconfianças, o fraco futebol apresentado no início da temporada, as desavenças dentro do grupo, o temperamento explosivo de Mourinho, a gigante distância para o Barcelona na Liga Espanhola e a desvantagem para o Manchester United. Se antes os nervos estavam à flor da pele, agora a tranquilidade parece tomar conta dos merengues.

Foram necessárias apenas três vitórias para o time reagir e dar a volta por cima. Eliminar o rival catalão na Copa do Rei com uma vitória para lá de convincente em pleno Camp Nou, derrubar novamente seu tradicional inimigo com uma equipe mista pelo campeonato nacional e conseguir a improvável virada sobre os Diabos Vermelhos em Old Trafford para avançar às quartas da Liga dos Campeões.



Depois de correr risco de cair na fase de grupos da Champions, o Real está mais vivo que nunca na briga pelo título. E se o Barça for realmente eliminado pelo Milan, o clube madrilenho já poderá comemorar por ter deixado o rival para trás. Agora as crises que assolaram a equipe foram embora.

Nada de especulações sobre o futuro de Mourinho, que poderia voltar a trabalhar na Inglaterra. Esquece-se o nome de Ancelotti, técnico do PSG, como possível substituto. Nada de rumores sobre uma tristeza de Cristiano Ronaldo e sua vontade de ir embora. Pelo contrário, o português está cada vez mais motivado para bater Messi e retomar o posto de melhor do mundo.

Brigas no elenco? Que nada. Mourinho coloca Kaká em campo, não critica mais Di Maria e já se relaciona com Casillas, recuperado de lesão. Mas tudo isso é coisa de momento, coisas do futebol. O Real é realmente uma bomba explosiva, sempre a ponto de estourar. Basta uma vacilada na final da Copa do Rei contra o Atlético de Madri ou nas quartas de final da Champions contra adversário a ser definido por sorteio em 15 de março.

terça-feira, 5 de março de 2013

Neymar apático



Por Luiz Felipe Fogaça

Mais repetitivo do que pergunta lá no posto Ipiranga é o assunto Neymar na Europa, como bem disse outro dia o querido amigo Felipe Pugliesi. É bem verdade que o assunto já encheu o saco e, tirando os santistas, a grande maioria acha que o prodígio deveria ir logo para o velho continente amadurecer e melhorar ainda mais o seu futebol. O que é consenso entre todos é que o atacante não atravessa um bom momento.

Para os mais maldosos a equação é simples: Neymar + Marquezine = pouco futebol. Relacionamento a parte, o palpite desse que vos escreve é de que Neymar atingiu um status muito alto e muito rapidamente e já não se vê mais com desafios pela frente. Em outras palavras, perdeu o tesão.

Se antes acompanhávamos um jovem com alegria de jogar e querendo provar a toda hora que era o melhor, a cara do jovem jogador agora reflete a apatia que passa seu futebol e por consequência a equipe do Santos.

Obviamente que lampejos, bons momentos e um jogo aqui, outro ali ele sempre vai decidir, até por que ele continua tendo grande qualidade técnica, só parece não querer mais desfilar isso nos gramados.

O craque parece mais motivado em viver sua vida fora das quatro linhas, do que fazer seu trabalho dentro dela, o que é perfeitamente normal, mesmo com toda blindagem, suporte e assessoria existente em torno dele.

Mais do que o eventual amadurecimento, a Europa traria o TESÃO de volta à vida do jogador, que é inquestionável desses lados e ganhou tudo o que podia vestindo a camisa do peixe.

Talvez a crítica seja muito ríspida e em parte injusta para alguns, tudo de acordo com a esperança que botamos no jogador para desempenharmos um bom papel na Copa do ano que vem. O que não dá mais é para passar a mão na cabeça e botar a culpa de tudo que acontece com Neymar nos outros. Por mais difícil que seja estar sempre no auge, Messi e Cristiano estão a muito mais tempo que o santista entre os tops.
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