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domingo, 9 de outubro de 2011

Revanche!? Tenta a sorte Sonnen


Confesso que antes de entrar na RedeTV, eu não gostava de UFC, mas com o contato diário e a necessidade de ter que entrevistar os principais nomes da modalidade, a admiração e gosto pelo MMA foram questão de tempo.

Hoje em dia, uma boa luta já me faz trocar qualquer balada pelo UFC. Por isso, nada melhor que um texto sobre a modalidade.

Na noite deste último sábado, tivemos um evento espetacular, com ótimas lutas. Aldo manteve o cinturão, em combate onde foi extremamente superior ao adversário, Kenny Florian. Na luta principal da noite, Frank Edgar também manteve seu cinturão, ao nocautear com muita propriedade, o adversário Gray Maynard, no quarto assalto de luta muito equilibrada.

Mesmo com duas defesas de cinturão, o momento principal foi propiciado pelo lutador que causa raiva aos brasileiros, Chael Sonnen. Depois de insinuar que no Brasil se servem drogas na merenda e sempre menosprezar os lutadores da pátria, o americano que deveria ter o apelido de O “marqueteiro arrogante”, pegou o microfone após ganhar de Brian Stanin e olhando fixo para Anderson Silva, proferiu palavras de baixo calão para o melhor do mundo e lançou o desafio eu quero uma revanche, se eu ganhar você deixa a categoria, se você ganhar eu deixo o UFC”.

Neste domingo, Dana White já se mostrou a favor da revanche. O americano, que tem um Wrestling como poucos, fez o brasileiro sofrer no primeiro confronto entre ambos, mas foi finalizado em belíssimo triângulo de Spider. Após o combate, foi constatado que Sonnen estava dopado e Anderson com a costela machucada.
Apenas uma palavra, em nome de todos os brasileiros, que venha Sonnen de novo. Vai pra cima dele Spider.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O esquenta NÃO TÃO QUENTE da balada

Chega a ser injusto, no atual momento do futebol brasileiro, a seleção nacional querer disputar preferência com o Campeonato Brasileiro. O torcedor que outrora esperava ansiosamente pelos jogos da amarelinha, às vésperas de uma Copa no Brasil, não faz mais tanta questão assim.

O que temos pra hoje? Começa pelo fim da tarde a corrida dos jovens para encontrar um lugar para se divertirem na noite de sexta, começo do final de semana. VIPs, música e amigos são as opções. Certamente, se todos os planos fracassarem ainda existe um joguinho da seleça às onze da noite pra distrair ou para anteceder a balada (o esquenta).

Mais um jogo da seleção, o décimo primeiro no ano. E esse contra a fraca Costa Rica, terá o primeiro tempo jogado na sexta-feira e o segundo no sábado, horário de Brasília. O jeito é combinar a partida com o bar.

Júlio César, Fábio, David Luiz, Thiago Silva e Adriano; Ralf, Luiz Gustavo e Ronaldinho Gaúcho; Neymar, Lucas e Fred.

Analisando a escalação da seleção, percebo que Mano ainda não encontrou uma espinha dorsal, tão importante neste período de renovação, para estruturar seu time. Acredito que apenas três possuem o "vale night" na balada do Mano, Thiago Silva, David Luiz, e Neymar. Daniel Alves e Lucas Leiva têm grandes chances de aumentar esse trio seleto para compor os titulares em 2014.


A situação de Ronaldinho Gaúcho, o 10 e capitão verde-amarelo é de um substituto emergencial, vejo-o como um tapa buraco deixado por Ganso. Seu jogo não se encaixa com o de velocidade e contra-ataques do Brasil. O futebol tupiniquim mudou. Ele não é mais o protagonista, e acertadamente, reconhece isso. A cadência de seu jogo, os excessos de lançamentos destoam da velocidade de Lucas e do “pequeno Deus”, Neymar. Voltou à seleção pelas belas atuações com a camisa rubro-negra, quem não se lembra do jogo do ano, onde o gaúcho colocou Neymar e companhia em segundo plano? Mas defendendo o Brasil persiste em não convencer.

A renovação é um processo delicado, ainda mais quando um treinador não possui a melhor seleção do mundo. Hoje somos os sétimos, com justiça. Temos que acordar e não se preocupar apenas com os estádios da Copa. Precisamos de um time, urgente!

Foi épico


Dia 14 de outubro de 2011. Em uma semana as Américas devem focar seus olhares aos Jogos Panamericanos de Guadalajara. É bem verdade que o interesse, pelo menos no Brasil, não é dos mais empolgantes para o evento. Não sei explicar os motivos, mas o fato de a Rede Globo não estar divulgando absolutamente nada sobre tal acontecimento (os direitos de transmissão pertencem a Rede Record) com certeza influencia na falta de interesse. Isso me preocupa (!).


Contudo, a hora não propícia para reclamações e, sim, para mostrar ao torcedor alguns motivos para acompanharmos os jogos do México. Vitórias marcantes do Brasil em outros Panamericanos é o principal ingrediente.

Quem não se lembra da memorável conquista do Basquete Feminino contra a anfitriã Cuba, em 1991? A mão leve de Hortência nos lances livres. Pontos preciosos que vinham acompanhados de um eterno suspiro antes do arremesso. A magia de Paula sincronizada com a velocidade de uma jogadora considerada de baixa estatura, mas dona de uma liderança invejável. No final a grande recompensa: Fidel Castro entregando as medalhas às verdadeiras campeãs. Foi épico.

Em Guadalajara o nosso basquete estará muito bem representado. Nossas duas seleções já estão com o passaporte para Londres carimbado. A natação e o atletismo também são grandes esperanças de medalhas, como sempre foram.

Por falar em medalha, o Brasil tem obrigação de buscar uma colocação ainda melhor do que a de 2007, quando os jogos foram disputados no Rio de Janeiro. Na ocasião, ficamos com o terceiro lugar, com 157 vitórias penduradas no peito. #EUACREDITO!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Os que não vingam


Peço licença ao caro amigo e leitor para uma divagação que já venho querendo fazer há algum tempo: as contrações que dão errado.

Qual o torcedor que nunca se decepcionou com uma contratação feita pelo seu time, seja ela de um grande jogador, de uma promessa, ou de um desconhecido? Em minha opinião, fora a derrota, a sensação frustrante que nos abate com o atleta que não rende com o manto sagrado de nossos times é a pior de todas.

A grande ansiedade que vivemos nas janelas de transferências vem seguida por uma grande esperança com os jogadores que chegam. Sempre acreditamos que os contratados podem mudar o time, em alguns casos acreditamos que eles podem ser a peça que faltava para dar certo, que vão carregar o time nas costas.

Tudo muito bonito no papel, até que vêm os jogos. Passa o primeiro, o segundo, o terceiro e nada do “craque esperança” resolver, sequer jogar bem. A dúvida já começa a pintar e a desconfiança paira no ar. De repente, o jogador desencanta, faz gols, dá assistências e a sensação de esperança volta, para no restante da temporada se diluir e virar birra.

O final do ano chega, você vê os seus preferidos saírem, enquanto reza para os que não gosta terem o mesmo destino, principalmente os que botou mais fé. Quando eles ficam, por qualquer motivo, principalmente fé da diretoria que não quer dar o braço a torcer por um erro cometido, você ainda tenta acreditar que foi só uma temporada ruim e no segundo ano ele pode se acostumar com a pressão e mostra a que veio realmente.

Mais jogos, mais frustração, mais birra. Até que você percebe e ele é uma das únicas opções do seu time, quando não joga de titular. De quem eu estou falando? Escolha o seu exemplo, de acordo com seu time, nomes não faltam. No meu caso, eu tenho de agradecer ao Marlos por tanta inspiração.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Domingo no parque

O menino branco cujo corte de cabelo revelava seu sangue judaico parecia feliz, apesar de sozinho. A bola era suficiente para ele. Apesar do parque lotado, graças ao ensolarado domingo, o garoto, mesmo só, aparentava estar perfeitamente acompanhado. Foi quando ele deixou a pelota escapar de seu até então invejável controle.

Como um atacante que surge na cara do gol sem os zagueiros notarem, apareceu outro menino, este de pele escura, com pelo menos quatro anos a menos que o protagonista de minha observação até agora. Sem pensar duas vezes, chutou a bola para longe.

A família do segundo garoto, como eu, olhou a cena com um ar de curiosidade pelo o que estava por vir. A mãe, aliás, já preparava uma sonora bronca para cima do menino levado que, em vez de devolver a redonda, preferiu entrar na brincadeira com uma bica para longe.

O garoto branco, sem entender, ficou parado. O mulato saiu correndo atrás da bola, deu meia volta com ela nos pés e a devolveu ao dono. Não satisfeito, continuou em alta velocidade com a finalidade de, desta vez, fazer uma digna roubada de bola. Não conseguiu. Acabou levando um digno drible da vaca.

O mais velho, porém, não empinou o nariz. Após o drible, que mostrou de vez a todos que ele levava jeito pra coisa, devolveu a bola para o mais novo. Ali estava fechado um pacto: os dois estavam no mesmo time.

E assim ficaram por uns bons 30 minutos, fazendo um jogo inesquecível, fruto somente de suas cabeças juvenis, cheias de imaginação e desapego com a realidade monótona. Passavam por marcadores invisíveis, faziam tabelas desviando das cestas de piquenique e finalizavam no vão existente embaixo dos bancos.

Em cima de um desses bancos, estava eu, que acabara de ser notado por um dos craques daquela tarde no parque. Foi o mais velho que notou, com uma cara ligeiramente envergonhada. Talvez ele fosse velho demais para brincar com alguém tão novo e, afinal de contas, fazer jogadas no vazio. Talvez... ainda bem que ele pensou assim.

Continuou a jogar, agora olhando para mim após cada finalização. Buscava um sorriso, um novo membro no time ou talvez aplausos para que na brincadeira também houvesse a figura do torcedor. Dei um sorriso simpático, fiz um gesto assertivo com a cabeça e me levantei. Louco de arrependimento por não estar com minha câmera fotográfica, olhei para trás e marquei a cena daqueles dois garotos na memória.

Futebol tem dessas coisas.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Termos e gírias do futebol americano

O Paixão Clubística já te ajudou como acompanhar um jogo de futebol americano além de compreender o que é falta para os árbitros deles. Mas se for assistir a uma partida pela ESPN vai ficar sem entender alguns termos usados por Paulo Antunes, o comentarista oficial da emissora. E o PC está aqui, mais uma vez, para deixar o jogo menos complicado. Separamos as palavras mais usadas para você não ficar igual aquelas pessoas que não entendem nada de futebol e sempre perguntam o que é impedimento ou porque os times trocaram de lado.

Blitz: Jogada da defesa em que o objetivo é pressionar o QB para ele lançar a bola sem precisão ou sofrer um sack. Para ela ocorrer marcadores que normalmente ficam esperando o lançamento também vão pressioná-lo, então se não for bem feita, haverá recebedores livres e a chance de conseguirem uma boa jogada é grande.

Fumble: Perda acidental da bola seja por descuido ou por algum tackle. Sempre que ocorrer o fumble a posse de bola é do time que a recuperá-la.

Fair catch: No momento que algum time chuta o punt algum corredor da outra equipe está pronto para receber a bola e correr. Mas se os marcadores chegaram nele antes que pegue a bola, o próprio corredor acena com o braço. A partir deste momento ele não pode avançar com a bola assim que agarrá-la, mas os marcadores também não podem derrubá-lo.

Hail Mary: Jogada do ataque bem parecida quando até o goleiro vai tentar cabecear na área adversária. Ou seja, faltando poucos segundos para o término da partida todos os recebedores correm para a endzone e o QB lança com o intuito de empatar ou virar o placar, mas isso é bem raro.

Huddle: É a famosa reunião que os atletas fazem antes de se posicionarem para fazer alguma jogada.

No huddle: Quando não ocorre a reunião. Também ocorre mais no fim dos jogos e quando a equipe no ataque esta perdendo. A intenção é começar a jogada o mais rápido possível e pegar a defesa desarrumada.

MVP: Sigla de Most Valuable Player é a premiação ao melhor jogador de uma partida, rodada ou até de todo o campeonato.

On-side kick: Outra tática do time que está atrás no placar e falta pouco tempo para o término do jogo. Ao invés do kicker chutar o kickoff o mais longe da sua endzone, ele tenta fazer com que a bola apenas passe as 10 jardas obrigatórias e um de seus companheiros recupere-a para o time continuar no ataque. Mas também é raro o time que chutou ter sucesso.

Play-action: Quando o QB finge entregar a bola para o corredor, mas se posiciona para o passe. Tática para tentar iludir a defesa.

Pocket: Área imaginária em que o QB está protegido por sua linha ofensiva.

Scramble: Jogada do QB para fugir de um sack. Ele corre para fora do campo ou se joga no chão de propósito.

Turnover: Qualquer jeito em que o ataque perde a bola pra defesa. Normalmente uma interceptação ou um fumble.

Wild Card: Famosa repescagem. Das 32 equipes da NFL 12 se classificam para os playoffs. Desses 12, os dois melhores de cada conferência folgam e esperam os vencedores dos quatros jogos de Wild Card.

Sede de Títulos: A Lição Cruzmaltina Ficará para Sempre


Sim, companheiros apaixonados. O campeonato mais disputado do mundo afunila, são separados os mininos dos homens, quem é quem, quem vai, quem fica. E se antes a idéia geral era de que "ninguém quer ganhar o brasileiro", agora sabemos que não é bem assim. Os candidatos se firmam, e agora temos na ponta um time sólido, que parece pronto para o título.


O Vascão dá uma lição para jamais ser esquecida. Campeão com sobras da Copa do Brasil, espantando pros ares a "Síndrome de Vice", Ricardo (Firme Forte, Amém!) Gomes jamais abdicou de lutar pelo título do Brasileirão. Mandou para os ares o velho discurso de que "já temos a vaga na Libertadores, teremos agora um laboratório". Balela. Poupou quando precisou, em nome do título no primeiro semestre. E com Bernardo e Elton no comando, a equipe somou pontos importantes no começo.


RG manejou com muita destreza o elenco que a serena diretoria de Roberto Dinamite, chefiada por Rodrigo Caetano, montou. Juninho chegou, o ídolo. Felipe cresceu, adaptado. Dedé se firmou como melhor zagueiro do país. Prass, como um goleiraço. Fagner superou as lesões, assim como Éder Luís e Alecsandro. E Diego Souza? Um Monstro. Decisivo, aplicado, sem polêmicas. De volta à Amarelinha, com muita justiça.


E aquilo que todos achavam que poderia desacelerar o Trem Bala da Colina se tornou o fator decisivo pra arrancada. O mau-estar do comandante, que o levou à UTI, ao risco de vida. A equipe se uniu, a diretoria apostou no fiel escudeiro Cristóvão Borges. E o grupo passou a tratar a conquista quase como obsessão. A torcida, em lua-de-mel desde o título, abraçou a idéia. E o líder está a algumas rodadas da glória, melhor homenagem possível à RG.


Valeu a pena apostar, acreditar, não ser acomodado, não ter preguiça. Os outros postulantes- São Paulo, Flamengo, Corinthians- que se apressem em evoluir, mostrar algo de novo. O Trem Bala está pronto, sedento! E a lição para todos os dirigentes e técnicos está dada para os próximos anos...

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Ou sai o Felipão ou saem os jogadores

Caio Júnior e Jorginho são melhores do que Felipão
O motivo pelo qual treinadores ficam pouco tempo num mesmo clube no Brasil é obscuro. A pressão da torcida por títulos, evidentemente, é um dos motivos. Mas não é o único. Como diz o professor Luxemburgo, o futebol é dinâmico. Vejam o Fluminense. No fim do ano passado, campeão brasileiro. Bastaram alguns tropeços na fase de grupos da Libertadores e, claro, pediram a cabeça do vitoriosíssimo Muricy Ramalho. E no Palmeiras não é diferente.

Ninguém aqui (e é ninguém mesmo) duvida de que é muito difícil treinar o Palmeiras. “Eles criticam o Kleber, o Felipão, o Pedro, o Paulo. Acho que podiam parar de gastar tinta porque nada no clube vai mudar enquanto eu estiver aqui. Podíamos chamar grafiteiros para fazer um trabalho bonito no local”, afirmou Felipão quando perguntado sobre as pichações nos muros de Palestra Itália.

O Palmeiras soma apenas duas vitórias nos últimos 14 jogos. Além disso, a torcida vive uma carência de títulos importantes desde a conquista da Libertadores em 1999. Por isso, a paciência com Felipão, que foi um dos responsáveis por esse último momento de glória Alviverde, acabou.

Se Kleber, Valdivia, Maurício Ramos, Gabriel Silva e companhia não gostam do treinador --e principalmente não correm por ele--, temos duas opções: ou a diretoria tira o Felipão ou o Felipão tira os jogadores que não estão dando o sangue. E tirar não significa colocar no banco. É vender, mandar treinar em Guarulhos...

Se tudo continuar como está, a vaga na Sul-Americana está garantida. Se alguém se mexer (diretoria ou Felipão), acredito que a equipe tenha potencial para buscar um lugar na Libertadores do ano que vem --muito também pela incompetência dos adversários.

domingo, 2 de outubro de 2011

Mudei de ideia




Escreveria sobre Luis Álvaro Ribeiro.

Na verdade, o exaltaria.

Mudei de ideia.


Kaka merece minhas palavras, não que sejam grandes coisas.

O brasileiro parece que voltou, pelo menos, a atuar no nível europeu.

Disse em entrevista ao Esporte Espetacular que está feliz. Voltou a se divertir dentro das quatro linhas.

Quer a seleção, mas não tem isso como grande obsessão. Sabe que tudo tem o seu tempo.

Gostaria de ter Neymar ao seu lado na Espanha, claro.

Se Mano Meneses se rendeu a Ronaldinho Gaúcho provavelmente não deve resistir Kaka.

Me parece a escolha certa.

Agora, se tudo isso for apenas mais uma tentativa em recuperar o bom futebol, o futuro próximo de Kaka me parece já estar definido.

Voltar ao Brasil.

sábado, 1 de outubro de 2011

Um passo e tanto de Neymar


Confesso que nunca liguei muito para a eleição de melhor do mundo da FIFA, mas agora isso mudou. Não que eu esteja empolgado para saber se Messi, aos 24 anos conseguirá seu terceiro troféu, igualando-se aos maiores ( Ronaldo e Zidane), longe disso. O Ponto é que pela primeira vez um jogador atuando no Brasil pode ser indicado para o posto.

Todos os boleiros já sabem que estou falando de Neymar, é impossível ignorar o que o garoto vem fazendo pelos campos, seja no Brasil ou na Europa, com o Santos e a Seleção Brasileira. Se o garoto já vem contrariando a lógica ao permanecer no clube da Vila Belmiro, deixando para trás propostas dos dois maiores do velho continente, a consagração com a benção da FIFA pode romper de vez todos os patamares.

Caso seja indicado para a premiação, o jogador será o primeiro a conseguir o feito jogando fora do continente europeu. Mais do que isso, em um futebol brasileiro que volta a ter craques em seu campeonato nacional, este fato pode ser o passo definitivo para que o êxodo descontrolado de atletas cada vez mais jovens cesse.

Isso mesmo, a indicação de Neymar para o prêmio de melhor do mundo torna o Brasil mais forte, mostra que jogador bom não tem que ir para a Europa se consagrar. A mudança de mentalidade pode tornar o brasileirão cada vez mais forte, os atletas vão pensar duas vezes antes de irem para clubes obscuros.

Com mais craques e atletas de alto nível o retorno financeiro vai aumentar e os clubes não precisarão vender logo suas estrelas que mal brilharam. A Seleção vai ter mais jogadores atuando no país, o que naturalmente vai trazer uma identificação maior, definitivamente é um passo e tanto.
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