A pergunta que os torcedores do São Paulo sempre se fazem a cada jogo é : E o Ganso vai? Pra mim uma hora vai, mas para isso acontecer o time paulista e o próprio jogador ainda precisam acertar muitas coisas dentro das quatro linhas.
Páginas
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
E o Ganso?
A pergunta que os torcedores do São Paulo sempre se fazem a cada jogo é : E o Ganso vai? Pra mim uma hora vai, mas para isso acontecer o time paulista e o próprio jogador ainda precisam acertar muitas coisas dentro das quatro linhas.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
A cereja que pode fazer toda diferença

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Tudo certo na cozinha, mas e lá na frente?

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Obrigado, Lucas! E volte logo
Lucas é o nome da conquista do título da Copa Sul-Americana, no Morumbi lotado, nesta quarta. Talento puro da nova geração do futebol brasileiro, o meia-atacante, de 20 anos, se despede mostrando as verdadeiras qualidades de um ídolo. Emocionou-se com as últimas partidas e a chance de ser campeão, não tirou o pé de nenhuma dividida mesmo vendido para o PSG, brigou por cada bola, deu raça, mostrou vontade de fazer a torcida explodir em felicidade e retribuiu o carinho de toda a nação tricolor.
Se o título da Sul-Americana não era de tanta importância, considerado inclusive de segundo escalão pelos rivais paulistas, o troféu teve sabor especial para esse craque de coração tricolor. Teve gostinho de conquista inédita para o clube do Morumbi, o segundo time brasileiro a ganhar o torneio desde que houve a mudança de nome e de formato. Foi a primeira taça de muitos jogadores que integram hoje o time do São Paulo e mais uma na galeria de Rogério Ceni.
Falando no M1to, a atitude dele de entregar a braçadeira de capitão para o Lucas foi brilhante. O menino mais do que ninguém no elenco merecia levantar aquele caneco. Desde a passagem de Raí, que foi bicampeão mundial e depois se transferiu também para o PSG, que o São Paulo não tem um ídolo tão genuíno como o Lucas. Exceção feita claro ao maior goleiro artilheiro da história do futebol, que é um capítulo a parte no Tricolor.
Por mais que falem de Kaká e Luis Fabiano, os torcedores sempre tiveram alguma restrição em relação a eles. O primeiro saiu meio brigado, sendo hostilizado, e sem se consagrar totalmente. Já o segundo, apesar de sua tarimba de artilheiro, de cativar o público e de sua importância, não consegue estar em campo quando o São Paulo precisa dele, como nesta decisão.
Recopa
O título da Sul-Americana serviu de preparação para o Tricolor para a Libertadores de 2013, mas também credenciou o time para a disputa da Recopa do ano que vem contra o Corinthians, atual campeão da Liberta. E uma das primeiras partidas que me lembro de assistir foi o único encontro entre ambos em competições continentais.
Os clubes se enfrentaram em 1994 pelas semifinais da Copa Conmebol e a decisão do classificado saiu nos pênaltis, com vitória do expressinho do Morumbi que tinha nomes como Caio, Denilson, Ceni e Juninho Paulista.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
“Coadjuvante”, Fabuloso não tem jeito
Se o São Paulo for campeão da Copa Sul-Americana, não será por causa de Luis Fabiano. Artilheiro do time, referência no ataque, exemplo para os jovens, o cara experiente. Essas designações não servem para o camisa 9 na noite de ontem. Com uma atitude infantil, perdeu a cabeça, tentou agredir o adversário e acabou expulso.
O pior é que o início da confusão nem envolvia o goleador. Lucas estava sendo intimidado pelo jogador do Tigre e o Fabuloso veio ajudar o companheiro e acalmar o rival. Mas bastaram dois tapas no braço para o atacante se irritar e chutar o argentino. Pronto, cartão vermelho para ambos e chuveiro.
Fabiano percebeu a bobagem que fez. Deu para ver no seu semblante ao sair de campo, como se já soubesse que o mundo ia cair em suas costas e que as críticas pelo temperamento explosivo voltariam à tona. A imagem da voadora de 2003 contra o River Plate também veio na cabeça do torcedor tricolor. Após a era dos cartões amarelo por reclamação, o atacante resolveu mostrar novamente seu destempero.
Como um atleta de 32 anos, com bagagem europeia e experiência de uma Copa do Mundo, pode cair numa armadilha tão boba do adversário. Parece que o problema dele é mesmo com argentinos, porque em clássicos paulistas ele é quem enerva o adversário, levando pancada e ficando no chão sem arrumar encrenca.
Na Bombonera, o time sentiu a falta de seu matador e não conseguiu criar boas chances no jogo. Agora, no Morumbi, com 65 mil torcedores, na próxima quarta, o Fabuloso, um dos principais nomes da equipe no ano e no Brasileirão, está fora. E o que fará o atacante, arrependido, falando em largar o futebol, em noite das mais tristes? Vai comemorar o título, mas será coadjuvante. Iniciou o torneio contra o Bahia e se machucou. Voltou na segunda partida contra a Universidad de Chile e fez um gol. Perdeu chances contra a Católica e foi expulso.
Willian José e Cícero, que estão perto de deixar o clube, podem ser titulares e se consagrarem com o gol do título. Sempre criticado pela torcida e favorito para a vaga, Willian José, que já foi decisivo contra La U, tem a oportunidade de ser o herói da final.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Para lavar a alma

segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Um monstro chamado Lucas
O jogador, em pouco mais de dois anos, mudou de coadjuvante e opção para, titular absoluto, um dos principais jogadores do elenco, ao lado de Rogério Ceni e Luis Fabiano, presença certa na Seleção Brasileira e, ao lado de Neymar, é tido como um dos melhores jogadores do país.

quinta-feira, 28 de julho de 2011
Se toda Quarta fosse assim...
Que aula do verdadeiro futebol brasileiro, mas ainda com só um protagonista, o jovem Neymar. Ainda, porque o segundo ato desse espetáculo começou com o onze santista fazendo o quarto gol do Peixe na noite. E lá do sul do país outra joia brasileira resolveu dar as caras nesse noite genial. Lucas antecipou a saída de bola do Coxa e com um toque sutil, encobriu o arqueiro adversário. (Coitado do Mano que não viu nada parecido na Argentina.)
“Feliz por ter assistido a uma daquelas partidas que só conhecia pelas histórias do meu avô. Que derrota gostosa.”.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
A Lucas dependência

Lucas já atraía o olhar dos torcedores desde a temporada passada, entretanto, foi com a camisa da Seleção Brasileira, no Sul-Americano sub 20 que todos tiveram certeza do jogador diferenciado que ele é. Afinal, somente o Paulo Henrique Ganso foi capaz de ser parceiro de Neymar e tão protagonista quanto o craque santista. E Lucas fez isso. Me arrisco a dizer que o são-paulino se destacou até mais que Neymar na competição.
Sem sua joia, o São Paulo começou 2011 com o freio de mão puxado e conquistou 15 dos 24 pontos que disputou, o suficiente para ficar entre os primeiros do Paulistão. Ao voltar do Peru, Lucas deu mais do que resultados ao São Paulo (16 pontos de 18), trouxe também a alegria, o improviso, aproximou o meio-campo do ataque e animou o torcedor. Humilde e com os pés no chão, Lucas não se influenciou pelo estrelismo de Neymar, diferentemente do seu companheiro Casemiro, jogador talentoso, mas que peca por se achar um atleta pronto, lapidado.
Em pouco tempo, o Tricolor virou um time empolgante, atraente e candidato aos títulos que disputava. Acostumado com a rotina de jogar a Libertadores, os são-paulinos demoraram, mas entenderam que a Copa do Brasil vale bastante e é mais do que somente uma competição que dá vaga na Libertadores. O time do Morumbi esperava vencer a competição nacional, o Paulistão e, desta maneira, ganhar o rótulo de melhor time do país, assim como aconteceu com o Corinthians, em 2009, e com o Santos, em 2010. Sonho que foi por água abaixo com a derrota para o Santos - sem a presença de sua grande revelação.
Com a ausência do meia nas últimas cinco partidas, o São Paulo apresentou um futebol extremamente burocrático. Avançou na Copa do Brasil com duas atuações razoáveis contra o Goiás e deixou transparecer a "Lucas dependência". Apenas Dagoberto tem feito o torcedor sorrir, pois com a insistência nos três zagueiros, sistema utilizado desde 2004, e o baixo aproveitamento nas finalizações, o São Paulo deixou de agradar como antes.
Mas esta quinta-feira, diante do Avaí, na Ressacada, Lucas volta e, provavelmente, o bom futebol do São Paulo também. Ou ao menos é isso que esperam o técnico Paulo César Carpegiani e a torcida tricolor. Fernandinho e Rhodolfo também retornam à equipe titular. Os criticados Marlos e Xandão devem perder posição.
