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Rivaldo Gomes/Folhapress |
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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Levado para o Paraguai, Choque-Rei emocina pouco

Velhos Luxemburgos de sempre

Por Felipe Pugliese
Há pouco mais de um ano Tite era um cara chato, cansativo de se ouvir... hoje reconheço que é um conhecedor do futebol. Talvez, no quesito tática, esteja entre os três melhores em atividade no Brasil. Contudo, não vou dedicar este texto ao treinador do Corinthians, mas sim pegar um gancho numa discussão que o gaúcho dos pampas abriu no programa Mesa Redonda.
Por que clubes brasileiros não arriscam na contratação de um técnico europeu?
O futebol inglês, por exemplo, é muito diferente do brasileiro na prática. Muito mais gostoso de assistir. Todos têm a obrigação de saber jogar com a bola nos pés. Reconheço que isso é cultura plantada há décadas, todavia acho que passou da hora de mudarmos alguns conceitos.
Trazer alguém com idéias novas de futebol seria uma saída muito mais interessante do que recorrer aos velhos Luxemburgos de sempre. Dinheiro para isso nós temos, falta coragem de arriscar.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Meu "Choque-Rei" inesquecível!

Por Luiz Felipe Fogaça
Neste domingo, São Paulo e Palmeiras se enfrentam em Presidente Prudente, naquele que é chamado de Choque Rei. O apelido foi dado pelo jornalista Tomaz Mazzoni, em referência a uma época em que os times conquistavam a maioria dos títulos, sem dar chance aos seus rivais. Os times disputavam entre si o poder hegemônico.
O clube do Morumbi, que não vem se dando bem nos últimos clássicos, salvo a vitória sobre os reservas do Santos na última rodada do Brasileirão de 2011, leva vantagem no confronto direto contra o Palmeiras, com 103 vitórias contra 98 do alviverde, ainda aconteceram 98 empates. Em contrapartida, o Palmeiras nunca perdeu um clássico jogando em Prudente.
Estatísticas e tabus a parte, quero falar do meu São Paulo e Palmeiras inesquecível. Como não poderia ser diferente, o Choque Rei que guardo com mais carinho na lembrança, aconteceu em uma Libertadores, torneio no qual nunca perdemos para o Palmeiras.
No dia 18 de maio de 2005, o São Paulo foi ao Parque Antártica para enfrentar seu arquirrival , em confronto válido pelo primeiro jogo das oitavas de final do torneio continental. O São Paulo entro em campo com Rogério Ceni, Cicinho, Fabão, Lugano e Júnior, Renan, Josué, Mineiro e Danilo, Grafite e Luizão.
A partida foi truncada, ríspida, com boas chances para ambos os lados, até que Cicinho arriscou e acertou um lindo chute na gaveta de Marcos, que nem viu a cor da bola. Por um instante o Palestra se calou, a minoria Tricolor, fez a festa e cantou “silêncio no chiqueiro”. No jogo de volta nova vitória Tricolor por 2 a 0 e continuamos nossa arrancada para o título.
Ainda tem muitos outros jogos que lembro, como o do Rio-São Paulo que eliminamos o Palmeiras pelos cartões, ou o confronto pela Copa do Brasil em que Rai fez lindo gol de letra, que deu nome a sua fundação. Sem dúvidas belas lembranças do clássico. Agora é esperar por domingo.
Confira os melhores momento do meu São Paulo e Palmeiras inesquecível :

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Falta Carnaval ao futebol

Por Luiz Felipe Fogaça
Antes do Carnaval queria ter escrito um texto para criticar o já não tão recente estilo adotado pela maioria dos técnicos brasileiros em que só o resultado importa. Queria aproveitar a época de festa, alegria, folia, para pedir um pouco mais de alegria no futebol. Não quero ser romântico e muito menos nostálgico, até por que não presenciei a época que diversos, pais, avôs, comentaristas, jornalistas falam que o futebol era espetáculo.
Hoje vamos à contramão de tudo isso e é raro quando vemos uma caneta, um lençol, uma carretilha, não é a toa que a torcida vibra como se fosse gol. Chegamos a um ponto que discutimos se é certo fazer isso ou é desrespeito.
Não menosprezo jamais o futebol de resultado, que por muitos anos me trouxe a alegria dos títulos, mas falta um pouco de carnaval ao futebol. Sim CARNAVAL, alegria, fantasia, beleza, desfile, descontração, brincadeiras.
Não é exagero dizer que os volantes são os principais jogadores dos times, não aguento mais volante na zaga, na lateral, na meia, até de atacante. Chega de criar jogadores que robôs, que só correm, marcam e passam de lado, talvez até por isso muitos jogadores sejam promovidos tão cedo ao status de craque, a sede pela beleza do jogo, pelo espetáculo, mata os torcedores, que querem sempre a vitória, a raça, mas que deliram com a habilidade, o drible.
Enquanto falta carnaval ao futebol, o futebol invade cada vez mais o carnaval e por pouco não acabou com uma das festas mais bonitas e alegre de todas, a diversão preferida de milhões.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Falta ideia na cachola

Por Felipe Pugliese
personalizadas.
Pelé socava o ar como ninguém, ou melhor: Pelé socava o ar como um Pelé. O dedo de Ronaldo, quando levantava, era para delirar o brasileiro. Marcelinho Carioca girava os braços para trás como uma criança. Donizete virou pantera graças as suas comemorações animalescas. O que dizer então dos “papais” Bebeto, Romário e Mazinho. Joelhos cravados no gramado com o braço erguido para a Fiel, esse era Neto. Raí tinha o seu jeito tímido, mas que alucinava o são-paulino. Paulo Nunes era mais atrevido, abusado...e por aí segue a lista dos alegres mortais do momentos mais extasiante do futebol.

Sucesso antes do PES, Torneio de Botão remete pais e filhos à infância
Por Alessandro Lefevre
Gato Fernandez bate o tiro de meta. A bola chega até Roberto Carlos, que lança Rivaldo. Ele faz bela tabelinha com Alex e cruza prá Valdivia - PRO GOL - mandar de peixinho pro fundo das redes e abrir o placar. No banco, Tonhão comemora!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Mais um capítulo do tabu
E novamente, o pequenino Jorge Henrique foi o cara do embate. Fez o que quis com os são-paulinos, assim como na última rodada do Brasileirão com os palmeirenses. Ele deu a assistência para o gol de ZZZZZ.. idanilo (que façamos justiça, na hora do "vamo vê" ele não foge não!), marcou, driblou, provocou, e como em todo Majestoso que se preze, fez de "bobo da corte" João Felipe que foi expulso da realeza por um pontapé de juvenil no corintiano.
E olha que não estávamos com Alex, Sheik e Liédson. O vareio iria ser como o do ano passado, dirão os corintianos nas rodas de debate e gozações por toda semana. Esse é o verdadeiro Paulistão. O que vale mesmo são os clássicos. O resto não empolga ninguém.
Já pelo lado tricolor, vejo uma Ferrari - não uma Red Bull - guiada por um Rubens. Um comandante que não é o mesmo faz tempo, ultrapassado e que não consegue largar o osso. Era notório, desde o início do jogo, que o lado direito da defesa sãopaulina era o ponto fraco do time. João Felipe, improvisado na lateral, que não compromete contra um Comercial, mas quando o bicho pega não dá. E Paulo Miranda, segundo jogo seguido com falha resultante em gol.
Do meio pra frente dois jogadores de alto nível por posição e lá atrás um único zagueiro tendo que jogar por dois ou três. Mencionei há três semanas num texto que escrevi pro Paixão, que os zagueiros contratados para esta temporada não inspiram confiança. Isso desequilibra e faz com que o time sofra contra equipes já formadas.
Mas não é o fim do mundo, existem fatores a serem destacados. O São Paulo tem goleiro. Dênis mostrou no clássico que pode suprir a ausência de Ceni. E enfim, o time do Morumbi encontrou um lateral esquerdo. Duas carências que preocuparam para os torcedores neste começo de ano.
A conclusão desse clássico?? Início de temporada, claro, mas sem bairrismo: o melhor futebol do país é o Paulista. E mais... no Pacaembu o futuro campeão continental levou a melhor sobre o futuro campeão nacional.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
O que não vi

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Dentro de campo, Marasmo. Fora, o Bicho Pega!

- Já passou da hora dos nossos queridos e honestos cartolas reverem a posição dos Estaduais. Papo antigo, eu sei. Mas não dá mais. Ou tira o torneio ou muda o formato. Paulistão, por exemplo: 19 jogos sem torcida, pra classificarem 8 e começar um novo campeonato. Um formato inchado, sonolento e que favorece apenas a TV Plin-Plin. Ou alguém realmente se empolga com os malditos jogos das 22h do meio da semana?? Absoluto desrespeito com o torcedor!
- No Sul, é ainda começo de fevereiro e a direção gremista já está em choque. Após investir pesado, Kléber Gladiador (600 mila mensais) já começou a justificar o apelido. Sua esposa fugiu de Porto Alegre para prestar queixa contra o próprio em MG: agressão. Ele garante que houve mal-entendido e que não deixará a situação influenciar no seu rendimento. Caio Júnior, sem resultados, sente a sombra do Pofexô Luxa, que nem bem terminou de ser fritado e já foi sondado. Veremos.
- No clube de maior torcida no país, a foto que ilustra o momento do clube: Patrícia Amorim dançando de tererê na chegada de Vágner Love. Trazido por 20 milhões a serem pagos em três vezes. Ora, o Mengão deve milhões a Deivid, que já entrou na justiça, acon
selhado pelo próprio clube, para tentar entrar em acordo; Alex Silva já se mandou quando viu que o mesmo aconteceria com ele; A Traffic rompeu, e os salários de R10 (1,2mi mensais) ficarão a cargo do clube, que ainda não acertou patrocínio Master...bagunça total. E pensar que Patrícia era o símbolo da ex-atleta, mulher, que chegou ao poder para mudar...Vergonha alheia!
- A segunda maior torcida do país vive o semestre da tensão. Tentar Libertar-se das Dores de todos os outros anos e finalmente conquistar o principal torneio da América. No meio disso, eleições presidenciais! Clima quente no Parque São Jorge! E o (ex) presidente concedeu entrevista que vale a pena conferir na íntegra. Uma frase de Andrés deixa um clima de muita confiança no país: "Não boto a mão no fogo por ninguém. Nem por mim." Esse é nosso diretor de seleções (salariado, 75mil mensais) e braço direito de Rick Teixex...
- Por falar em Rick Teixex, o estádio Mané Garrincha custará aos cofres do Governo do DF a bagatela de R$1 bilhão. Nada mal, afinal deixará um legado para o forte Campeonato Brasiliense, cuja média de público é de apaixonados 2 mil torcedores. "A Copa é deles, a conta é Nossa", de José Roberto Malia, genial.
- Questão: Até que ponto a saída de Rodrigo Caetano influenciou na bagunça que o Vasco viveu neste começo de ano? Sábia decisão de não concentrar dos jogadores, liderados por Juninho e Felipe. Melhor ainda que, profissionais, jogaram e venceram. O décimo-terceiro "já" cantou na Colina, Libertadores vem aí.
- Eternas novelas: há quem Jure que caso a situação vença as eleições, Montillo será do Corinthians; o Villareal implora para que Nilmar aceite a proposta do São Paulo; Elano e Ganso fecham a cara, já que Laor diz que não quer jogador que não esteja feliz e Zé Roberto abre os braços para voltar à Vila, aos 37, e ainda voando. E não estamos nos capítulos finais...
Para finalizar, quero justificar minha ausência nos últimos dias e utilizar o espaço para fazer uma homenagem. Perdi um grande amigo e estive de luto absorvendo a dor para poder viver a saudade com alegria e sorriso aberto, pois foi assim que o Paulão, sambista nato, nos ensinou a viver a vida. Minha homenagem fica com esta canção. Fica em paz, Negão! Juntos para sempre.

Principal torneio do continente, o carnaval da bola começou
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Ronaldinho já não desfila mais como antes |
Libertadores: o carnaval da bola. E, como já era de se esperar, o Fluminense venceu ontem, em sua estreia, o fraco Arsenal de Sarandí, da Argentina. Um gol no começo da partida e muita confusão no segundo tempo. Parecia até encontro entre Mancha Verde e Gaviões da Fiel na apuração do carnaval de São Paulo. O técnico Abel Braga, do Tricolor Carioca, disse que Libertadores é isso: briga, raça, juiz que deixa o jogo correr.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Mais que um filme, uma história real!


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Custo-benefício de Douglas é muito melhor que o de Montillo
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O maestro voltou |

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Super Bowl, o jogo dos recordes

Futebol, política e tragédia


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Vai se aposentar Sonnen?

