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terça-feira, 23 de julho de 2013

O Pesadelo que insiste em não acabar




Por Luiz Felipe Fogaça

O jejum de títulos é o menor dos problemas, até por que no final do ano passado o São Paulo ganhou um daqueles títulos sem valor que sempre servem para  esquentar as discussões na mesa do bar e serem comemorados pelos fanáticos.

Até o começo do ano, para não irmos mais além, era impossível quem colocasse o São Paulo como ameaçado pelo rebaixamento. Pelo contrário, o time era considerado até favorito, com Ganso, Luis Fabiano, Lúcio, Jadson, Osvaldo.

Pouco mais de seis meses se passaram e o pesadelo parece não ter fim. Diretor correndo de carro em dia de jogo decisivo, churrasco pra comemorar sabe lá Deus o que um dia depois de chegar a maior série de derrotas da história do clube, jogadores descompromissados que não rendem e brigam entre si. E um monarca inatingível, que deve reeleger sua chapa no comando.

O time foi na contramão de tudo que dizia ser e ostentava, subiu para cabeça, o pensamento de que a estrutura funciona por si só reflete diretamente em campo, quando vemos segundo tempos pífios, sem físico nenhum, constantes contusões, zero poder de reação.

Paralelo a isso o ex-preparador físico faz o time do Atlético-MG voar em campo e Rosan e Turíbio seguem como os melhores nomes em recuperação de atletas e fisioterapia.

A máquina não vai bem e não existe luz no fim do túnel, por hora é pedir a Deus que os bons nomes que existem no elenco joguem o que podem e comecem a ganhar para tirar o time dessa incomoda posição.

Uma ligação muito mal explicada entre torcida e clube, basta ver a nota oficial da torcida sendo disparada pelo clube para todos os integrantes do projeto sócio-torcedor.

O  fim parece óbvio, resta torcer para que o meio seja modificado para que não cheguemos no trágico e anunciado rebaixamento.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

O que falta para Danilo?



Por Leonardo Dias dos Santos convidado


O que você pensa sobre um jogador de Seleção? Ironias a parte, de alguns nomes "estranhos" que aparecem. Quando pensamos em jogador de Seleção pensamos em experiência, potencial, qualidade, garra, vitorioso, técnica, enfim são muitos adjetivos. E na maioria deles, todos se encaixam a Danilo.

De antemão se é feita uma ressalva opinião cada um tem a sua, mas a questão em pauta deve ser analisada com calma. Danilo, camisa 20 do timão, nunca é lembrado pelos técnicos da seleção brasileira. Aposto que assim como eu, muitos outros se questionam do motivo.

 Danilo ou Zidanilo para muitos, se fez conhecido no futebol através do tricolor paulista, sendo o camisa 10 e comandante do time vencedor do paulista, libertadores, mundial todos de 2005 e brasileiro de 2006. Desde essa época, mesmo para alguns torcedores são paulinos, não agradava totalmente. Seu jeito queto e pouco marketing em torno do seu nome, não refletem seu comportamento e qualidade em campo.

Assim como hoje, vencedor dos mesmos títulos pelo Corinthians se agrada a torcida, continua não agradando aos comandantes do selecionado nacional. Mesmo depois de tanto tempo demonstrando um futebol tranquilo, como alguém que sabe o que faz com a bola nos pés. Ele enfia bolas, cadencia o jogo, finaliza muito, ajuda a marcar com carrinhos que mais parecem de zagueiros consagrados e destaco NUNCA PIPOCA.  Definiu partidas pelo São Paulo e Corinthians em todos os campeonatos que venceram e que não venceram.

Basta ver que sozinho o atleta tem mais títulos que qualquer grande clube brasileiro neste século.

Danilo é o meio campo que aparenta não brilhar aos olhos de muita gente, mas todos os treinadores que o detem no time se não de inicio logo com pouco tempo percebem que Danilo é imprescindível em qualquer time. Não pelas características em si mas pelo modo como atua e como define jogos. Danilo me lembra do craque Alex do Coxa. Que por onde passou comandou o meio campo dos times que jogou e conquistou muitos títulos, mas foi pouquíssimo lembrado pelos técnicos da seleção. Alex ainda tinha um pouco mais de prestigio e ainda agradava mais aos olhos dos torcedores, mas ambos eram e são inteligentes, tranquilos e sabem o que fazer com a bola no pé.

Talvez os Deuses do futebol não gostem muito dele, por que numa seleção onde já foram testados centenas de jogadores, muitos tristes de se ver na seleção, Danilo nunca é cogitado. Na minha seleção ele já teria tido sua chance há algum tempo, e na sua ele tem?

Danilo o morto muito louco. Pensem sobre isso.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Brasileiros contra tudo e contra todos - A difícil missão de manter a supermacia no continente




Por Luiz Felipe Fogaça

De 2005 para cá o futebol brasileiro esteve presente em todas as finais da Libertadores. Sendo em 2005 e 2006  decisões entre clubes  do País. Dessas 8 finais seguidas disputadas, os brasileiros faturaram 5.

São esses números que começaram a incomodar a Conmebol e isso só não enxerga quem não quer. Desde que o São Paulo decidiu seguidamente com Atlético-PR e Internacional as finais de 2005 e 2006, que a entidade adotou uma medida no mínimo controversa de que times do mesmo país devem se enfrentar em fases anteriores para evitar uma decisão entre compatriotas.

Ainda com essa decisão, não foi possível frear a supremacia brasileira nos últimos anos. Este ano a coisa começou a tomar outras medidas e cabe questionar. São muitos fatores questionáveis que cabe pensar se é o velho complexo de vira-lata, se é muita teoria da conspiração ou se realmente tem algo de podre no reino da Dinamarca.

Para ficar nos exemplos que lembrei aqui, no jogo contra o Arsenal na primeira fase no Pacaembu o juiz deu um pênalti no mínimo questionável para o time argentino terminada a partida Luis Fabiano foi expulso e pegou um gancho de 4 jogos por reclamação, algo nunca visto em 53 edições do torneio.  Luxemburgo é agredido, provavelmente provocou, mas nada que justifique 8 jogos de suspensão.

Nas quartas de finais lances questionáveis nos jogos de Palmeiras, Corinthians e Fluminense. Somado a isso esta uma entidade que tem sua imagem completamente arranhada e com seu antigo presidente afastado por envolvimento em casos de corrupção.

O pior é que o excesso de rigor com brasileiros e azar por assim dizer, não se vê na contramão. É torcida que briga e não toma nada, jogador violento que nem amarelo toma, lances de sorte. Fica complicado acreditar.

Que o futebol brasileiro seja unido como um todo para protestar contra esse tipo de coisa e não que ache normal e ria do seu companheiro prejudicado.

Aguardemos cenas do próximo capítulo. Se não tivermos interferências externas o campeão deve novamente ser brasileiro. 

quarta-feira, 8 de maio de 2013

EU ACREDITO!


Por Luiz Felipe Fogaça
O impossível é questão de ponto de vista. 
Muitas coisas que são impossíveis para uns, são possíveis para outros. 
Ao longo dos meus 26 anos eu aprendi que tudo é possível para um clube que foi campeão após ter 1% de chance.
Muitos são os fatores que pesam contra, muitos são os tabus, mais nada é impossível para o clube da fé. 
E eu tenho certeza de que hoje é possível. 
E enquanto for possível eu vou acreditar.
É possível porque temos um Ganso inspirado, um Jadson em grande fase, um artilheiro querendo provar seu valor e um camisa 1 que é capaz de tudo. 
Um time que tem demonstrado raça e veste as cores do nosso coração.
E toda vez que o São Paulo estiver em campo, não importa contra quem e em qual situação EU VOU ACREDITAR e hoje EU ACREDITO.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Matar ou morrer


Por Tuca Veiga

Trio de Ferro entra na semana mais decisiva do ano – ao menos até então. Libertadores no meio e semifinais do Paulistão no final. Jogos que prometem rivalidade acirrada, confrontos disputados e com roteiros completamente imprevisíveis.

O Verdão é o primeiro a entrar em campo nesta semana. Com a eliminação no Paulistão para o Santos, nos penais, o time do Palestra Itália pode entrar numa dura realidade em pouco tempo. Mais exatamente no dia 14 de maio. Se for eliminado pelo duro Tijuana do México – que deu trabalho para o Corinthians na 1ª fase – o Palmeiras cairá de paraquedas em um pesadelo daqueles: a Série B. E se não subir, meu amigo, a encrenca estará armada.

Já o Tricolor vai trabalhar em duas frentes. Primeiro viverá a recente rivalidade com o Galo, que aqueceu após os duelos na Liberta. Na primeira partida, Ronaldinho armou uma malandragem bem para cima do capitão do São Paulo, que resultou no gol alvinegro. Na segunda, foi uma declaração de R10 que pegou mal, dizendo que estavam apenas treinando. E ainda deixou a promessa:  “Agora vai ser diferente. Eles sabem que vai ser diferente”.

Pelo que fez na primeira fase, o time de Minas Gerais entra, teoricamente, como favorito para o duelo. No entanto, do outro lado está um time que já levantou três vezes a taça da competição e está mais do que acostumado a participar dela. Situação oposta à do Atlético. Jogos duros, imperdíveis e impossíveis de se cravar o resultado. E, para dificultar, entre os dois jogos, o time do Morumbi ainda tem o seu grande rival pela frente, em partida que poderia ser jogada com time reserva – algo pouco provável em um Majestoso que vale vaga na final estadual.

O campeão do mundo também terá uma semana agitada. Longe de casa, eliminou a Ponte de maneira avassaladora e, agora, terá de encarar dois grandes rivais. Ambos os jogos longes de seu domínio. Na Bombonera, terá pela frente um meia-Boca. Mas se engana quem espera um confronto mole para o Timão. Apesar da má fase, o time comandado por Riquelme transborda tradição no torneio e tem sede de vingança pela final do ano passado. Soma-se a isso a dificuldade tradicional de se jogar no estado que pulsa e a presença de Carlos Bianchi, um exterminador de times brasileiros.

Depois vem o estadual. Nesse ponto o Corinthians foi beneficiado pela agenda. Joga na quarta enquanto o Tricolor entra em campo um dia depois. Mas como joga na Argentina, esse ponto se exclui. Entretanto, o Timão não terá que se preocupar com a Liberta, pois folgará no meio de semana, enquanto o São Paulo vai à Minas decidir sua vida na competição sul-americana.

Ou seja, em suma, é jogo bom atrás de jogo bom. Rivalidades acirradas. Sangue nos olhos. Coração na garganta. Suadeira. Bombonera. Grama Sintética. Provocações. Vinganças. Libertadores, Paulistão e emoções garantidas.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

O que você faria?

Estrutura do CFA seduz jovens que sonham com um profissionalismo escasso


Por Felipe Pugliese

Aliciar. Palavra que remete ao negativo. Para o Aurélio, é sinônimo de seduzir. 

"São Paulo é acusado por aliciar menores de outros clubes".

Uma das manchetes mais lidas na semana provocou discussão. Muito mais por "chororô" e despeito dos demais do que por irregularidade do clube do Morumbi. Até porque, só seduz quem tem potencial para tal ato. Só seduz quem beira o irresistível. 

A estrutura que o clube oferece no "Centro de Formação de Atletas" não pode ser comparada. "Cotia" é referência e qualquer garoto ou pai  vai preterir o local à qualquer precariedade dominada por empresários. 
 
Na base do São Paulo a filosofia parece clara. Formar o cidadão antes do atleta. Esse foi o motivo da não permanência de Romarinho no clube. Quem vai mal na escola não joga e ponto. 

Jogador sem técnica não tem vez por lá. Essa foi a justificativa para a dispensa de Ralf.  Pode ser um exagero, uma vez que o clube há tempos não forma laterias que saibam marcar, por exemplo... 

Falam que é muito mimo e, quando solto ao mundo da bola, o cara "pira o cabeção". Casemiro é exemplo vivo. 

Voltando à acusação do aliciamento. Vamos imaginar uma situação na nossa própria pele: o seu filho (de 16 anos) joga no Vasco. O São Paulo vê potencial no garoto e oferece uma estrutura profissional. O que você faria? O clube paulista está errado de usufruir do investimento feito? 

A questão é complicada e deve ser discutida sem o lado clubísitco, assim como o desumano caso de Oruro. 

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Libertadores rumo ao 4° título brasileiro seguido

Por Gabriel Duque

Finalizada a fase de grupos da Taça Libertadores, fica evidenciado o domínio Brasil-Argentina no torneio continental. Apesar de terem as equipes consideradas mais fortes da região, alguns clubes dos dois países atravessaram grandes dificuldades para se classificar, como São Paulo, Grêmio, Boca Juniors e Tigre. No total, 10 agremiações seguem no torneio e apenas o Arsenal de Sarandí foi eliminado.

Dos 16 representantes nas oitavas de final, seis são brasileiros, quatro argentinos e os outros se dividem entre um paraguaio (Olimpia), um mexicano (Tijuana), um colombiano (Independiente Santa Fé), um peruano (Real Garcilaso), um uruguaio (Nacional) e um equatoriano (Emelec). Se os brasileiros mostrarem sua superioridade dentro de campo, há boas chances de pela primeira vez termos quatro semifinalistas do mesmo país.



De um lado do enquadramento, Fluminense e Grêmio têm vida aparentemente tranquila, mas, com os elencos fortes que possuem, precisam apresentar desempenho melhor para não tomarem sustos e evitarem surpresas desagradáveis. Do outro lado, o bicho vai pegar com o time de melhor campanha, o trio de ferro paulista e três equipes argentinas de bastante respeito. Isso sem contar com a reedição da final do ano passado entre Corinthians e Boca. No entanto, apesar do equilíbrio maior nesta chave, há possibilidades de clássicos paulistas nas quartas e na semi.

Sem bairrismos e torcidas à parte, aposto em Atlético-MG x Corinthians e Fluminense x Grêmio nas semis. Após as conquistas de Inter em 2010, Santos em 2011 e Corinthians em 2012, o Brasil tem tudo para conseguir o quarto título seguido. Vamos ver agora quem confirmará o favoritismo.

Confira os confrontos
Atlético-MG x São Paulo
Palmeiras x Tijuana
Corinthians x Boca Juniors
Vélez Sarsfield x Newell's Old Boys
Independiente Santa Fé x Grêmio
Nacional x Real Garcilaso
Olimpia x Tigre
Fluminense x Emelec

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Futebol sem segredos - Na base da garra clube da fé esta classificado



Por Luiz Felipe Fogaça

O time que já fez a moeda cair de pé precisava de um verdadeiro milagre para se classificar, pelo menos era isso o que todos diziam. Muitos já davam a eliminação como favas contadas, só esqueceram que do outro lado tinha um time com grande tradição no torneio.

Certamente esse dia ficará marcado na memória por um bom tempo e sempre terá um lugar cativo nas saudades do torcedor. O dia seguinte é aquele que o torcedor vai acordar ler o jornal com gosto, ver todos os programas esportivos, ler todos os sites, ver e rever os gols sem medo de ser feliz. Fora os desabafos modernos nas redes sociais e diversos lugares que já foram feito.

Da ansiedade do começo do dia a extrema satisfação no final, com boas doses de adrenalina no meio. Não existe um são paulino sequer que não tenha por esse redemoinho de emoções durante esta marcante quarta-feira 18 de abril de 2013.

Se a classificação parecia garantida e era obrigatória no começo do ano, as circunstâncias que já sabemos de cor e salteado deram dramaticidade ao jogo mais importante do ano até aqui.

Os radinhos por todos os lados e as caras que não escondiam o nervosismo que estava por vir. 

Um Morumbi lotado com mais de 50 mil torcedores mostrou por que o São Paulo é conhecido como o time da fé. Eu acredito, era o sentimento dividido por todos.

Ai o São Paulo entrou em campo, deixou a soberba de lado, jogou bola, correu deu carrinho, confirmou o que o Palmeiras nos provou a uma semana atrás, que futebol se ganha com raça, com garra. Técnica sem garra num ganha jogo, garra sem técnica ganha campeonato.

Em um jogo que ditou o ritmo mesmo num tendo muitos lances agudos, a vontade sobressaiu e o Tricolor saiu vitorioso por 2 a 0. 

Ronaldinho como um maestro refletiu a imagem do time, mal tocou na bola e pouco fez. Ao contrário de Ganso que se esforçou, se superou e fez um grande jogo.

Agora os times se enfrentam nas oitavas em dois jogos que prometem.

 Resta ao time do Morumbi jogar o favoritismo pra lá, jogar bola como tem que ser e num achar que basta entrar em campo para ganhar.

Que continue a entrega, a solidariedade, a raça, a garra, e vá embora de uma vez por todas essa soberba que tem sido a maior inimiga do São Paulo neste ano, que o susto tenha servido para acordar.

Com minhas sinceras desculpas pelo fanatismo, mais aqui é São Paulo. 

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Duelo histórico - Galo quer calar o Morumbi para evitar tricolor nas oitavas



Por Luiz Fernando Módolo

Morumbi lotado, jogo de libertadores, de um lado os donos da casa precisando de uma vitória para se classificar e de outro o atual vice campeão brasileiro e líder do grupo. Parece o jogo dessa quarta-feira entre o São Paulo e o Atlético-MG, certo? Contudo não é.

No domingo nove de abril de 1978 essas duas equipes entraram em campo na capital paulista pela competição continental, em jogo a classificação. Na época só um clube passava para a próxima fase, o tricolor e o galo jogavam para abrir distancia do rival e encaminhar a vaga para a fase seguinte. Deu Atlético Mineiro, com gols de Serginho e Paulo Isidoro o time mineiro calou o Morumbi lotado. Mirandinha ainda descontou para a equipe paulista.

Coincidentemente o Galo também era vice-campeão nacional, assim como hoje, contudo na época o campeão era o São Paulo. Um ano antes do confronto na competição continental o São Paulo entrava no Mineirão como desafiante e desacreditado.

O Atlético era o time do momento, o grande favorito. Liderados por Toninho Cerezo os mineiros jogavam em casa a final, que na época era em partida única. Entretanto o São Paulo levou o caneco nos pênaltis e surpreendeu a todos que esperavam o bi do Galo.

De lá para cá muita coisa mudou, o São Paulo ganhou três Libertadores e três Mundiais e se tornou uma camisa temida em todo o continente. Já o Galo disputa esse ano somente sua terceira libertadores desde 1978 e em nenhuma das outras ocasiões conseguiu chegar se quer em semifinais. 

Pela camisa e força são paulina na competição o Galo vem para o jogo hoje querendo ganhar de qualquer forma. Deixar o tricolor sair vitorioso e ter que fazer as oitavas contra os paulistas pode ressuscitar a equipe mais acostumada com a Libertadores dos últimos 20 anos.

Desde o presidente Kalil, até o roupeiro todos em Minas sabem que eliminar o rival agora é fundamental para os planos de Ronaldinho e companhia.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Castigo, revolta, vergonha e vexame

Por Gabriel Duque

Só há dois sentimentos para o são-paulino após a derrota para The Strongest na altitude de La Paz: revolta e vergonha. O time tricolor conseguiu somar seu quarto revés nesta edição da Libertadores da América, todos fora de casa. Perdeu para Bolívar, Atlético-MG, Arsenal e para o rival de ontem. A classificação para as oitavas de final virou tarefa quase impossível para o clube tricampeão continental.

Com a equipe em situação delicada, vem o inconformismo. Boa parte do elenco não demonstra aquela garra essencial para vencer uma competição tão dura quanto a Libertadores. A revolta é ainda maior pelos vacilos nos momentos cruciais da partida. Denilson perde de forma incrível uma dividida, que origina o primeiro gol. Osvaldo tenta diversos chutes, mas peca na pontaria. Ganso desperdiça oportunidade de ouro com o gol praticamente aberto. Aloísio também têm várias chances e não converte.



Ah que falta fez o Luis Fabiano. Se estivesse em campo com o número de chances que tiveram os atacantes tricolores, o artilheiro deixaria sua marca com certeza. Mas ele também vacilou e foi expulso né. Pois é, um dos atletas mais experientes prejudicou o grupo. Por falar nisso, até o Mito Rogério Ceni voltou a falhar na finalização meia boca do segundo gol boliviano. Faltam explicações para tantos erros.

O pior é que o São Paulo teve boa atuação, criou as jogadas e poderia ter vencido o confronto. É o segundo castigo que o Tricolor recebe na semana, pois também havia sido superior ao Corinthians no clássico de domingo, mas foi derrotado. A vergonha e o vexame de cair na fase de grupos, podendo ter a pior campanha da história do clube na Libertadores, pairam na cabeça de atletas e torcedores.

Na última rodada, a obrigação é vencer o Atlético no Morumbi com os desfalques de Luis Fabiano e Jadson, suspensos. Se ganhar do time que apresenta o melhor futebol do país no momento já é problema, ter que torcer para o Arsenal de Sarandí derrotar o The Strongest na Argentina só deixa a situação mais apreensiva. Fato é que o futuro de Ney Franco estará relacionado a estes resultados. Apesar do treinador ter sua parcela de culpa na demora para encontrar o melhor esquema de jogo, o grupo vem errando demais e deixa o clube perto da eliminação vexatória.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

A primeira decisão do ano



Por Luiz Felipe Fogaça

Estamos acostumados a escutar nas chamadas para jogos o seguinte bordão, hoje é dia de decisão, vale tudo para o X, Y joga a vida em campo hoje. Muitas vezes são apenas artifícios para tornar a partida sempre mais atrativa e vendável. Apelos de venda e espetacularização à parte hoje é dia de decisão para os são paulinos na Libertadores.

Depois de dois anos sem disputar o torneio o time voltou a jogar aquele que sempre dizem que o seu torcedor adora e a equipe esta acostumada.  E justamente na disputa continental que o time não vai bem e pode amargar eliminação precoce na primeira fase.

Para não correr esse risco o time precisa vencer na Bolívia, qualquer outro resultado obrigaria o São Paulo a vencer o Atlético-MG na última rodada, em caso de derrota o tricolor ainda precisaria torcer por um resultado combinado na partida de The Strongest e Arsenal.

Faz exatos 21 dias que o torcedor da equipe do Morumbi só quer saber desse jogo. Desde a derrota para o Arsenal que nada mais importa a não ser a partida de hoje em La Paz. Nem as vitórias seguidas no paulista, tampouco a derrota no clássico com boa atuação, HOJE é o dia para o torcedor tricolor.

A primeira decisão do ano, que pode salvar Ney Franco, os jogadores, a diretoria.

Enquanto o apito inicial não é dado, o torcedor sofre ansioso e a hora teima em não passar. Para o fanático a cada 3 pensamentos 2 são do jogo de hoje a noite, nada mais toma a atenção do que a espera pelo embate. 

A escalação já foi lida 500 vezes, a esperança em determinado jogador já esta depositada, as contas todas já estão feitas, matérias de TV, internet, rádio já foram vistas, lidas e ouvidas.

 Já esta tudo planejado, onde ver, com quem, que horas, como chegar, que horas sair, Dia de decisão é assim, emoção a flor da pele o dia todo.

Agora só resta esperar a bola rolar.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Reincidente

Por Tuca Veiga

Ver o Luis Fabiano perder a cabeça e ficar de fora de um jogo importante para o São Paulo passa longe de ser uma novidade. Não choca ninguém. É uma daquelas notícias que chovem no molhado. É tão corriqueiro que logo mais vai deixar de ser manchete, de ilustrar as capas dos jornais.

Citar o número de jogos que ele já ficou fora por suspensão ou a quantidade de cartões amarelos e vermelhos do Fabuloso pouco serviriam para ilustrar a falta de capacidade do jogador de manter a cabeça no lugar. Levando em consideração que hoje ele já faz parte do time dos veteranos, dos “experis”, a sequência de milhos do goleador chega a dar raiva no torcedor tricolor.

Provavelmente ele não sabe que crianças como o meu cunhado de 4 anos chegam a chorar de decepção quando o time entra em campo sem o ídolo. Certamente ele não pondera o quanto a falta de um homem gol faz para o São Paulo em um jogo como o de semana passada, contra o Arsenal. E, obviamente, ele não faz ideia do que são 17 milhões de reais que o SPFC investiu nele, tampouco os quase de 300 mil reais que recebe de salário.



Nesta sexta-feira, 22 de março, a Conmebol divulgou que Luis foi julgado e punido com quatro jogos de suspensão. Não há como negar que foi exagerado, independente do que ele disse ou deixou de dizer ao árbitro.

Mas a real é que o tamanho da punição pouco importa, pois os erros e a burrice da reincidência e da insistência nos mesmos estão custando caro ao Tricolor e estão arranhando a imagem de um jogador que ainda sonha com a Seleção. O Fabuloso já não decide como antes, mas continua fazendo as besteiras do passado. E a paciência do torcedor logo logo chegará no limite. E o Aloísio tá aí, com fome de gol. 

terça-feira, 19 de março de 2013

Não vale nada!

Marco Polo tem outras preocupações



Por Felipe Pugliese

Temos que fazer a nossa parte. Protestar contra o atual Campeonato Paulista é obrigação daqueles que têm o poder da palavra. O paulistano não merece tal sonolência aos domingo à tarde. No último final de semana, por exemplo: além dos palmeirenses, quem teve paciência para acompanhar o jogo da TV? 


Vemos a festa feita por torcedores do Botafogo no Rio. Até treinador de um gigante o estadual carioca já derrubou. O Nordestão bate no peito e urra: temos a primeira zebra do Brasil. O Campinense papou a Copa Nordeste. No Sul, o Inter já levantou uma taça... enquanto isso em São Paulo uma enorme primeira fase não termina e o próprio líder é vaiado. Não vale nada!  


Levo em consideração, claro, que Don Marco Polo está muito preocupado para pensar em mudanças. CBF, namoradas, escutas telefônicas... por isso cabe as clubes baterem o pé. Não adianta treinador dar xilique em coletiva. 


Para quem se interessa pelo assunto da mudança de calendário no Brasil aí vai uma boa dica. Precisamos discutir, convencer os colarinhos albinos a pensarem em nós, mortais torcedores. 

http://www.trevisan.edu.br/educacaoexecutiva/1989/seminario-calendario-do-futebol


quinta-feira, 14 de março de 2013

A derrota que dói




Por Luiz Felipe 

Muitos motivos podem ser apontados para derrota do São Paulo para o Arsenal, que vão da falta de sorte, passam pelo péssimo momento vivido por alguns jogadores e chegam ao técnico Ney Franco.

Motivos a parte, o São Paulo não mereceu em nenhum momento vencer esse jogo, mesmo a partida tendo sido franca e o time tendo chances de matar a partida depois de ter empatado.

Em nenhum momento o time tricolor soube se impor e quando chegou foi por conta dos lampejos individuais de seus jogadores que são melhores tecnicamente. A derrota talvez tenha sido injusta, sendo o empate o resultado mais justo, mas os deuses do futebol nem sempre pregam a justiça.

Faz tempo que o São Paulo não lembra o que é um time em campo, a equipe não tem senso de coletividade, não jogam uns pelos outros, não funcionam juntos. Engrenagens operando sozinhas não fazem a máquina funcionar.

Ney Franco já não tem mais o time na mão. Independente da tática que escolha, é sempre um sufoco defensivamente falando. A má fase dos volantes e principalmente dos laterais é uma coisa impressionante, Cortez não jogou nenhuma partida regular no ano, foi péssimo em todas.

Difícil explicar o que acontece com o time do Morumbi.  A menor das culpas é do treinador. Fato que o time bem ou mal vinha ganhando, até a crítica infeliz de João Paulo de Jesus Lopes após a vitória contra o The Strongest. Na ocasião o vice-presidente disse que deu vergonha ver o time jogando.

Para quem há anos vinha se gabando como exemplo de planejamento, de administração, a declaração foi um tremendo retrocesso e desde a lavagem pública de roupa suja, o time não joga bem.  Por mais que tente esconder a pressão sobre Ney Franco é nítida, maior ou igual do que a interferência em seu trabalho.

A falta de oposição a Juvenal Juvêncio dão seus primeiros frutos pelos lados do Morumbi que se contratou bem, não trouxe um jogador para substituir seu principal craque, motivo que faz Ney Franco não conseguir acertar o time de forma nenhuma.

Muito se mudou, muito se tentou para voltar aos caminhos das vitórias, a única coisa que continua igual e intacta é a alta cúpula, que esta sempre passando a culpa para alguém.

Após essa derrota, treinador, jogadores, diretoria, tem duas semanas para mudar muita coisa e fazer o time jogar bola para evitar uma catástrofe. 

domingo, 10 de março de 2013

O valor do clássico




Por Luiz Felipe Fogaça

Como a maioria dos meus textos, este nasceu em uma boa e animada conversa na mesa do bar, cujo assunto que transcorremos sobre foi o verdadeiro valor do clássico hoje em dia. Assunto que indago o amigo leitor a refletir e concordar ou discordar comigo.

O ponto defendido pelo meu amigo corintiano é que o famoso clássico não tem mais o mesmo valor e é cada vez mais coisa de torcedor saudosista, a prova segundo ele, foi à opção de Ney Franco ao entrar com um São Paulo reserva no último jogo do Brasileirão ano passado, contra o Corinthians. Como se fosse um time qualquer e o resultado pouco importasse.

É bem verdade que o torcedor tricolor pode argumentar que na mesma semana tinha uma final e que no Brasileirão tudo já estava decidido. O que em tese comprova seu argumento, até onde me lembro, clássico é clássico até no futebol de botão.

Salve raras exceções, como por exemplo, um confronto decisivo, o clássico leva cada vez menos pessoas ao estádio e já não para mais cidade chegando inclusive a ser o confronto secundário em uma semana com Libertadores.

Se antigamente o fanático queria saber até mais de ganhar os clássicos do que o título, hoje em dia hoje é muito raro esse tipo de comportamento.

Talvez isso tudo seja verdade, mais eu sou muito apaixonado e saudosista para concordar com isso e ainda acho que não tem jogo igual, que clássico é diferente.  Mesmo sem valer nada, deixa tenso, dá ansiedade, frio na barriga, adrenalina lá em cima do começo ao fim.

O sarro do amigo ou a vontade de sumir, é impossível ser indiferente a um clássico, é o jogo que muda patamares, deixa um time oscilante confiante, e um confiante em princípio de crise.

Já dizia a velha máxima ,clássico é clássico e o resto você já sabe.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Bom futebol passa longe do Morumbi em 2013



por Luiz Felipe Fogaça

No fundo o são paulino sabia que cedo ou tarde ia chegar essa hora. As atuações do clube desde o começo do ano não são convincentes e o tropeço por assim dizer, era nítido. Jogos ganhos por um gol de diferença, muito sofrimento contra todo e qualquer adversário (salvo o Bolívar).

Mesmo que tivesse ganhado ontem - e teve oportunidade, uma vez que acertou três bolas na trave -, a atuação ainda deixaria a desejar e seria mais uma daquelas vitórias que enganam, ou enquanto ganha tá tudo certo.

Hoje, por mais que tente, Ney Franco não consegue dar um padrão de jogo para sua equipe, ou ao menos o time não rende o esperado no padrão desejado. O São Paulo de 2013 depende exclusivamente de Jadson e, principalmente, Osvaldo. 

Para o lugar de Lucas, já testou tudo que podia e ninguém se encaixa. Ganso que era a principal esperança para conduzir o time não corresponde e pouco tem agregado quando entra, ontem (quinta-feira) foram possíveis ouvir as primeiras críticas ao meia.

Welington que era o grande trunfo da equipe do Morumbi, responsável por acertar o meio-campo e dar equilíbrio à equipe passa por uma fase que eu chamo de "fase Casemiro", não se encontra em campo, tem deixado a desejar até na marcação, não solta a bola, e devido às limitações do plantel, segue absoluto.

Os laterais outrora festejados são alvo de críticas constantes e se antes marcavam mal, parecem ter desaprendido a atacar e são quase peças nulas no time.

A zaga que terminou bem o ano recebeu um grande reforço, o que pareceu que desestabilizou o time e nem Tolói, nem Rodolfo conseguem se acertar ao lado de Lúcio. Por baixo e por cima, qualquer ataque tem dado calafrio aos torcedores tricolores.

Ney Franco, assim como o torcedor, coça a cabeça e por mais que tente não consegue entender o que acontece, já que no papel tem sim um bom elenco.

Menos mal que o time ainda é líder do Paulista e tem totais condições de se classificar na Libertadores, o difícil é fazer o time voltar a apresentar um bom futebol. Aí que mora o desafio.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

E o Ganso?



Por Rafael Hornblas

A pergunta que os torcedores do São Paulo sempre se fazem a cada jogo é : E o Ganso vai? Pra mim uma hora vai, mas para isso acontecer o time paulista e o próprio jogador ainda precisam acertar muitas coisas dentro das quatro linhas.

Que Paulo Henrique Ganso é craque todos sabem, mas o meia ainda mostrou pouco do que sabe no tricolor. Talvez por falta de entrosamento, talvez por não ter a mesma liberdade que tinha no Santos , talvez pelo estilo tático do time, enfim, existem diversas justificativas para o meia não render o que rendeu no time da baixada, mas isso é questão de tempo para se acertar.

Ney Franco vem tentando achar um substituto para Lucas sem sucesso. Ano passado o time da capital jogava em função do jovem craque, o que fez com que ele mostrasse seu excelente futebol, rendendo um título internacional e uma fortuna para os cofres tricolores. 

É claro que Lucas e Ganso tem estilos completamente diferentes, mas e se o time do Morumbi tentasse jogar em função de Ganso? Será que o desempenho da grande esperança tricolor em 2013 não seria melhor? Ney Franco fez algo parecido com isso no jogo contra o São Caetano, todas as bolas no meio de campo passaram por Paulo Henrique, ele foi a saída e a armação do time paulista, ele não fez gols maravilhosos nem assistências de “Zidane” como na época de Santos, mas o meia muitas horas como dizem os boleiros “clareou o jogo, deu passes rápidos, invertidas, fez o famoso um dois, ora com os laterais, ora com os volantes, ora com os atacantes, e além disso ajudou na marcação, correu atrás dos adversários, até carrinho na marcação ele deu. 

Os torcedores querem ver jogadas de mestre, gols de placa, momentos para ficar gravados memória, mas para isso acontecer precisam dar tempo a Paulo Henrique.

O jogo foi uma prévia do que Ganso pode fazer pelo São Paulo e na minha opinião o jogador ainda dará muito alegria para o time do Morumbi.

Para os torcedores que tem a memória boa Dario Pereira chegou como promessa de ser um grande camisa 10, porém não se acertou no time, com o tempo virou volante e posteriormente um dos melhores zagueiros de sua geração, sendo titular do Uruguai em uma Copa do Mundo. Raí também chegou do Botafogo de Ribeirão Preto como promessa, demorou a render, mais de um ano, e depois fez o que fez pelo São Paulo. Um caso mais recente é o zagueiro Lugano, quando chegou era motivo de piada entre ostorcedores e comentaristas, logo depois foi campeão do mundo sendo uma das peças mais importante daquele time, portanto, os torcedores são paulinos devem esperar, pois a hora que Paulo Henrique Ganso se entrosar e achar seu lugar no time do Morumbi com certeza ele vai fazer a diferença.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Chegou a hora de ver quem é homem

                                                                               Foto: Ivan Storti



Por Felipe Pugliese


Dois resultados. Dois resultados que mostram que o São Paulo ainda não é um time pronto. Dois resultados que evidenciam a falta de “atitude” (citada pelo maior ídolo) e personalidade de uma equipe que planeja voltar ao caminho dos títulos.



Perder para o Bolívar por 4 a 3 (mesmo após abrir 3 a 0) foi um vexame, mas não deixou cicatrizes. Veio o clássico contra o Santos, o bandeira errou feio e o São Paulo foi derrotado de novo. O que mais inquieta é a falta de tesão dessa equipe.


Ney Franco já é um grande treinador. Mudou o São Paulo. Montou um time tecnicamente forte. Chegou a hora de mexer no emocional. Chegou a hora de ver quem é homem.  O treinador parece muito pacato... talvez esteja aí o problema.


A figura do São Paulo na derrota para o rival é Paulo Henrique Ganso. Como irrita vê-lo em campo. Parece que passeia pela orla de Santos. Na dá um pique o jogo todo. Passa os 90 minutos com a camisa seca. Desconfio que o camisa oito seja alérgico ao suor.


Retiro da minha crítica quatro atletas: Rogério Ceni, Cañete, Oswaldo e Jadson. O restante precisa afiar o facão e coloca-lo entre os dentes.  
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