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quarta-feira, 20 de março de 2013

Prévia da Copa das Confederações

Por Gabriel Duque

Após a derrota para a Inglaterra, a seleção vai apenas para o segundo jogo da nova Era Felipão. Mas já é o segundo clássico e uma preparação para o confronto entre Brasil e Itália na fase de grupos da Copa das Confederações deste ano. Os principais problemas para o treinador são os desfalques canarinhos, com as ausências de Ramires, Paulinho e Lucas.

Sem estes atletas - os dois volantes considerados titulares -, Luiz Felipe não terá sua força máxima e ainda irá enfrentar um adversário bastante entrosado, pois a Azzurra vem jogando com a base do time da Juventus. O meio-campo rival é formado pela equipe de Turim com Marchisio e Montolivo, atletas bons na marcação e na saída de jogo, e Pirlo, o maestro do selecionado. No ataque, vem o polêmico Balotelli, do Milan, e a outra vaga é disputada por El Shaarawy e Osvaldo.



Se a Itália tem a equipe praticamente escalada, o Brasil começa mais uma fase de testes. O primeiro treino teve a volta de dois marcadores no meio-campo, com Fernando e Luiz Gustavo, e Oscar na armação. Filipe Luis também ganhou uma chance na lateral-esquerda e o ataque foi trabalhado com Neymar, Hulk e Fred. Durante a atividade, Kaká entrou no lugar de Oscar, Marcelo foi acionado na ala esquerda e Hernanes atuou na vaga de Luiz Gustavo.

O único setor consolidado do Brasil é a zaga com Thiago Silva e David Luiz e o gol com a experiência de Julio Cesar. No entanto, mesmo recheado de testes e sem o entrosamento ideal, o time canarinho precisa mostrar resultado imediatamente contra a atual vice-campeã europeia. Além disso, há um tabu em jogo. A equipe verde-amarela não perde para a Azzurra desde o Mundial de 1982.

De lá para cá, foram cinco partidas com três vitórias brasileiras e dois empates, sendo uma igualdade na conquista do tetra na decisão da Copa de 1994. Com retrospecto recente favorável, a seleção comandada por Felipão entra em campo contra a Itália nesta quinta, às 16h30, em Genebra, na Suíça.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Seleção terá desafios de verdade em 2013

Por Gabriel Duque

Cair em um grupo com o Taiti não ia ajudar em nada no desenvolvimento da nova seleção brasileira, agora com Felipão no comando. Ainda bem que o sorteio cheio de gafes, com a estranha apresentação da bola Cafusa e com o chef Alex Atala atrapalhado arrumou uma chave complicada para a equipe nacional.

Jogar a primeira fase da Copa das Confederações contra a forte e tradicional Itália, o rápido e habilidoso Japão e o sempre complicado México será um grande desafio para o time canarinho se aprontar para o Mundial de 2014. Em apenas um torneio, o selecionado poderá enfrentar três estilos bem diferentes.

A Azzurra, atual vice-campeã europeia, se renovou, principalmente, no ataque com El Shaarawy e Balotelli de titulares, mas, contra o Brasil, vai apostar certamente em uma linha de quatro homens no meio-campo, privilegiando a defesa e o contragolpe.

O único lamento se dá pelo fato do técnico Cesare Prandelli já dizer que pode abrir mão de alguns atletas em detrimento da Eurocopa sub-21, competição simultânea à Copa das Confederações. O último encontro com a Itália ocorreu justamente na edição anterior do torneio pré-Mundial, em 2009, com vitória brasileira por 3 a 0, com dois gols de Luis Fabiano.

Os nipônicos, por sua vez, foram goleados pouco tempo atrás com a melhor formação encontrada por Mano Menezes à frente da seleção. O rival oriental tem uma geração de potencial, com Kagawa e Honda na armação e os velozes laterais Ushida e Nagatomo, porém deixa espaços em sua zaga, os quais poderão ser muito bem explorados por Neymar, Oscar e companhia.

Contudo a pedra no sapato parece ser mesmo o time mexicano, que já venceu a seleção verde-amarela duas vezes neste ano. Na final das Olimpíadas de Londres, Peralta aprontou para cima do Brasil e nos fez amargar novamente a prata. Já, em junho, Giovani dos Santos e Chicarito Hernandez balançaram as redes e nos derrotaram. Não tem sido fácil encaixar o jogo contra o México, um time compacto, seguro na defesa e perigoso no ataque.

Apesar de tudo, a seleção de Felipão é favorita para avançar de fase e pegar Espanha ou Uruguai na semifinal. E o título da Copa das Confederações pode ajudar a dar confiança ao jovem grupo, mas o fundamental é dar corpo ao time para 2014.
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