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segunda-feira, 29 de abril de 2013
Matar ou morrer

quinta-feira, 25 de abril de 2013
Série A: Uma casa portuguesa, com certeza!
http://www.webradiolusa.com.br/noticias_m.asp?id_noticia=7767

domingo, 17 de fevereiro de 2013
CLÁSSICO! Sem vice-versa
Durante os dias que antecederam o clássico Corinthians x Palmeiras só se falava no abismo que separa, hoje, o campeão do mundo e o recém rebaixado. Diferença em receitas, em contratações, em elenco e por aí vai... O torcedor corintiano, com todo o excesso de confiança atual, pensava em massacrar o rival no Pacaembu. Mas duvido que não tivesse o receio de perder para o maior rival nessa fase difícil. Por que clássico você já sabe né?!

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Amarga espera

quinta-feira, 22 de março de 2012
Dérbi tem que ser no Morumbi
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Dérbi no Morumbi terminou em pancadaria na final do Paulistão de 99 |
Palmeiras e Corinthians são maiores do que o Pacaembu. O estádio municipal evidentemente é a casa mais aconchegante da cidade. Sua acústica, sua localização, a Praça Charles Miller, o bom gramado. Tudo isso credita o tradicional Paca, como é carinhosamente chamado, a receber o maior duelo da capital. No entanto, com o futebol em alta e os dois clubes em ótima fase, não há lugar melhor do que o Morumbi para ser palco do clássico.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Levado para o Paraguai, Choque-Rei emocina pouco
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Rivaldo Gomes/Folhapress |

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Após lambança, Leandro Amaro chegou ao nível de Darinta
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L. Amaro quer se tornar o novo Alexandre |
Um pênalti infantil numa partida em que o zagueiro vem atuando bem. Isso daí é como uma pessoa ganhar milhões na bolsa, fazer um investimento errado e perder tudo. É como ganhar na Mega-Sena e perder o bilhete premiado. É como escorregar na hora de receber o Oscar de melhor ator.
Vídeo do Darinta? Melhor nem procurar. Assim o mito continua!

segunda-feira, 16 de maio de 2011
A magia do futebol que sempre encantou o Brasil

A segunda conquista em três finais seguidas mostra que o Peixe sabe valorizar o Paulistão e tem feito dele combustível para outras conquistas. No caso, a Libertadores. O Santos segue forte na luta pela terceira estrela e muito em breve podemos acompanhar algo que se anuncia como a tônica dos próximos anos: Neymar dando show, levantando a taça e celebrando feito um moleque. Tomara que assim seja – principalmente com a camisa da Seleção.
Por não ser o maior rival de nenhuma equipe no país, o alvinegro da Vila Belmiro sempre contou com a simpatia do Brasil inteiro. O Santos de Pelé levava multidões aonde quer que fosse, tanto que preferiu ser campeão Mundial de 1963 no Maracanã lotado – feito igualado apenas por dois times, o Uruguai em 1950 e o Corinthians em 2000.
Primeiro nos tempos de Robinho e agora com Neymar, o Peixe está novamente nas graças do brasileiro, acostumado a ver brotar craques no solo fértil da baixada santista. Parabéns ao Santos, por alegrar os domingos de futebol e pelo bi campeonato Paulista, vencido com méritos.
Enquanto muitos vão contra os estaduais, sigo sendo favorável a preservação dos campeonatos. Por fazer parte da cultura futebolística nacional e por colocar os rivais cara a cara. Os estaduais trazem para dentro de campo a rivalidade da padaria, da escola, do trabalho, aquela que faz a derrota ser amarga, a segunda-feira ser ainda mais difícil de acordar.
E como doeu o timbre do despertador na manhã dos atleticanos e dos tricolores gaúchos, ambos com a vantagem na mão após a primeira partida. No Sul, o Gre-Nal dos desesperados terminou com festa colorada em pleno Olímpico. Um pouco de ar para o técnico Falcão. Em Minas, a festa cruzeirense amenizou por ora a dor da queda precoce na Libertadores. Sorte do Roger, que festejou como se fosse um Copa do Mundo, esquecendo do cartão vermelho logo na primeira etapa do jogo da eliminação do Cruzeiro.
Em Goiás e na Bahia deu Davi contra Golias. Atlético-GO e Bahia de Feira derrubaram Goiás e Vitória, respectivamente. Mas nenhuma festa foi tão bonita quanto a do Santa Cruz. Na Série D há algum tempo, o torcedor do Santa contou as horas para o grito de campeão, e ele dentro do Arruda lotado. Festa inesquecível para os tricolores comandada pelo técnico Zé Teodoro, ex-jogador do São Paulo, e pelo centroavante Gilberto, que chegou a falar no canal Sportv como reforço corintiano, mas que está próximo de acertar com o Internacional.

sábado, 7 de maio de 2011
Duelo de alvinegros
Corinthians e Santos, ou Santos e Corinthians – para não me acusarem de falta de imparcialidade –, começam às 16h de domingo (8/5), em pleno dia das mães, a decidir (finalmente!) o Campeonato Paulista de 2011.
Protagonistas da decisão do estadual de 2009, vencido pelo time da capital, as duas equipes chegam para o clássico em momentos diferentes. O time da Vila está nas quartas de final da Libertadores (o único brasileiro que sobreviveu), tem Neymar e Ganso num momento especial. Já o Corinthians tenta salvar o primeiro semestre na base da superação (após eliminar o Palmeiras na bacia das almas). Mas, como diria o sábio, clássico é clássico, e não vai faltar rivalidade dentro das quatro linhas.
De quebra, os alvinegros duelam pela hegemonia do Paulistão neste começo de século. Com três títulos cada, os dois times são os maiores vencedores da competição desde 2001 e terão a chance do desempate – o Corinthians ficou com a taça em 2001, 2003 e 2009, enquanto o Santos levou o caneco em 2006, 2007 e 2010. Vai ser um tempero a mais (apesar de esnobarem constantemente a importância do estadual).
Opiniões à parte, Santos e Corinthians, o mais antigo dos clássicos paulistas (primeiro jogo foi em 1913, no Parque Antártica, com vitória santista por 6 a 3), é sempre um prato cheio. Fatos peculiares marcam essa rivalidade. Os tabus são um bom exemplo disso. Os corinthianos ficaram 11 anos sem ganhar do rival, de 1956 a 1968. Foram 22 jogos, e muitos... muitos gol do Pelé. Quando o jejum finalmente chegou ao fim, em um Pacaembu aos delírios, jogadores e torcedores comemoraram como um título. Depois o Corinthians deu o troco e ficou sete anos sem perder do Santos, de 1976 a 1983.
A rivalidade foi ainda mais acentuada por lances inesquecíveis. Como não lembrar daquele gol do Serginho Chulapa decidindo o campeonato de 1984 ou do gol de Ricardinho nos últimos minutos da semifinal do Paulistão de 2001? E as pedaladas de um Robinho ainda moleque, em 2002 (esse lance deixa, até hoje, os corinthianos atordoados)? Teve também o 7 a 1 para o Corinthians no Pacaembu, com exibição de gala de Carlitos Tevez, em 2005, e o gol histórico de Ronaldo na Vila Belmiro, em 2009.
Por conta disso tudo e muito mais, o clássico de amanhã vai ser daqueles. Só esperamos que o bom futebol não seja assassinado (como foi no primeiro tempo de Palmeiras e Corinthians), não é mesmo? Para esquentar ainda mais essa paixão clubística na véspera da decisão, abaixo vão quatro vídeos que estão na história desse confronto de alvinegros.
E para você, nosso leitor (que quero ver cada vez mais por aqui), qual clássico entre Corinthians e Santos não sai da sua memória?
