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domingo, 11 de setembro de 2011
A taça do Brasileiro? O Fluminense quer!

sábado, 10 de setembro de 2011
O líder cresce na hora do "vamo vê"

Bruno Senna é a bola da vez
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Bruno Senna te faria acordar cedo aos domingos? |

sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Quando a torcida joga contra

Desde que li, nesse mesmo blog, o texto do querido amigo Tuca Veiga, falando sobre a torcida do Santa Cruz e todo seu apoio ao time na Série D, que eu tenho vontade de abordar o clima torcida. Não essa torcida que apoia em todos os momentos,que realmente joga com o time, mas a torcida de time grande, mal acostumada e que joga contra em determinadas horas.
Eu concordo em gênero, número e grau, quando ele diz que existe gente que não compreende o que é amor por um time de futebol, mas a ênfase desse texto é discutir o comportamento da torcida, o peso dela quando joga contra. Isso mesmo, quando ela joga contra!
Claro que estádio cheio, torcida vibrante, ajudam a empurrar o time, mas e quando essa mesma torcida se vira contra o time?

A princípio a idéia pode parecer absurda, mais não é. Pensemos por exemplo na maior torcida do estado de SP, a do Corinthians, talvez, repito talvez , seja a que com a bola rolando apóie mais o time durante os noventa minutos, mas não venha me dizer que esse apoio é incondicional. O sentimento, pode ser incondicional, principalmente dos fanáticos, defender o time mal para os colegas de outro time também, mas o apoio não. Ou você corintiano não se lembra de nenhuma vez, da torcida calada? Ou pior ainda jogando contra? Se você não se lembra eu cito os dois jogos contra o River Plate na Libertadores, o segundo jogo no Pacaembu, por pouco não aconteceu um caos, ou todos já esqueceram da tentativa de invasão ao campo e vestiário?
Até onde vai o direito do torcedor, até que ponto invadir centro de treinamentos, coisa que não é privilégio de corintianos, embora tenha acontecido nesta semana, pode ajudar de alguma forma? Virar faixa de ponta cabeça, cantar de costas, entoar gritos de raça, de respeito ao manto querido, não é justamente nessas horas mais criticas que deveria surgir o apoio maior? Com o time jogando bem, tudo em ordem não é fácil!

Quem realmente é apaixonado por futebol e nunca ouviu uma história de que a torcida recebeu para xingar e vaiar, para derrubar determinado técnico, fazer pressão contra tal dirigente, isso é certo?
As torcidas tem que ser mais inteligentes e se forem protestar, que o façam de forma civilizada e contra as pessoas certas, ou o certo é escorraçar os jogadores, e deixar os dirigentes que o trazem? Que ponto positivo existe em destruir o patrimônio do seu time?

Sem contar que independente da fase, todo time tem uma parte de corneteiros, que ainda recebe nome, por exemplo, o Palmeiras e a Turma do Amendoim, o São Paulo e a torcida da Azul, o Corinthians e o povo das cadeiras, pessoas que nem esperam o jogo começar e já criticam no primeiro passe errado, que só abrem a boca para pedir a entrada de fulano ou xingar.
O São Paulo esse ano, tem tido problema para ganhar em casa, basta estar perdendo ou empatando no primeiro tempo, que uma parte da torcida vai vaiar, ai eu pergunto, não é melhor incentivar? Muitos podem responder, mas eles não tão jogando bem. Viram como o apoio não é incondicional? Pior que isso, peguemos como caso, o jogo de quarta-feira, feriado, Morumbi lotado, dia de festa para celebrar o jogo mil do Rogério, time podendo ser líder, eis que no intervalo, parte da torcida que nem em pé estava, levanta e canta, mas canta Rivaldo, Rivaldo, Rivaldo, por que não São Paulo, São Paulo, São Paulo? O que leva alguém ao estádio se não para apoiar bravamente durante toda partida? Se está infeliz, não vá, não compareça, se foi incetive!
Outro fator, por que todos, absolutamente todos jogadores que chegam em times grandes, falam da pressão da torcida de forma negativa? Sim, eles exaltam a grande torcida, depois falam que é uma pressão muito maior, e por ai vai.
Afinal, qual o verdadeiro peso do décimo segundo jogador? Vou ficando por aqui, um grande abraço.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011
É hoje!
Só o duelo de quarterbacks já vale assistir o jogo (que passará na ESPN a partir das 21hrs). Aaron Rodgers de um lado e Drew Brees de outro. Dois jogadores inteligentes, rápidos, fortes e que estão fácil no top 5 da NFL. Para mim, é quase impossível falar quem é melhor. Brees tem uma precisão absurda, ele lança a bola oval aonde quer. Já Rodgers é um jogador completo. Soube substituir o lendário Bett Favre e levou o Packers ao título na sua terceira temporada como titular.
Pelo Saints, outros jogadores que podem aparecer é o WR Marques Colston ou o TE Jimmy Graham enquanto Aaron Rodgers tem a companhia de Greg Jennings no ataque e um monstro cabeludo conhecido como Clay Matthews na defesa. O cara é forte demais e deixa muito QB e RB com medo.
Agora é esperar a bola oval ser chutada no Lambeau Field, estádio do Packers, e torcer pelo seu time favorito. Caso não tenha, escolha um que a partida fica muito mais emocionante, mesmo não entendendo o esporte. E para quem tiver um tempinho, assista o vídeo sobre a precisão do Brees. Foi filmado há mais de dois anos, mas vale a pena ver do que o cara é capaz.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Chegou a hora de torcer pela Seleção de basquete
Para terminar a segunda fase, enfrentaremos a Argentina – que joga em casa – hoje, às 18 horas, e Porto Rico amanhã. Se quiser ter um pouco mais de chance, o Brasil tem que evitar a Argentina nas semifinais, momento em que se decide quem vai para Londres e quem fica pelo caminho.

terça-feira, 6 de setembro de 2011
CBF deixa calendário e cofres vazios na Série D

'Aqui é Brasil'

segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Fierro, Jael e sei lá mais quem não me deixam mentir

Nas vexatórias derrotas para Atlético Goianiense e Bahia, ambas no Rio de Janeiro, os comandados de Luxemburgo comprovaram que sem R10 o Flamengo não rende. O craque tem levado o time nas costas. Fierro, Jael e sei lá mais quem não me deixam mentir.
O mesmo caso acontece no São Paulo. Este, no entanto, com um pouco menos força. Rivaldo não pode ficar de fora da equipe titular. Na vitória diante do Figueirense provou mais uma vez que esta é a verdade.
Aí aqueles chatos e dizem que o craque não aguenta jogar todos os jogos. Volto no exemplo Corinthians/Ronaldo de 2010. O “gordo” não corria, mas decidia. E olha que Rivaldo ainda corre, e como corre.
Como destaque final vale ressaltar um time que não jogou, por incrível que pareça. Sim, pois assistindo quase todo mundo de cima da tabela perder, o torcedor do Botafogo deve ter vivido um final de semana para lá de agradável.

Portuguesa: alazão rubro-verde ou cavalo luso-paraguaio?
Por Igor Caitano
