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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

É hoje!

Após sete meses do último Super Bowl, sendo que quatro foram de indecisão sobre as novas regras para esta e as próximas nove temporadas, será dado o KICKOFF de 2011. E o jogo não poderia ser melhor. Como é de praxe desde 2004, o time que levou o último caneco faz a primeira partida. E nesse ano, o adversário do Green Bay Packers não é ninguém menos que o penúltimo vencedor do Super Bowl, New Orleans Saints. Um jogaço!

Só o duelo de quarterbacks já vale assistir o jogo (que passará na ESPN a partir das 21hrs). Aaron Rodgers de um lado e Drew Brees de outro. Dois jogadores inteligentes, rápidos, fortes e que estão fácil no top 5 da NFL. Para mim, é quase impossível falar quem é melhor. Brees tem uma precisão absurda, ele lança a bola oval aonde quer. Já Rodgers é um jogador completo. Soube substituir o lendário Bett Favre e levou o Packers ao título na sua terceira temporada como titular.

Pelo Saints, outros jogadores que podem aparecer é o WR Marques Colston ou o TE Jimmy Graham enquanto Aaron Rodgers tem a companhia de Greg Jennings no ataque e um monstro cabeludo conhecido como Clay Matthews na defesa. O cara é forte demais e deixa muito QB e RB com medo.

Agora é esperar a bola oval ser chutada no Lambeau Field, estádio do Packers, e torcer pelo seu time favorito. Caso não tenha, escolha um que a partida fica muito mais emocionante, mesmo não entendendo o esporte. E para quem tiver um tempinho, assista o vídeo sobre a precisão do Brees. Foi filmado há mais de dois anos, mas vale a pena ver do que o cara é capaz.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Chegou a hora de torcer pela Seleção de basquete



Não dá mais para adiar. O Brasil já entrou em quadra seis vezes, foram cinco vitórias e um tropeço, contra a Republica Domenicana, mas somente agora, no talo, é que o Paixão Clubística vai falar da nossa Seleção de basquete.

E como é duro torcer pelo nosso time. Não que ele seja desqualificado, pois isso ele não é, mas sim por conta daquela sensação de que por mais que tudo seja bem feito, a bola vai rodar no aro, chorar, chorar e cair para fora.  Ultimamente tem sido assim.

Para terminar a segunda fase, enfrentaremos a Argentina – que joga em casa – hoje, às 18 horas, e Porto Rico amanhã. Se quiser ter um pouco mais de chance, o Brasil tem que evitar a Argentina nas semifinais, momento em que se decide quem vai para Londres e quem fica pelo caminho.
Brasil, Porto Rico e República Dominicana entram empatados para os dois últimos jogos lutando para não ficar em quarto lugar e pegar os donos da casa. Ou seja, agora é para valer. Até então os times se degladiaram cientes de que o bicho só pegava ali na frente. Agora, se correr ele pega e se ficar ele come.
Não dá mais para o Tiago Splitter – único brasileiro da NBA a assumir a responsa de levar o time para as olimpíadas – errar todos os lances livres. Marcelinho Huertas terá de ser o maestro que tem sido, Alex, o monstro, Marcelinho Machado, a experiência, Benite, este sim, que surpresa agradável. O jogador do Limeira tem sido o talismã da grupo. Marquinhos, Guilherme Corleone, ops, Giovanonni, Augusto, todos que se destacaram, um aqui, outro ali, precisarão estar inspirados. E, oxalá, estarão.
Chegou a hora de voltar para as olimpíadas. Boa sorte, Brasil!!!

terça-feira, 6 de setembro de 2011

CBF deixa calendário e cofres vazios na Série D

Três semanas atrás, escrevi sobre a devoção do torcedor do Santa Cruz pelo seu time. A presença maciça da torcida coral no Paixão Clubística serviu apenas para comprovar o que o texto dizia – e, até hoje, ele está na galeria dos mais lidos.
Além de se interessarem pelo texto, os leitores ainda participaram, deram sugestões e me fizeram acompanhar mais de perto o Santa e o blog Torcedor Coral. Pautas e mais pautas passaram em minha cabeça, mas uma delas me chamou mais atenção.
Como é de se imaginar, as equipes que disputam as divisões de acesso têm um rombo do tamanho do Arruda em suas contas, e precisam se desdobrar para superar essa barreira. O Santa Cruz tem na bilheteria a principal forma de arrecadar um cascalho e, no mínimo, pagar salário dos jogadores e funcionários. E aí está o X da questão.
Na série D, os jogos acontecem somente aos finais de semana. Com isso, as equipes atuam apenas duas vezes em casa por mês, e deixam, assim, de arrecadar mais, o que ocorreria se houvesse mais partidas na competição. Para entender melhor, o Santa atuou dia 14/08, contra seu xará do Rio Grande do Norte, e só voltou a jogar no Arruda neste final de semana: 21 dias depois.
Mas como é de se imaginar, a CBF, que pouco se preocupa com o calendário da divisão principal, não dá a menor atenção para a Série D.
Com o caixa vazio, muitos são os reflexos: venda de jogadores, queda de rendimento, descontentamento do elenco, dos funcionários do clube e, principalmente, não sobra nada para investir na estrutura e na qualificação do grupo. Os clubes na Série D estão à deriva, largados à própria sorte.
Santa Cruz em campo
Os mesmos 21 dias que ficou sem jogar em seu campo é o tempo que o torcedor coral ficou sem ver uma vitória do tricolor pernambucano. Como gato escaldado tem medo de água fria, a torcida já estava com os bigodes em pé. Mas a vitória deste final de semana, por 1 a 0, contra o Porto, de Caruaru, deixou o time na liderança do grupo e a um passo da próxima fase.
A principal reclamação da torcida é que o time vive da raça e das bolas paradas, tanto que o zagueiro Thiago Matias, ex-Palmeiras, é o artilheiro do time na temporada, com 14 gols. Thiago, entretanto, se ofereceu para jogar no Ceará, onde foi apresentado esta semana, e agora é visto como ‘persona non grata’ por ampla maioria da torcida do Santa.

'Aqui é Brasil'



Desconfio que, pela televisão, o amistoso de ontem (5/9) entre Brasil e Gana tenha dado sono. Mas, de dentro do estádio Craven Cottage, em Londres, testemunhei uma euforia que poucas vezes vi durante uma partida.

Era tudo meio descontrolado. Nada de gritos organizados. Uns cantavam “Brasil e o”, outros “sou brasileiro com muito orgulho, com muito amor”, enquanto outra parte, majoritariamente feminina, ficava satisfeita em soltar o bom e velho “aaahhh” (em qualquer ocasião, seja um chute, uma bola na área ou a proximidade de um jogador).


Também não contive minha euforia em alguns momentos. Quando entrei no estádio, os titulares estavam no canto do gramado aquecendo. Quando percebi que minha cadeira estava a poucos metros de Neymar e companhia, sai correndo escadaria a baixo até ficar bem perto dos jogadores. Tirei uma foto atrás da outra, mas, para meu desespero, não ficaram tão boas como eu havia imaginado.

De nada adiantou os fiscais ingleses pedirem para a torcida sentar. “Aqui é Brasil!”, exclamou um capixaba que estava na fileira acima da minha. Quando o árbitro da partida anulou o gol de Leandro Damião, Londres foi palco para um sonoro “ei, juiz, vai tomar no c...”. Gritamos com gosto. Assim como, involuntariamente, mantínhamos os pés em movimento de acordo com o batuque que rolava nas arquibancadas.

O jogo, em si, pode não ter sido dos melhores. Mas, a tantos milhares de quilômetros de casa, não havia nada, muito menos a fina garoa que caía, que esfriasse uma festa de mais de 15 mil brasileiros diante da tão amada Seleção Brasileira, com tantos craques, com tanta história.

Encontramos um 9?


Quando fomos eliminados (vexatoriamente) da Copa América contra o Paraguai, muito se falou que o Brasil não tinha mais um matador como Romário e Ronaldo. Alexandre Pato foi a primeira e óbvia aposta de Mano Menezes, formando o "ataque ideal" ao lado de Neymar e Robinho. O jogador do Milan, porém, não correspondeu. Apesar de boas atuações, cansou de perder gols que matador não pode desperdiçar.

Ontem o titular foi Leandro Damião, que fez o gol da vitória. Ainda é cedo para falar, mas não dá para negar que o atacante do Internacional começou bem sua caminhada como titular da seleça. Certamente será o titular nos próximos dois jogos do Brasil, ambos contra a Argentina (dia 14, em Córdoba, e dia 28, em Belém).

Veja a convocação para o primeiro desses dois clássicos, só com jogadores que atuam no Brasil:

Goleiros: Fábio (Cruzeiro), Rafael (Santos) e Jefferson (Botafogo). Laterais: Danilo (Santos), Mário Fernandes (Grêmio), Bruno Cortês (Botafogo) e Kleber (Internacional). Zagueiros: Dedé (Vasco), Réver (Atlético-MG), Rhodolfo (São Paulo) e Henrique (Palmeiras). Volantes: Casemiro (São Paulo), Paulinho (Corinthians), Ralf (Corinthians) e Rômulo (Vasco). Meias: Cícero (São Paulo), Lucas (São Paulo), Oscar (Internacional), Renato Abreu (Flamengo) e Thiago Neves (Flamengo). Atacantes: Fred (Fluminense), Leandro Damião (Internacional), Neymar (Santos) e Ronaldinho Gaúcho (Flamengo).

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Fierro, Jael e sei lá mais quem não me deixam mentir



Um Flamengo com Ronaldinho Gaúcho em campo significa uma equipe extremamente perigosa e qualificada. Outro Flamengo, este sem o craque, se torna um time comum e praticamente inofensivo. O torcedor rubro-negro tem sofrido do mesmo mal que assombrou os corinthianos em 2010, quando o Timão só vencia quando Ronaldo estava em campo.

Nas vexatórias derrotas para Atlético Goianiense e Bahia, ambas no Rio de Janeiro, os comandados de Luxemburgo comprovaram que sem R10 o Flamengo não rende. O craque tem levado o time nas costas. Fierro, Jael e sei lá mais quem não me deixam mentir.

O mesmo caso acontece no São Paulo. Este, no entanto, com um pouco menos força. Rivaldo não pode ficar de fora da equipe titular. Na vitória diante do Figueirense provou mais uma vez que esta é a verdade.

Aí aqueles chatos e dizem que o craque não aguenta jogar todos os jogos. Volto no exemplo Corinthians/Ronaldo de 2010. O “gordo” não corria, mas decidia. E olha que Rivaldo ainda corre, e como corre.

Como destaque final vale ressaltar um time que não jogou, por incrível que pareça. Sim, pois assistindo quase todo mundo de cima da tabela perder, o torcedor do Botafogo deve ter vivido um final de semana para lá de agradável.

Portuguesa: alazão rubro-verde ou cavalo luso-paraguaio?



Por Igor Caitano

Na era dos pontos corridos na série B do Campeonato Brasileiro, iniciada em 2006, o Corinthians, em 2008, e o Vasco, em 2009, estabeleceram o recorde de pontos da competição no término do 1º turno: 39 pontos em 19 rodadas. Neste ano, com campanha acima de qualquer expectativa, a Portuguesa esteve muito próxima de quebrar esse recorde. Mas, como é a Portuguesa, conseguiu ficar os últimos três jogos do turno sem vencer e fechou com 38 pontos. 

Claro que ser campeão do 1º turno vale mais ou menos a mesma coisa do que ganhar um almoço grátis no Bom Prato, mas pode ser um bom sintoma dos favoritos ao acesso, o que já começa a preocupar a Lusa, que abriu o segundo turno também sem vencer, empatando com o Náutico, no estádio dos Aflitos, com 2 jogadores a menos.   

Fora a vitória deste final de semana, por 2 a 1, em cima do Paraná, os últimos quatro jogos foram muito irregulares e acenderam uma luz amarela na cabeça do bom técnico Jorginho, o Cantinflas, não o lateral do tetra. E vem a pergunta a todos os que torcem direta ou indiretamente para a Portuguesa: vai subir ou morrer na praia mais uma vez? Como não pretendo ficar em cima do muro, cravo: a Lusa sobe, mas não consegue ser campeã. Aliás, convenhamos, quem quer ser campeão da série B? O que importa é subir mesmo. 

A Lusa tem o melhor time montado desde 1996, quando tinha Rodrigo Fabri, Alexandre Gallo, Capitão, César "Castrilli", Emerson e, principalmente, Zé Roberto. De lá para cá, alguns times esboçaram qualidade, principalmente as formações que contaram com Ricardo Oliveira e Diogo, mas nunca com consistência duradoura. Hoje, o time tem, repito, um ótimo técnico, que ainda vai brilhar em um time grande, um bom goleiro, coisa rara na Lusa e, principalmente, um meio-campo compacto e de boa técnica, liderado pelo capitão e camisa 10 Marco Antônio, além de um volante da base que joga muito: Guilherme, que marca e ataca bem, tem apenas 20 anos, e já está na mira de Corinthians e Santos para o ano que vem.

Além disso, foram feitas boas contratações, como Boquita, ex-Corinthians, Ferdindando e Luís Ricardo, que foram bem no Avaí, e principalmente Edno, que está para a Portuguesa assim como Maicosuel para o Botafogo: jogadores de um time só. 

Então como eu disse, acredito que a Lusa realmente estará na série A em 2012, ano em que completa 92 anos. Até porque seu principal concorrente, a Ponte Preta, também vem de tropeços. A única coisa que pode atrapalhar é a diretoria, se inventar de tirar o Jorginho caso mais alguns maus resultados aconteçam. 
Com a vitória em cima do Paraná, a Lusa abriu 3 pontos da vice-líder Ponte Preta e, para mim, tem tudo para se confirmar como alazão rubro-verde e deixar para trás o estigma de cavalo luso-paraguaio! 

domingo, 4 de setembro de 2011

Azar ou sorte de líder?

Dona Zica esteve presente no jogo do Timão?

Me surpreendi ao abrir a página do Corinthians no LanceNet e logo me deparar com a manchete: “Sorte de líder”. Fiquei confuso. Logo após desligar a televisão (puto) por causa da derrota na capital paranaense, tinha comentado com meu velho: “Que zica!!!”.
Enquanto o portal partiu do pressuposto de que, apesar da derrota, o líder se manteve na ponta, a minha mente apontava para outra direção. Com os tropeços dos cariocas, o Corinthians estaria lindo com uma vitória em Coritiba. Estaria!
Superior no primeiro tempo, novamente o Corinthians pecou por não aproveitar o seu momento de superioridade. Mas foi no intervalo que o time recebeu a notícia que atrapalhou seu desempenho: os cariocas estavam perdendo. Foi tiro e queda. Na volta para a etapa complementar o time entrou retraído, satisfeito com o pontinho fora de casa. Que erro. De cruzamento em cruzamento o Coxa fez o gol que lhe deu a vitória.
Mas apesar dos apesares, como diria o outro, o Timão foi à luta. E por isso mesmo que eu digo e afirmo: “Que zica!!!”. Duas bolas na trave – sendo a segunda delas no finalzinho e na parte interna do poste alviverde. Os deuses do futebol impediram que o líder se distanciasse, e por conta disso, a minha impressão foi totalmente oposta à do LanceNet.
E a sua, qual foi?  

1ª conquista de Felipão pelo Palmeiras foi em cima do Cruzeiro

Estádio do Morumbi, palco de grandes batalhas. 30 de maio de 98. Palmeiras e Cruzeiro fariam a segunda partida da final da Copa do Brasil. O ábitro era Sidrack Marinho. Esta seria a segunda decisão de Felipão pelo Palmeiras (ele já havia sido vice-campeão Brasileiro com o Alviverde em 97). No primeiro jogo, vitória Celeste por 1 a 0. Na volta, Arilson de Paula Nunes, o Paulo Nunes, tratou logo de abrir o placar e deixar tudo igual. O gol foi aos 12min da primeira etapa.

SBT e ESPN Brasil transmitiam o jogo. Eu já tinha TVA na época. No entanto, acabou a luz em casa. E, junto com o término da energia, no meio do primeiro tempo, veio a maior tensão da minha vida até então. Peguei meu walk-talk da Sony que por sorte tinha pilhas e passei a ouvir o jogo na Rádio Jovem Pan, com narrção de José Silvério. Gosto dele, mas preferia assistir ao jogo pelo SBT, que tinha Silvio Luiz no comando e Luiz Ceará nas reportagens.

O jogo se aproximava do fim e os pênaltis já pareciam uma certeza. A partida era brigada, disputada. Havia chovido em São Paulo e o gramado estava molhado. Mas houve uma falta para o Palmeiras no finzinho. Zinho na bola. Ele bate firme, Paulo César, que substituia Dida não sei por qual motivo exatamente, larga e o limitado Oséas, sem ângulo nenhum, faz um gol espírita aos 44min do segundo tempo. Começava ali, naquela bola mágica, o caminho rumo ao título mais importante da história do Palmeiras: a Libertadores de 99. Para Felipão, começava ali a sua mitificação. Era sua primeira conquista pelo Verdão.

Veja a narração de Milton Leite, ainda na ESPN Brasil. E-M-O-C-I-O-N-A-N-T-E! E eu acompanhei tudo isso pelo rádio, com uma vela em cima de um pires na escrivaninha. Haja Paixão Clubística!

Antes de terminar: Felipão está decandente? O que aconteceu com ele?



Ficha técnica:
Palmeiras 2×0 Cruzeiro
Data: 30/05/1998
Local: Morumbi
Árbitro: Sidrack Marinho dos Santos
Público: 45.237
Gols: Paulo Nunes aos 12' do Primeiro Tempo; Oséas aos 44' do Segundo Tempo.
Palmeiras: Velloso, Neném, Cléber, Roque Júnior, Júnior; Galeano, Rogério, Alex, depois Arílson, Zinho; Oséas, depois Pedrinho, Paulo Nunes, depois Almir. Técnico: Luiz Felipe Scolari
Cruzeiro: Paulo César, Gustavo, Marcelo Djian, Wílson Gottardo, Gilberto; Valdir, Ricardinho, Marcos Paulo, Elivélton, depois Giovanne; Bentinho, depois Caio e Marcelo Ramos. Técnico: Levir Culpi.

sábado, 3 de setembro de 2011

Trilha para a salvação: Veja o que o Galo precisa para fugir da degola

Depois de tudo que já passou no Brasileirão deste ano, pensar em salvação do Atlético-MG é assunto única e exclusivamente para torcedores do Galo. Embora tenha jogadores de nome em seu elenco, o Galo não chegou a embalar em nenhum momento do campeonato. Então é chegada a hora.
O Paixão Clubística entra na onda da torcida atleticana e já faz as contas para a salvação. Segundo os matemáticos, 45 pontos salvam as equipes da degola – e esse não é nenhum trocadilho com o mascote do time mineiro. Neste momento, o time tem somente 18 pontos, então precisará ganhar nove jogos e somar 27 pontos.  
Separamos a escalada alvinegra em sete passos. Sete grupos de jogos. No primeiro, estão Avaí (c), São Paulo (f) e Bahia (c). Para começar bombando, o Atlético tem que buscar seis pontos nessas partidas, vencendo, inevitavelmente, o Avaí, que também luta para não cair. São Paulo – que tem sido uma mãe jogando no Morumbi –, e Bahia, são pratos cheios para ao menos mais uma vitória, e podem dar o embalo que o time tanto procura.
Depois vem um trio duro de roer: Atlético-GO (f), Flamengo (c) e Inter (f). O Paixão Clubística estipulou quatro pontos neste grupo. E mais quatro no grupo seguinte, com Ceará (c) e América-MG (f). Você, torcedor atleticano, deve estar achando que eu estou de sacanagem, pensando em só quatro pontinhos contra times de menos nome. Mas cá entre nós, a fase está complicada, não dá para sonhar sempre com sucessos.
Em seguida, dois jogos em que qualquer ponto é ponto. Santos, em casa, e Vasco, fora.  Neste momento, entramos na reta final, nos últimos oito jogos. As partidas tomam ainda mais tons de drama, com todos os times lutando por seus objetivos. Flu, fora, e dois jogos seguidos em Minas, contra Palmeiras e Grêmio, exigem ao menos duas vitórias do Galo.
Neste momento o time poderia estar com 39 pontos, enxergando a luz no fim do túnel e dando esperanças para seu torcedor: combustíveis ideais para quem deseja se salvar. Para encerrar a escalada gloriosa do alvinegro, teoricamente são necessários mais seis pontos – e como é difícil somar ponto nessa hora. Primeiro o trio Figueirense (f), Coxa (c) e Corinthians (f). Quatro pontinhos e muita vela acesa. A fé vai ser necessária nessa hora, pois as últimas duas partidas têm tudo para serem épicas. Contra dois algozes: Botafogo (c) e o arquirrival Cruzeiro, fora. É vencer um dos dois, fazer as contas e correr para o abraço.
Boa sorte ao Galo e à sua imensa torcida, que não merece estar na Série B novamente em menos de dez anos.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Simplesmente 1000!

Eu sei que havia prometido aos caros colegas companheiros de blog escrever sobre outro tema. Inicialmente ia falar sobre a crise do futebol italiano, pensei em deixar esse texto de lado, subir outro dia, deixar o dia de hoje para o Corinthians, mas resolvi falar do meu principal ídolo, Rogério Ceni, O M1TO!

Diferentemente de Marcos, que é querido por todos, Rogério coleciona “inimigos” no mundo da bola, mas é absoluto para os Tricolores. Antes que o querido leitor pense qual a razão do texto, eu explico. Na próxima quarta-feira, dia da independência do Brasil, Rogério Ceni, completa 1000 jogos na meta do clube do Morumbi.

Mil jogos, 103 gols, média de um gol a cada dez partidas, melhor que muito jogador de linha que tem por aí. Eu poderia ficar um ano falando sobre os gols.

Se para alguns torcedores mais velhos pode não ser o maior da história, para a minha geração, para os que hoje tem até 25 anos, Rogério é incontestável. Sinônimo de conquista e liderança, o capitão levantou, uma Libertadores (esteve presente em outra, mas como reserva), um mundial, três brasileiros, e paremos por ai para ficarmos nos títulos importantes.

Festa garantida no Morumbi, o adversário o Atlético-MG, mas o jogo, um confronto simples de um brasileiro, vai ficar na história, por ser o milésimo do capitão.
Muito obrigado CAPITÃO!!! M1TO!!!!

Rogério Ceni - "Eu adoro isto aqui, adoro este Clube. Vou sentir muita falta o dia que tiver que parar, o dia que tiver que encerrar. Sei que vai chegar o dia, mas até lá eu vou ser sempre o São Paulino mais apaixonado que já passou por aqui."
"Eu amo este Clube"

Seguem três vídeos, os que eu mais gosto:

Seleção de alguns lances:



Defesa antológica na falta do Gerrard:



Gol 100 (filmado pelo celular do meu amigo do meu lado):

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