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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Pezão, o cara do Fim de semana!


Por Luiz Felipe Fogaça

Em um fim de semana repleto de programas para o apaixonado por esporte, com direito a UFC, clássicos Brasil a fora, reabertura do Mineirão, jogão no inglês e no alemão, uma quase zebra na Davis o meu destaque vai para Pezão.

O brasileiro viu quieto, todos falarem e criticarem seu trabalho, principalmente seu rival.  Não se abalou nem depois de ser castigado em dois rounds. Ele aguentou firme e no melhor estilo Rocky 4 , até pelo rival que como o russo do filme é para muitos fruto de laboratório, soube esperar sua hora e lembrou Stalone quando começou a bater  em Overeem. Ao holandês nada restou a não ser beijar a lona e procurar o trator que o atropelou, sem nada entender quando recuperou a consciência.


Nesse momento em que explodia na balada com meus amigos, a única coisa que vinha na minha cabeça entre os milhões de chupa proferidos por todos, era o seguinte verso musical “falador passa mal rapaz, falador passa mal” . Até agora toda vez que vejo esse nocaute acima, eu me arrepio.

A raiva era tanta, que o brasileiro queria que o holandês levantasse para apanhar mais e teve de ser contido pelo juiz. Depois da luta Pezão ainda deu uma alfineta “bate como leão, mas apanha como gatinho”.

Merece de nós todos os parabéns, assim como Aldo que foi extremamente superior a Frank Edgar, basta ver o número de golpes conectados dos dois. Tamanha foi à superioridade que nem Dana White, nem o próprio oponente questionaram a decisão unanime dos árbitros.

Parabéns também para o Baltimore Ravens, que mostrou todo seu arsenal seja de defesa ou de ataque, passando inclusive por uma decisão do técnico de dar dois pontos para o oponente e venceu o Supebowl. Como é bonito ver a paixão dos americanos por esse esporte. Praticamente não se notou o apagão.

Bonito foi a quase reação do Brasil na Davis, não faltou garra aos nossos jogadores.

O ponto ruim fica por conta da falta de água no Mineirão e a chuva de moedas na Vila Belmiro, criticada até pelo craque Neymar. Sorte que tanto em São Paulo, como em Minas, os jogos foram bons e empolgantes.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Super HarBowl


Por André Gomes, convidado especial


Passadas 46 edições do Super Bowl, a grande final do futebol americano, a 47ª terá outra disputa além dos jogadores em campo. É a primeira vez que dois irmãos irão se enfrentar como técnicos principais das equipes.  John Harbaugh pelo Baltimore Ravens e Jim Harbaugh comandando o San Francisco 49ers.
John, 15 meses mais velho, está em seu quinto ano comandando os Ravens e sempre levou o time aos playoffs, mas esta é a primeira vez que chega ao Super Bowl. Jim completa o segundo ano pelo time de San Francisco e também levou sua equipe à fase final em 2012. Aliás, os dois times perderam as finais de conferência, último jogo antes do Super Bowl, ano passado.
Além do grau de parentesco, os Harbaugh ficaram marcados nesta temporada por mudanças estratégicas que alguns desconfiaram no começo, mas provaram que se tem algo que eles entendem é de futebol americano. O técnico dos 49ers precisou colocar em campo o quarterback reserva, Colin Kaepernick - que está apenas em seu segundo ano de NFL -, quando o titular Alex Smith se machucou. Até aí normal, mas quando Smith voltou da lesão, Jim apostou no novato e foi contestado. Resultado? Kaepernick mostrou maturidade com ótimos passes, além de velocidade quando corria com a bola, e levou a equipe à grande final, mesmo com apenas nove jogos começando como titular.
Kaepernick fez brilhar a estrela do técnico
A mudança de John não foi numa peça tão chave como é o quarterback pra um time, mas chamou atenção e seria algo que poderia abalar o ataque e não fazer os Ravens chegar ao Super Bowl. O irmão mais velho trocou o coordenador ofensivo da equipe – o segundo cara responsável pelo ataque após o próprio treinador - após uma derrota no dia 10 de dezembro.  A equipe mudou, mas mudou para melhor.
Agora temos que aguardar duas semanas, que irão parecer meses para os apaixonados pelo futebol da bola oval, para descobrir se o irmão mais velho dará o segundo título da NFL para os Ravens, ou se o caçula triunfará o sexto para os 49ers. E enquanto esperamos, veja (ou reveja) os números exorbitantes que o Super Bowl fatura.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Em clima de decisão, Futebol Americano acaba com o marasmo do domingo

Por Tuca Veiga


Há quem não consiga ver graça no futebol da bola oval. Uns acham o jogo parado, outros compreendem pouco as regras. Mas, a real, é que a NFL, principalmente quando chega a hora do “vamo vê”, é um esporte fascinante.

Neste domingão, os amantes do esporte foram brindados com duas partidaças. Por lá, eles chamam de final de conferência, vale troféu, festa, e tudo o mais. Mas por aqui, podemos chamar de semifinal, pois o que vale, de verdade, é uma vaga na grande final. No aguardado Super Bowl.

No final da tarde, New Englands Patriots e Baltimore Ravens se enfrentaram. Logo depois, foi a vez de New York Giants e San Franciso 49ers. Duas grandes partidas, capazes de deixar o final do domingo – corriqueiramente insosso – eletrizante.
  
O legal do futebol americano é que cada vez que assistimos aprendemos algo novo. Desta vez, pude compreender o porquê deste esporte se chamar Football. Repletos de lançamentos, corridas incríveis, trombadas, estratégias e tudo o mais, o chute a gol sempre me pareceu o menos importante dentro da lógica do jogo. Doce engano.

Após um longo confronto, cheio de reviravoltas, o Patriots, do craque Tom Brady – mais conhecido aqui como o maridão de Gisele Bündchen – chegou à reta final com três pontos de vantagem. No entanto, a última posse de bola estava nas mãos dos adversários, que com pouco tempo no relógio e os nervos à flor da pele, não conseguiram se aproximar da ‘end zone’. Não tinha como chegar ao touchdown da vitória. A única alternativa era chutar, empatar o jogo e levar a decisão para a prorrogação.

Em casa, eu era cobrado para ir à padaria, antes que ela fechasse e ficássemos sem o rango da noite. Aflito, torci para que os deuses da NFL intervissem. E, para o meu espanto, não é que eles me escutaram?! O improvável entrou em campo, fez o kicker do Baltimore tremer e a bola passou tirando tinta da trave. Festa da torcida dos Patriots.

Horas depois, o roteiro foi o mesmo. Ou melhor, quase o mesmo. A diferença é que, desta vez, houve sim prorrogação.  Madrugada adentro, sabendo que o sono comprometeria a minha segunda-feira, acompanhei as trocas de posse. Parecia que ninguém queria enfrentar os Patriots no Super Bowl. Eis que um erro amador colocou os Giants perto da end zone. Na prorrogação, qualquer pontinho conquistado acaba com o jogo. E foi num belo chute, que os Giants avançaram à decisão.

Agora, teremos um Super Bowl histórico. A revanche de quatro anos atrás. O duelo de 2008 foi histórico, mas isso é história para um outro post, assim como a expectativa para este jogão. Acompanhe tudo aqui no Paixão. Abaixo, você pode conferir um super compacto dos confrontos deste domingo. Não deixe de dar uma olhada!!!



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