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sexta-feira, 30 de março de 2012
De pai para filho(a)
quarta-feira, 28 de março de 2012
Chega Junto
segunda-feira, 26 de março de 2012
O sonho da paz nos estádios

Por Luiz Felipe Fogaça
Um assunto polêmico e que sempre veem a tona, principalmente negativamente, as organizadas, dividem as opiniões dos mais fanáticos. Existe o lado inegável da violência, mas elas organizam a festa e apoiam o time com veemência durante os 90 minutos, em muitos momentos ela são responsáveis pela festa e que festa bonita elas fazem, muitas delas tem trabalhos sociais com a comunidade.
Que fique claro, ser fanático não é brigar fisicamente pelo seu time. Isso que muitos parecem ignorar.
É injusto rotular todos os torcedores de organizadas, eu mesmo já fui de organizada, assim como bons amigos que tenho e alguns desse blog. Entretanto, como conhecedor de pelo menos um pouco, dessas entidades, não sou mais, por que abri o olho e não concordo com a grande maioria das atitudes da torcida, entre as quais, apoiar o time no estádio, não é a prioridade, quem vive ou viveu dentro de uma torcida sabe o que eu estou falando e não adianta ser hipócrita.
Em minha opinião, já faz algum tempo, que as próprias torcidas querem ser maior que o próprio time. Constantemente gritam mais o nome da torcida do que do time, isso sem falar dos cânticos que exaltam a violência e as mortes. A briga para demonstrar qual torcida é a mais “forte”, chega a beirar o ridículo.
Enquanto isso, os torcedores de bem, lamentam as mortes, seja de quem for e sonham em um dia poder ver o jogo, ou pelo menos ir junto ao estádio, do amigo que torce por outro time. Afinal, o futebol não tem graça sem rivalidade, rivalidade sadia.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Dérbi tem que ser no Morumbi
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| Dérbi no Morumbi terminou em pancadaria na final do Paulistão de 99 |
Palmeiras e Corinthians são maiores do que o Pacaembu. O estádio municipal evidentemente é a casa mais aconchegante da cidade. Sua acústica, sua localização, a Praça Charles Miller, o bom gramado. Tudo isso credita o tradicional Paca, como é carinhosamente chamado, a receber o maior duelo da capital. No entanto, com o futebol em alta e os dois clubes em ótima fase, não há lugar melhor do que o Morumbi para ser palco do clássico.
quarta-feira, 7 de março de 2012
A tal da Copa do Brasil

Por Luiz Felipe Fogaça
Como todos sabem, os são paulinos se identificam muito com a Libertadores, talvez no Brasil sejam os que mais se identificam, seja pela história vitoriosa desde que o torneio começou a ser considerado pelos clubes brasileiros, pelo recorde de participações seguidas, por ser o clube que mais participou no Brasil.
Acontece que agora a realidade é outra, agora a realidade é a Copa do Brasil e conversas a parte sobre o real valor do torneio, que tem como grande prêmio, uma vaga para o torneio continental, a conquista da Copa se mostra como o grande objetivo dos grandes que não estão na briga pela América. Ao lado de Palmeiras, Grêmio e Botafogo o São Paulo fecha o grupo de favoritos, um pouco mais abaixo temos o Atlético-MG, que faz bom começo de ano, mas há algum tempo não convence no cenário nacional.
Uma queda precoce, como a do Palmeiras para o ASA, pode culminar na demissão de qualquer técnico e no fim de qualquer planejamento para o resto da temporada, além de transformar o ambiente de qualquer clube em um inferno.
Hoje à noite, o São Paulo começa sua caminhada, no Pará, contra o Independente. A necessidade de eliminar o jogo de volta é óbvia, tanto que Leão aposta no time que considera o mais seguro, mais entrosado, praticamente o do ano passado. Para isso o treinador promove a volta de Luis Fabiano, mesmo com a boa fase de Willian José, além da troca de Jadson que ainda não se firmou, para colocar Fernandinho, que nunca convenceu, mas vem desempenhando bom papel neste ano. A opção pelo time armado assim, mostra que na Copa do Brasil ao contrário do laboratório campeonato paulista, mesmo diante de adversários sem expressão, não existe espaço para teste, para dúvidas, mesmo que no resto do ano e dos jogos ele venha apostando em outro time.
Se isso é o mais sensato, só saberemos no final da competição, mas uma boa atuação a esta altura, pode interromper o desenvolvimento do time, que ainda não se entrosou, mas é a esperança do torcedor, que tem em Jadson sua aposta para por ordem no meio de campo. Uma vitória expressiva pode ser completamente enganosa e fazer com que os torcedores tenham de voltar a ver o time que pouco agradou e muito deu sono, na última temporada.
Resta esperar e torcer.
sexta-feira, 2 de março de 2012
Jogadores exigem saída de Ricardo Teixeira da CBF
quinta-feira, 1 de março de 2012
Uma grande mentira!

Por Luiz Felipe Fogaça
Já faz um tempo que quero escrever sobre esse assunto e hoje finalmente vou falar sobre uma das principais mentiras do futebol, a de que corintiano vive do Corinthians. Essa que me soa como uma desculpa, dadas pelos torcedores desse time, só não é pior do que a arrogância de alguns em achar que só eles nutrem tal sentimento, de amor, loucura, fanatismo, etc, pela agremiação de seu coração.
Assim como corintianos, são paulinos, palmeirenses e santistas, apaixonados, acompanham sempre o seu time, da forma que julgam melhor. Eu vou sempre ao estádio, quem me conhece sabe disso, mas esse fato não quer dizer que meu sentimento seja maior do que a pessoa que vê o jogo de casa, ou escuta do trabalho, isso é bobagem.
O amor por seu time é algo imensurável, independente de qual seja ele. Prova de amor, dão os torcedores que acompanham sua equipe em jogos de divisões extremamente inferiores, como fizeram os do Santa Cruz, para ficar em um exemplo recente, é muito fácil acompanhar e torcer por equipes vitoriosas que sempre estão em destaque na mídia, com todos os jogos transmitidos, seja por TV ou rádio.
Não me venham dizer, que só quem é sabe e todo esse blá blá blá de sempre. Conheço torcedores apaixonados, loucos e fanáticos por todos os times, assim como os que não se importam. Se a torcida do Corinthians é a segunda maior do país, nada mais natural que tenham ótima média em seus jogos.
Outra mentira, é dizer que a torcida só incentiva. Jogos de Libertadores, não me deixam mentir sobre a pressão negativa, que exercem em determinadas situações, aliás se vivem só de Corinthians, que sentido faz comemorar um título? Pressionar para que a equipe vença, afinal o que importa não é o Corinthians? Outra coisa, por que os ingressos para jogos decisivos sempre se esgotam mais rápido?
Sou São Paulino fanático e sempre serei, independente do que possa acontecer, mas não sou prepotente em dizer que não quero títulos, afinal o futebol é um esporte altamente competitivo em que todos lutam para ser campeões. Derrotas fazem parte e nunca me farão abandonar o Tricolor, assim como a vitória não me aumenta o amor, mas o orgulho sim, esse aumenta. O Amor permanece sempre e meu coração é Tricolor em todas as situações.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Levado para o Paraguai, Choque-Rei emocina pouco
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| Rivaldo Gomes/Folhapress |
Velhos Luxemburgos de sempre

Por Felipe Pugliese
Há pouco mais de um ano Tite era um cara chato, cansativo de se ouvir... hoje reconheço que é um conhecedor do futebol. Talvez, no quesito tática, esteja entre os três melhores em atividade no Brasil. Contudo, não vou dedicar este texto ao treinador do Corinthians, mas sim pegar um gancho numa discussão que o gaúcho dos pampas abriu no programa Mesa Redonda.
Por que clubes brasileiros não arriscam na contratação de um técnico europeu?
O futebol inglês, por exemplo, é muito diferente do brasileiro na prática. Muito mais gostoso de assistir. Todos têm a obrigação de saber jogar com a bola nos pés. Reconheço que isso é cultura plantada há décadas, todavia acho que passou da hora de mudarmos alguns conceitos.
Trazer alguém com idéias novas de futebol seria uma saída muito mais interessante do que recorrer aos velhos Luxemburgos de sempre. Dinheiro para isso nós temos, falta coragem de arriscar.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Meu "Choque-Rei" inesquecível!

Por Luiz Felipe Fogaça
Neste domingo, São Paulo e Palmeiras se enfrentam em Presidente Prudente, naquele que é chamado de Choque Rei. O apelido foi dado pelo jornalista Tomaz Mazzoni, em referência a uma época em que os times conquistavam a maioria dos títulos, sem dar chance aos seus rivais. Os times disputavam entre si o poder hegemônico.
O clube do Morumbi, que não vem se dando bem nos últimos clássicos, salvo a vitória sobre os reservas do Santos na última rodada do Brasileirão de 2011, leva vantagem no confronto direto contra o Palmeiras, com 103 vitórias contra 98 do alviverde, ainda aconteceram 98 empates. Em contrapartida, o Palmeiras nunca perdeu um clássico jogando em Prudente.
Estatísticas e tabus a parte, quero falar do meu São Paulo e Palmeiras inesquecível. Como não poderia ser diferente, o Choque Rei que guardo com mais carinho na lembrança, aconteceu em uma Libertadores, torneio no qual nunca perdemos para o Palmeiras.
No dia 18 de maio de 2005, o São Paulo foi ao Parque Antártica para enfrentar seu arquirrival , em confronto válido pelo primeiro jogo das oitavas de final do torneio continental. O São Paulo entro em campo com Rogério Ceni, Cicinho, Fabão, Lugano e Júnior, Renan, Josué, Mineiro e Danilo, Grafite e Luizão.
A partida foi truncada, ríspida, com boas chances para ambos os lados, até que Cicinho arriscou e acertou um lindo chute na gaveta de Marcos, que nem viu a cor da bola. Por um instante o Palestra se calou, a minoria Tricolor, fez a festa e cantou “silêncio no chiqueiro”. No jogo de volta nova vitória Tricolor por 2 a 0 e continuamos nossa arrancada para o título.
Ainda tem muitos outros jogos que lembro, como o do Rio-São Paulo que eliminamos o Palmeiras pelos cartões, ou o confronto pela Copa do Brasil em que Rai fez lindo gol de letra, que deu nome a sua fundação. Sem dúvidas belas lembranças do clássico. Agora é esperar por domingo.
Confira os melhores momento do meu São Paulo e Palmeiras inesquecível :




