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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Onde foi parar o favoritismo?

Por Gabriel Duque

Para os torcedores brasileiros mais entusiastas, havia boas chances de as semifinais da Taça Libertadores deste ano terem apenas clubes do nosso país. No entanto, mais uma vez, os times canarinhos não souberam fazer valer seu favoritismo e impor seu melhor futebol e sua superioridade técnica. Vale até citar os erros de arbitragem nos duelos do Palmeiras e do Corinthians, mas o fato é que as equipes daqui continuam a não saber como ganhar a competição continental.

Apesar da recente onda de títulos brasileiros no torneio - com Inter em 2010, Santos em 2011 e Corinthians em 2012 -, nossos clubes costumeiramente não surpreendidos pelos rivais. Em pouco mais de uma semana, o confronto brasileiro viu a queda do São Paulo, o Palmeiras foi eliminado pelo estreante e mediano time mexicano do Tijuana, o Timão foi derrubado pelo Boca, do veterano Riquelme, e o Grêmio não conseguiu superar o Santa Fé, da Colômbia.



Restaram apenas o Fluminense, ainda com desempenho irregular que deixa o seu futuro na Libertadores incerto, e o Atlético-MG, que tem tudo para avançar pelo menos até as semifinais caso não vacile. O detalhe é que ambos nunca foram campeões da competição, diferentemente dos quatro brasileiros que caíram.

Sobre os eliminados, fica a impressão que poderiam ir mais longe. O Tricolor fez uma péssima primeira fase e deu azar de enfrentar o melhor time do continente. O time alviverde tinha a vantagem, mas o erro de seu goleiro no primeiro gol prejudicou o andamento da equipe. O alvinegro do Parque São Jorge, após empatar o jogo no Pacaembu, passou a se desesperar e abusar das jogadas aéreas vindas da intermediária, algo raramente visto na equipe de Tite. E a equipe gaúcha, que gastou muito com contratações de peso visando o título, não correspondeu às expectativas.

As desclassificações, desta vez, lembram a quarta-feira negra de 2011, quando também quatro clubes brasileiros foram superados nas oitavas de final. Inter, Fluminense, Grêmio e Cruzeiro caíram na ocasião. De brasuca, só sobrou o Santos, que faturou o caneco. Que fiquem as lições para a próxima edição da Liberta.

Confira como ficaram as quartas de final:
Atlético-MG x Tijuana
Boca Juniors x Newell's Old Boys
Santa Fé x Garcisalo
Olimpia x Fluminense

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Ainda é decisivo, mas tem prazo de validade

Um craque com prazo de validade



Por Felipe Pugliese


Enquanto a bola não rola, o mercado da pelota acelera. Foram dias de agitações, muitas ilusões e poucas negociações empolgantes. O Santos foi o único, em 2013, que arrumou um novo camisa dez. 


Na busca incessante dos clubes brasileiros pelo tal "cérebro", algo que se arrasta há mais de uma década incomoda muito  este blogueiro: até quando vamos tentar enfiar Riquelme no nosso futebol?


Riquelme não é mais aquele jogador que acabou com o Palmeiras em 2000. Não que tenha deixado de ser craque. Quem viu o argentino atuando contra o Corinthians percebeu que ele rende, mas nada fora da realidade que temos aqui mesmo no Brasil.  Ainda é decisivo, mas tem prazo de validade. 


Além do mais, trata-se de um jogador extremamente complicado psicologicamente. Em inúmeras entrevistas o meia disse que, em Barcelona, sofreu de depressão por estar longe da Argentina. Vale o risco de uma nova tentativa?


Não é "de grupo" e precisa ser a grande estrela. Coadjuvante não é uma palavra que combina com este atleta. Em qual time do Brasil  Riquelme se encaixaria? Talvez no Cruzeiro atual, ou até mesmo no Palmeiras. 
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