Um craque com prazo de validade |
Por Felipe Pugliese
Enquanto a bola não rola, o mercado da pelota acelera. Foram dias de agitações, muitas ilusões e poucas negociações empolgantes. O Santos foi o único, em 2013, que arrumou um novo camisa dez.
Na busca incessante dos clubes brasileiros pelo tal "cérebro", algo que se arrasta há mais de uma década incomoda muito este blogueiro: até quando vamos tentar enfiar Riquelme no nosso futebol?
Riquelme não é mais aquele jogador que acabou com o Palmeiras em 2000. Não que tenha deixado de ser craque. Quem viu o argentino atuando contra o Corinthians percebeu que ele rende, mas nada fora da realidade que temos aqui mesmo no Brasil. Ainda é decisivo, mas tem prazo de validade.
Além do mais, trata-se de um jogador extremamente complicado psicologicamente. Em inúmeras entrevistas o meia disse que, em Barcelona, sofreu de depressão por estar longe da Argentina. Vale o risco de uma nova tentativa?
Não é "de grupo" e precisa ser a grande estrela. Coadjuvante não é uma palavra que combina com este atleta. Em qual time do Brasil Riquelme se encaixaria? Talvez no Cruzeiro atual, ou até mesmo no Palmeiras.
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