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quinta-feira, 21 de julho de 2011

O injusto Paraguai de Villar

Há quem prefira ser campeão jogando feio do que apresentar um futebol de alto nível e ficar pelo caminho. Realmente não sei em que lado estou. Mas não tenho dúvidas qual é a visão dos paraguaios. Jogam atrás, travam o jogo, marcam, marcam, marcam e rezam para a bola não entrar.

O goleiro Justo Villar, muito bom por sinal, de justo só tem o nome, pois, de fato, ele prova a cada jogo que a injustiça faz parte do futebol. Num esporte em que o time que cria mais nem sempre ganha e o pequeno é capaz de superar o maior, o Paraguai mostra que a evolução do seu futebol passa, e muito, pela percepção de seu tamanho e de suas limitações.

Paulo Cesar Carpegiani foi o primeiro a sacar que o jeito de levar o Paraguai adiante era ter uma defesa coesa e atacantes que possam decidir a partida em bolas aéreas ou falhas da defesa. Com Gamarra, Rivarola e Arce, os paraguaios foram até as oitavas-de-final da Copa do Mundo de 1998, na França, quando caíram na morte súbita para os donos da casa. Na ocasião, era Chilavert o responsável por fechar o gol, liderar o time como capitão e dizer: “La garantia soy yo”.

Nesta quarta-feira, foi a vez da surpreendente Venezuela massacrar o Paraguai – a ponto de colocar três bolas na trave –, ir à prorrogação, aos pênaltis e sucumbir a onze metros do gol. Com cinco empates, o Paraguai entra em campo domingo, em Buenos Aires, com a chance de ser campeão apenas com empates. Invicto e sem ganhar de ninguém. Cá entre nós, que mal isso faz para o esporte bretão. Torcerei pelos uruguaios.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

CBF complica de novo e altera calendário do Brasileirão

O horário de Palmeiras x Flamengo ainda não foi definido pela CBF
Tudo estava programado para as partidas do fim de semana do Brasileirão. Mas a vitória da Seleção Brasileira sobre o Equador fez com que a CBF armasse mais uma vez uma confusão na agenda de alguns clubes que disputam a Série A. O time de Mano Menezes avançou às quartas de final da Copa América, joga contra o Paraguai às 16h de domingo e as partidas Palmeiras x Flamengo, Botafogo x Corinthians, Ceará x América-MG e Figueirense x Grêmio foram adiadas para a próxima quarta-feira. 

E pior: ainda em horário indefinido. Isso porque, caso o Brasil passe para as semifinais da competição, os jogos do Brasileirão serão realizados na quarta, às 19h30. Já se a Seleção for eliminada, as partidas serão às 21h50. Tudo isso pelo interesse da TV na transmissão de pelo menos um dos jogos.

Tratando-se de CBF, não me espanta. Mas o calendário deveria ser mantido. Isso prejudica o planejamento dos clubes e dos torcedores. As equipes que jogariam no domingo e teriam uma semana para treinar até a próxima rodada ficam com menos tempo de recuperação (um confronto na quarta e outro no fim de semana). O torcedor que se programou, por exemplo, para viajar e assistir ao seu time de coração terá que repensar, adiar ou até mesmo cancelar a ida ao jogo.

A pergunta que fica é: por que a CBF não adiou em apenas algumas horas essas partidas? Jogos às 18h30 são realizados todos os domingos. Ouvi ainda pessoas que gostariam de um teste. Imaginem essas disputas do Brasileirão às 10h. Mais uma vez o interesse comercial determina o rumo do futebol no Brasil.

terça-feira, 12 de julho de 2011

A Copa América é na Argentina, mas o tango está no Brasil



Em tempos de Copa América vou unir o útil ao agradável. A música, aproveitando o gancho, entra em campos sul-americanos para falar sobre tango. Mas não o tango dos hermanos, e sim o nosso tango. Sim, caro amigo, nós brasileiros também fizemos tango.



Dizem os engraçadinhos de plantão que o tango é a música predileta do brasileiro pelo fato de sempre ter um argentino se dando mal na letra. O que é, na maioria das vezes, verdade. Quanto ao ritmo, traz uma harmonia mais elaborada, muito melodiosa. E igual a letra argentina, os tangos produzidos pelos brasileiros também trazem um poema triste. Um tanto nostálgico.



Agora uno o agradável. Digo isso devido ao fato de o compositor o qual estou viciado no momento foi um ótimo compositor de tango, além de um exímio sambista. Trata-se de Herivelto Martins (na foto ao lado). Aquele de Praça Onze, Acorda Escola de Samba e tantos outros samba-canções eternizados em vozes de Dalva de Oliveira e Francisco Alves.



No tango apresentado a seguir, chamado Hoje quem paga sou eu, percebam o “peso” da letra, a melodia muito mais harmoniosa e emocionante. Credito essa emoção ao uso do acordeom e das cordas. Realmente dão um charme na composição.



Ouçam, curtam e lembrem-se de que em tempos de Copa América na Argentina, nós também sabemos fazer o gênero musical deles. E muito bem. Na interpretação: Nelson Gonçalves.









Queria eu poder encontrar Herivelto – que Deus o tenha em bom lugar – ouvi-lo falar de samba, e tango também, para no fim do papo poder dizer. Você já fez muito, meu caro. Hoje quem paga sou eu!


segunda-feira, 4 de julho de 2011

É o que todos sempre pediram

Calma, ainda é cedo para sermos pessimistas. É isso o que tenho a dizer aos torcedores mais exaltados com o empate por zero a zero da seleção brasileira com a ex-"galinha morta" Venezuela. É verdade, sim, que criamos muito menos que o esperado, mesmo jogando completo, com tudo o de melhor que Mano Menezes tinha em mãos. Mas por que não vencemos com facilidade? Ansiedade, amigos. A dita cuja atrapalhou e muito o nosso selecionado.

Ganso não foi Ganso, Neymar não foi "Reymar" e o Brasil não foi Brasil. Erros de passe e nervosismo na estreia de uma competição oficial são normais, por isso repito: Ainda é cedo para sermos pessimistas.

É verdade que ninguém atuou como o esperado e a expectativa é que, já contra o Paraguai, tenhamos um time mais leve, mais solto. Contudo, faço uma ressalva para Robinho. Se Kaka, Ronaldinho Gaúcho e Adriano perderam seu espaço com a camisa amarelinha, o tempo de Robinho também cessou.

Robinho poucas vezes foi decisivo e a continuamos o tratando como um grande craque. Temos pela frente, além da Copa América, apenas a Copa das Confederações antes da Copa do Mundo. Lucas Silva deve mostrar, ainda na Argentina, que merece ser o camisa sete. Sendo assim, teremos o mesmo quarteto nas Olimpíadas de Londres. O entrosamento será grande.

Tenho medo da pressão sobre Mano. Mas aí vai um lembrete aos corneteiros: Agora, mais importante que os resultados é adquirir um entrosamento. Dunga conquistou quase tudo com a seleção e levou Grafite para a Copa do Mundo. Querendo ou não, o time escalado por Mano é o que todos sempre pediram.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Argentina estreia pressionada e favorita



Na semana em que celebra as bodas de prata, por conta dos 25 anos da conquista do bi-mundial, a Argentina estreia na Copa América dentro de seu lar, contra a fraca Bolívia, mas com um caminhão em cima das costas. Comemorar a conquista de trupe de ‘Dieguito’ é, ao mesmo tempo, constatar como as glórias da tradicional Seleção Argentina se tornaram assunto do passado, papo de tio ou peça de museu.





Como nem tudo é tango, tampouco drama, um certo camisa 10 (dos tempos atuais) ferve por dentro. Messi precisa provar para seu povo que é a ele que pertence, e ninguém duvida que ele esteja pronto para isso. Em dívida com a Seleção, o melhor do mundo sabe que agora é a hora. Com a torcida argentina enchendo os estádios, fazendo barulho, e um time aguerrido dentro da cancha, os ‘hermanos’ são – na minha opinião – os favoritos à conquista da Copa América.





Os escolhidos pelo treinador Sérgio Batista para companheiros de ataque de Messi são o figurão Lavezzi (do Napoli, assim como Maradona) e o ‘hombre del pueblo’ Carlitos Tevez – ídolo por onde passou. Juntos, formam um ataque de muita movimentação, velocidade e com bom relacionamento com as redes adversárias. Acho apenas que pode faltar um autêntico camisa 9 ao time. Milito e Higuaín estão no banco, mas quem cairia bem mesmo ao lado de Messi e Tevez é Gabriel Batistuta, o eterno ‘Batigol’.





Um dos três maiores centroavantes – camisa 9 – que vi jogar. Por cima, por baixo, com marcação, de tudo quanto é jeito a bola acabava estufando o filó. Batistuta foi responsável pelos dois gols do último título da Seleção Argentina principal, a Copa América de 93, disputada no Equador. Veja uma seleção de gols - boa parte com a camisa da Fiorentina - deste belo jogador, homem-gol, chamado Gabriel Batistuta.








terça-feira, 28 de junho de 2011

Neymar e a dura tarefa de superar Messi



Embora já goze de todo o prestígio da torcida, mídia e apreciadores do futebol, poucos questionam que Neymar ainda está um patamar abaixo de Messi. Talvez pela história do santista ter começado a ser escrita há menos tempo e, certamente, por tudo que o argentino tem feito com a camisa azul-grená do Barcelona.

A idéia inicial era intitular o texto como "Messi x Neymar" e desenvolvê-lo em cima do duelo. No entanto, é evidente que Lionel Messi é o melhor do mundo e o papo é quase favas contadas. Quase. O craque brasileiro terá ainda este ano duas oportunidades de superar as equipes lideradas por Messi: a Argentina, na Copa América, e o Barcelona, no Mundial de Clubes.

Duas partidas capazes de fazer o trabalhador bater o ponto mais cedo e correr para casa. Dentro das quatro linhas, o que há de melhor no futebol-arte, toda a magia de dois candidatos ao hall dos maiores de todos os tempos. Dois dribladores, cada um com seu estilo, um que gruda a bola no pé, o outro que troca de direção em extrema velocidade. Craques com imenso poder de decisão.

A verdade - e que o Cristiano Ronaldo não nos escute - é que Neymar e Messi têm tudo para virar o confronto de uma década. Os mais otimistas (e faço parte deste clube) têm a esperança de testemunhar jogos para entrar para a história. Partidas de Copa do Mundo, Champions League e de tantas outras disputas que eles vão se envolver.

Para isso, é importante que Neymar não se transfira para o Barcelona, por mais sedutora que pareça a ideia e a proposta. Se juntar ao principal adversário pode dificultar que Neymar supere o atual craque do planeta.

O Real Madri pinta como favorito na contratação e seria um bom time para que os jogos se tornassem mais freqüentes. No time merengue, porém, outros astros brasileiros foram boicotados, como Robinho e Kaká (mais recentemente) e Didi (na década de 50). Por isso, vejo o Manchester United como o lugar ideal. Nas mãos de Alex Ferguson, com Rooney como dupla de ataque, formando o ataque 'RooNeymar'.

E você, se fosse o Neymar, iria para qual time, independente de quando isso aconteça?

quarta-feira, 8 de junho de 2011

E aí, Mano?

Mano aguarda por Ganso desde que o camisa 10 da Vila se machucou contra o Grêmio, no ano passado. Com a camisa amarela, Paulo Henrique jogou apenas na estreia da era Mano, a vitória sobre os EUA, por 2 a 0. Na cabeça do treinador, ele é o homem para assumir a posse de bola e dar cadência ao apressado time brasileiro.

Vem dos tempos de Grêmio o fascínio do técnico pelo sistema 4-2-3-1. Lá, ele formava a meia cancha com Sandro Goiano, Lucas (hoje na Seleção), Tcheco centralizado, com Diego Souza e Carlos Eduardo nas pontas. Tuta colocava para dentro. O time perdeu a Libertadores para o Boca. No Corinthians, Cristian, Elias, Douglas, Dentinho e Jorge Henrique fizeram do primeiro semestre de Ronaldo um sonho. Mano foi o primeiro a trazer essa formação, uma mistura de 4-3-3 com 4-5-1, para cá. E deu certo.

Mas na Seleção não tem dado. O treinador não conseguiu encontrar um substituto para Ganso e um sucessor para Kaká. Com isso, temos deixado de aproveitar a excelente dupla de pontas que temos: Neymar e Robinho.

Em tempos de Barcelona, dando aulas de posse de bola, o Brasil é um time que acelera muito o jogo e erra muitos passes. Apesar do bom primeiro tempo de Jádson ontem, não o vejo como um cara de Seleção. Contra a Holanda, Mano tentou jogar com três volantes, dando liberdade para eles, mas o meio-campo ficou muito vazio – veja no quadro ao lado o espaço entre o meio-campo e o ataque.

Mas apesar da dificuldade inicial, confio no trabalho de Mano Menezes. Após a Copa, ele propôs uma renovação e tem tentado fazê-la. No entanto, o torcedor, sempre com pouca paciência, já começa a cobrar mais resultados. Encontrar uma alternativa para quando não tiver Ganso, fazer a Seleção dominar o jogo e agredir o adversário do início ao fim é o desafio atual do comandante. Talvez o tempo para treinar faça com que o time fique mais coeso, do jeito de ele gosta.

Desde o início, temos jogado com Lucas de primeiro volante. Ele não tem feito bons jogos. A dupla Elias e Ramires poderia funcionar muito bem. Quanto à convocação, a ausência de Marcelo é bastante sentida. Douglas – que teve a chance de substituir Ganso – e Hernanes são dois jogadores que acabaram punidos pelas derrotas para Argentina e Holanda, respectivamente. Eu levaria Hernanes no lugar de Sandro.

O Brasil deve iniciar a Copa América com a escalação ao lado. Robinho e Neymar vão ter a tarefa de marcar e servir Pato (ou Fred). De positivo, outra vez, a qualidade da nossa defesa. Aliás, há muito tempo isso já não nos preocupa mais. Boa sorte para Mano em terras argentinas, pois uma campanha razoável, somada a uma eliminação precoce, pode abreviar a vida do gaúcho no governo da pátria de chuteiras.


sábado, 4 de junho de 2011

Quem não tem cão caça com Mago

Apaixonado leitor, passei alguns dias pensando se deveria ou não dividir esta indignação com você. Conversei com muitas pessoas e vi que há pontos bastante divergentes e polêmicos sobre o assunto. Um atleta faz bem se negar representar o seu país em alguma competição ou mesmo amistoso? Passei a refletir sobre o tema ao ser informado de que Jorge Valdivia, chileno, só voltaria a defender as cores alviverdes de Palestra Itália, dependendo da desenvoltura de sua seleção na Copa América, em agosto.

Afinal, quem paga o salário do camisa 10? Quem pagou o passe do jogador? A qual departamento médico o ídolo palmeirense recorre quando tem mais uma de suas contusões? Em que centro de treinamentos ele se reabilita? Tudo isso tem um custo. E é um custo bem alto para um clube.

Desde que voltou ao Brasil, o Mago esteve em campo em 24 jogos pelo Verdão. Marcou quatro gols. Não vou nem entrar na questão de valores, porque acho que cada um pode pedir como salário aquilo que merece. Mas não é um desempenho abaixo da crítica para um cara tão badalado? É evidente que Valdivia é diferenciado e um camisa 10 como poucos. Sempre que joga, é absurda a diferença de qualidade técnica do Palmeiras. A equipe fica mais tempo com a bola nos pés, cria mais chances de gol, desestabiliza o adversário. Tudo isso tem um preço, é claro. Mas desde que esse meia esteja em campo.

Por isso, estou indignado que, após tratar a última de suas lesões, ele vá defender o Chile em amistosos e na Copa América. Com um contrato de quatro anos firmado, o Palmeiras não vai mais querer negociá-lo. Ou seja, essa história de vitrine é balela. Valdivia tem que fazer valer o investimento dentro das quatro linhas, jogando pelo Palmeiras. Deveria ficar no Brasil e atuar pelo Alviverde. Porque quem não tem cão caça com Mago!

O lado B da fita
Esporte tem tudo a ver com Paixão Clubística. Por isso, é natural que as pessoas tenham visões diferentes quando opiniam sobre uma ou outra equipe. Tanto é que só agora passei a entender a reclamação dos europeus quando seus astros faziam diversas partidas pelas seleções e voltavam baleados ao clube. Vou, por exemplo, lembrar de alguns casos em que atletas negaram defender as cores da Seleção Brasileira. Confesso que a indignação não foi a mesma. No entanto, também fiquei bastante insatisfeito. Seria o outro lado da moeda. Os casos mais famosos são o do pivô Nenê, do Denver Nuggets, que sempre foi criticado por fazer pouco caso da Seleção de Basquete, e de Robinho e Kaká, que não forçaram a barra em seus clubes para jogar as Olimpíadas de Pequim.

O último gol do Mago:


sexta-feira, 3 de junho de 2011

Amistoso contra a Holanda não serve como revanche


A Copa do Mundo é a Copa do Mundo e ponto final. A derrota frente à Holanda na África do Sul, sem dúvida, foi bastante dolorosa para os brasileiros. Mas nós já sabíamos, desde o momento da convocação para a competição, que aquele era o apocalipse anunciado. Um time sem criatividade, comandado pelo Macunaíma, o herói sem caráter, dos treinadores, não poderia dar certo. E tem mais: todos os jogadores que apoiaram Dunga durante o certame mundial nunca mais deveriam vestir a amarelinha. Foi uma vergonha!

Nesse bolo incluo Júlio "Goleiro de Clube" César, da Inter de Milão. Falhou feio no primeiro tento da laranja mecânica e nada do que fará daqui para frente apagará essa mancha. Foi como derrubar vinho São Tomé na toalha de mesa nova da sua mãe. Muitos dirão que Júlio foi perfeito durante toda a Copa. Concordo. Mas não adianta nada falhar na hora H. Era o fim do planeta para os brasileiros. Jogadores diferenciados não erram em momentos decisivos. Além disso, o Brasil tem uma porção de arqueiros prontos para assumir a número 1.

O amistoso de sábado, às 16h10, no Serra Dourada, em Goiânia, não servirá de revanche para a Seleção Brasileira. É evidente que, como não disputaremos as Eliminatórias, jogos assim são fundamentais para o técnico Mano Menezes moldar a cara do seu time e deixá-lo preparado para 2014. Não critico o confronto e nem o palco. Mas não adianta virem com discursinho de revanche que não vai colar. Júlio César pode pegar três pênaltis dos holandeses neste amistoso que não se redimirá do que aconteceu no fatídica eliminação do ano passado.

Renovação já! Fora, medalhões! Vamos valorizar aqueles que atuam no Brasil. Neymar, o pequeno-deus, neles! Antes que o mundo acabe.
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