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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Peñarol e Santos nas lentes de Rafael Vitta

O Paixão Clubística abre agora um novo espaço e dá lugar para uma outra visão do esporte: sob o olhar dos fotógrafos.

Como são muitos os amigos que apreciam a arte da fotografia e a exercem como hobby ou profissão, o PC está aberto para que vocês exponham suas fotos. Sejam elas de arquibancada, na beira do gramado, quadra, piscina, um bate bola na praia, debaixo de chuva, iluminado pela luz de carro, sei lá, o que o horizonte e a critividade permitirem. Sintam-se em casa.



E para estrear, o amigo Rafael Vitta manda - com exclusividade para o Paixão - fotos da primeira final entre Peñarol e Santos, no Uruguai.

terça-feira, 21 de junho de 2011

O duelo que incendeia a América do Sul

Há quem diga que a maior rivalidade mundial de seleções é entre Brasil e Argentina. Todo o debate - por mais lunático que pareça - envolvendo Pelé e Maradona, e a grande quantidade de craques que brotam por metro quadrado nos dois países botam lenhas e mais lenhas para queimar nesta fogueira.


Desde garoto, gosto da frase que diz que o argentino odeia amar o brasileiro, enquanto o brasileiro, ama odiar o argentino. Faz tanto tempo que escutei que nem lembro quem falou. Mas é a pura verdade.


O clássico Brasil e Argentina faz parte do folclore do futebol. Mas rivalidade, história e admiração é uma coisa. Só que eu estou aqui para falar de outro papo. Vou falar do futebol que sangra, que joga grama pro alto, que tem cotovelada no peito, empurrão e xingamento. Este texto é sobre a guerra envolvendo Brasil e Uruguai.


O pega pra capar vem de longa data. Quando a Celeste Olímpica - apelido histórico da Seleção Uruguaia - entrou no Maracanã para estragar a nossa festa, muita água já tinha passado debaixo da ponte. Os confrontos sempre foram marcados pelo excesso de jogadas ríspidas, muita catimba e, diversas vezes, chegou às vias de fato. Um jogo histórico é este no Maracanã, em 1976, (veja o vídeo), quando Roberto Rivellino protagonizou cenas de pancadaria. Isso que era só um amistoso.



Tantos foram os capítulos desta rivalidade escritos por clubes dos dois países. Nesta quarta-feira teremos mais um. O Santos entra em campo louco para fazer com que o jogo não descambe para a violência, o que beneficiaria somente os uruguaios. Com um time técnico, o Peixe só tem a perder se o jogo ficar quente e físico. Neymar certamente será muito marcado e pode até ser alvo de um rodízio de faltas. Cabe ao garoto mostrar que tem sangue frio e partir para dentro dos zagueiros.


Para que sirva de inspiração para o Santos e para Neymar, coloco abaixo uma das maiores vitórias do nosso futebol em cima deles: Brasil x Uruguai, semifinal da Copa do Mundo de 1970, no México. No duelo, o Rei apresentou outro ingrediente do seu futebol, um pouco diferente das jogadas geniais. Reparem na cotovelada que ele acerta no zagueiro no segundo vídeo. O homem do apito ainda deu falta nele e cartão para o zagueiro. Essa é a malandragem do futebol brasileiro. Boa sorte ao Santos.






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