Páginas
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Quem diria Milan!
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Confira os duelos das oitavas da Champions
![]() |
| CR7 volta a Manchester e terá tarefa árdua para classificar o Real. |
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Gol de bicicleta a gente nunca esquece
A bicicleta legítima - à brasileira - o escritor uruguaio Eduardo Galeano descreveu no capítulo sobre Leônidas em seu livro, Futebol ao sol e à sombra. "Leônidas fez muitos gols, que nunca contou. Alguns foram feitos do ar, os pés girando, a cabeça para baixo, de costas para o arco: foi muito hábil nas acrobacias da chilena, que os brasileiros chamam de bicicleta. Os gols de Leônidas eram tão lindos que até o goleiro vencido se levantava para felicitá-lo."
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Champions League repleta de surpresas
Após o sorteio da fase de grupos da Champions League, predominou um sentimento de desânimo pela falta de confrontos interessantes, exceção feita à chave de Real Madrid, City, Dortmund e Ajax. No entanto, já passaram quase quatro rodadas e as surpresas apareceram. Nesta terça, Porto e Málaga (foto) foram os primeiros a confirmar a vaga nas oitavas de final.
Apesar de toda sua tradição e de dois títulos no torneio, o time lusitano vinha de decepcionantes campanhas continentais. Porém, neste ano, o clube ganhou sobrevida contando com a boa fase da dupla colombiana James Rodriguez-Jackson Martínez e lidera o grupo A. Já a equipe espanhola, comprada recentemente por um sheik do Qatar, estreou na Champions nesta temporada, desbancou o poderoso Milan no grupo C e segue invicta rumo à próxima fase.
Por falar no clube italiano, os rossoneros não empolgam e, caso se classifiquem, dificilmente irão longe no torneio. Situação parecida vive o Arsenal, que continua na vice-liderança do grupo B, mas com um elenco limitado e sem grandes craques não tem grandes perspectivas. A chave que mais pega fogo é a D com o Borussia quase classificado, o milionário Manchester City quase eliminado e o Real, de Cristiano Ronaldo e Mourinho, brigando com o Ajax pela segunda vaga.
Nos outros quatros grupos com rodada a ser disputada nesta quarta, grandes clubes como Juventus, Bayern de Munique e Benfica estão ameaçados de não avançarem na competição. Enquanto isso, Manchester United e Barcelona praticamente encaminharam suas classificações e o Shakhtar Donetsk volta a fazer boa campanha atrapalhando a vida de Chelsea e Juve.
Mas a zebra rola mesmo solta nas chaves F, G e H com BATE Borisov, da Bielorrússia, Celtic e o romeno Cluj nas respectivas vice-lideranças. Alguns dos tradicionais clubes europeus que se complicaram podem dar a voltar por cima, mas a Champions já nos reservou muitas surpresas e, neste ano, o Málaga é a bola da vez. Até onde o time espanhol comandado pelo meia argentino Saviola irá?
quarta-feira, 28 de março de 2012
Chega Junto
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Que pasa, Carlitos?

terça-feira, 13 de setembro de 2011
Está na Hora! O Torneio Mais Charmoso do Mundo vai Começar...
Amigos, chegou a hora. Nós, amantes do futebol, sempre aguardamos por esse momento. O início da fase de grupos da Euro Champions League. Hora de tentar conciliar aula, trabalho, trânsito pra estar na frente da TV às 15h45 pra assistir aos grandes jogos que estão por vir. De brinde, iniciamos hoje com um Barça e Milan em que 11 títulos de Champions estarão em jogo. Simplesmente imperdível o duelo! Mas vale lembrar que os outros adversários de grupo H para essas equipes não devem nem fazer cócegas (BATE e Victoria Plzen).sexta-feira, 27 de maio de 2011
O azarão da vez
O Manchester chega invicto à final. Na primeira fase, quatro vitórias, dois empates e a primeira colocação na chave. No grupo C, estavam, além dos comandados de Alex Ferguson, Valencia (ESP), Rangers (ESC) e Bursaspor (TUR). Nas oitavas, um susto contra o bom Olympique de Marselha. Um empate por 0 a 0 na França. E uma vitória apertada na Inglaterra por 2 a 1. Nas quartas, duas vitórias tranquilas sobre o fraco Chelsea. E nas semifinais atuações de ouro do Manchester. Um verdadeiro show sobre o Schalke 04 (ALE) em ambas as partidas. No primeiro jogo, para comprovar o chocolate dos ingleses sobre os alemães, Neuer, goleiro do Shalke, foi o melhor em campo. E olha que a disputa foi em Gelsenkirchen. Veja os melhores momentos:
As casas de apostas britânicas apontam o Manchester como azarão. Apesar disso, serei mais um diabo-vermelho neste sábado. E você, vai com a minoria? Avanti, United! Mas do jeito que eu estou pé frio...
Caminhando e encantando
O que falar do Barcelona? A essa altura do campeonato, sendo o time catalão vencedor ou não da Liga dos Campeões, amanhã, contra o Manchester United, no lendário estádio de Wembley, qualquer coisa soaria como clichê. Melhor time das últimas duas décadas, Messi é brilhante, Xavi e Iniesta são monstros, time toca fácil, joga simples, mantém a bola como ninguém. Com ou sem o caneco, alguém arriscaria dizer que o Barça não é o melhor do mundo?
O fato é que o jogo é decidido dentro de campo e no futebol, ainda bem, nem sempre o melhor vence. A final de amanhã será um jogo histórico, assim como esse time do Barcelona. O estilo de jogo catalão veio para marcar uma fase importante desse esporte. A filosofia é simples: manter a bola nos pés. Desde que Pep Guardiola chegou, há três anos, o Barça não passou uma partida com menos posse de bola do que o adversário. É envolvente.
E foi assim que, jogando e encantando, o Barcelona caminhou até Wembley, onde colocará à prova seu talento. Na primeira fase, em seis jogos, o time catalão conquistou 14 pontos, com quatro vitórias e dois empates. Em seu grupo estavam Panathinaikos (GRE), Rubin Kazan (RUS) e Copenhague (DIN).
Na estréia, contra o time grego, no Camp Nou, o Barcelona logo mostrou a que veio: 5 a 1. Contra o mesmo adversário, fora de casa, Messi e companhia vencerem por 3 a 0. Jogando em casa o Barça venceu outras duas: 2 a 0 sobre o Rubin Kazan e Copenhague. Os resultados contra esses dois times também foram iguais fora de casa: empates por 1 a 1.
O verdadeiro teste para os comandados de Pep Guardiola veio nas oitavas de final, contra o Arsenal. No Emirates Stadium, jogo duro. Sem medo de jogar fora de casa, o Barcelona pressionou o Arsenal e podia ter feito dois ou três gols no primeiro tempo, se não fosse a falta de pontaria de Messi naquele dia. Mesmo assim, ainda na etapa inicial, David Villa abriu o placar para o time catalão. O time londrino, porém, não afinou: virou o jogo no segundo tempo com Van Persie e Arshavin, decretando a única derrota do Barça na Liga dos Campeões até aqui.
No jogo de volta, no Camp Nou, o Barcelona fez o jogo que considero fundamental em sua caminhada. É certo que ainda derrotariam o Real Madrid, com show de Messi; mas foi na vitória contra o Arsenal por 3 a 1, revertendo o placar da primeira partida, que o Barça mostrou toda sua força.
Foram 717 passes do time catalão contra 195 dos ingleses. Ao todo os donos da casa chutaram 19 vezes ao gol. Foi um massacre. Uma aula de futebol bem jogado, coletivamente, com toques curtos e objetividade. Messi ainda fez um gol antológico, dando um chapéu sensacional no goleiro adversário. Nas quartas de final, o Barcelona passeou contra o Shakhtar Donetsk. No Camp Nou, meteu logo 5 a 1 para no jogo de volta, na Ucrânia, vencer por 1 a 0.
Já na semifinal, um clássico para ser humano nenhum botar defeito. Barcelona contra Real Madrid. Messi contra Cristiano Ronaldo. Pep Guardiola contra José Mourinho. Foi realmente histórico. Os jogos em si, no Santiago Bernabéu e no Camp Nou, não foram grandes espetáculos. O nervosismo e a rivalidade à flor da pele tomaram conta do duelo.
Mas no primeiro jogo, em Madri, o mundo viu a melhor atuação individual de Messi na temporada. O argentino abriu o placar aproveitando cruzamento da direita, mostrando oportunismo nato, e decretou o 2 a 0 com um gol histórico, costurando a defesa merengue e tocando na saída do goleiro Casillas. No segundo jogo, empate por 1 a 1, com gols de Pedro e Marcelo. Mourinho chorou como uma criança por conta da arbitragem depois da partida, mas não teve jeito: o Barcelona, merecidamente, estava na final da Liga dos Campeões.
Até a decisão, o Barcelona jogou 12 jogos. Foram oito vitórias, três empates e uma derrota, com oito gols contra e 27 a favor (média de 2,25 gols por partida). Ganhando ou perdendo amanhã, esse time do Barça sem dúvida já entrou para a história do futebol mundial.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
On the road to Wembley

Começamos hoje a jornada do "Paixão Clubística" para a final da Champions League deste sábado, entre Manchester United e Barcelona. Os dois times, considerados os melhores do mundo, se enfrentarão no mítico estádio de Wembley, localizado no norte de Londres.
A caminhada para Wembley (ou "on the road to wembley", na versão em inglês) não parece das mais complicadas no primeiro momento. O metrô, ou tube como dizem os ingleses, deixam o espectador há alguns metros do portão principal. Ainda existem diversas linhas de ônibus que levam o torcedor a ruas próximas do estádio e estacionamentos para aqueles que optarem pelo carro. Ou seja, nada que se compare aos caminhos que torcedores brasileiros enfrentam todos os dias de jogo no Morumbi, Castelão, Engenhão e muitos outros.
Na entrada da rua que leva torcedores, funcionários e curiosos para o portão principal do maior estádio da Inglaterra é que a frase, profetizada por jogadores quase como um mantra, se concretiza. A construção fica mais imponente a cada passo em sua direção e é impossível ao menos tentar observar a paisagem no entorno do estádio.
Construído em 1923 para uma exposição sobre o exército britânico, um dos vitoriosos da 1ª Guerra Mundial, o estádio de Wembley foi comprado pelo empresário Arthur Elvin, reformado e transformado na casa da seleção inglesa e local de quase todas as decisões nacionais, por isso a expressão "on the road to Wembley". Isso porque as únicas hipóteses de se jogar no estádio são chegando a uma final ou vestindo a camisa da seleção nacional, conquistas não muito comuns para a maioria dos jogadores e bastante celebradas por todos os atletas quando alcançadas.
Mas existem outras maneiras de chegar à Wembley. Desde o jogo entre Bolton e West Ham pelo final da Copa da Inglaterra, o estádio ainda recebeu jogos de críquete, de rúgbi, campeonatos de atletismo, de corridas de cavalo, além de shows, muitos shows. Os maiores deles são o tributo à Freddie Mercury e o Live Aid, mas também passaram pelo gramado fãs de Michael Jackson, Rolling Stones, Madonna, entre outros. Desde sua inauguração, o estádio de Wembley pode ser nomeado como a mais bem sucedida Arena Multiuso de todos os tempos.
Dentro das 4 linhas se destacam a final da Copa do Mundo de 1966, vencida pela seleção da Inglaterra com o polêmico gol de Hurst na prorrogação, quando a bola atingiu o travessão, quicou na linha e saiu (veja a foto ao lado). Tembém houve as 5 decisões da Liga dos Campeões, uma delas vencida pelo Manchester United em 1968 e outra pelo Barcelona, a última disputada no estádio, em 1992.
Dez anos depois, sob muitos protestos, foi iniciado o processo de demolição do mais nobre estádio do Reino Unido. Não sem antes prestarem uma reverência ao futebol brasileiro. O estádio da Realeza deixou que Pelé fizesse o último gol do antigo Wembley. Ele marcou de pênalti no gol defendido por Gordon Banks. Também foi dos brasileiros a honra de fazer o primeiro jogo entre seleções principais. No empate em 1x1 com os ingleses, quem marcou foi Diego.
O novo estádio Wembley nasceu escrevendo seu nome na história, como não poderia ser diferente, já que precisaria respeitar as tradições do antigo. Com 90 mil lugares, a arquitetura clássica representada pelas duas torres posicionadas na entrada foi substituída por formas arredondadas e um gigantesco arco que, além de lindo e imponente, ajuda na sustentação do teto e possibilita que não existam pontos cegos nas arquibancadas. Para os jogadores, um tapete verde cuidadosamente preservado para grandes jogos. Para os torcedores, um deleite, uma miragem futebolística, um verdadeiro prêmio para aqueles que acompanharam jogos durante uma temporada inteira de seus clubes.
Um outro dado cur
ioso, ainda mais para nós brasileiros, acostumados com a precaridade das estruturas sanitárias, são os 2.618 banheiros dentro do estádio. Para os beberrões, são 34 bares e para os gordinhos 98 cozinhas. Acho que é para compensar toda a caminhada...
Texto por: Matheus Caselatto
quinta-feira, 19 de maio de 2011
O sul-americano Porto dos recordes
Não é novidade para ninguém o excesso de jogadores estrangeiros que figuram as principais equipes europeias. Ano passado, a Inter de Milão, campeã da Champions League, não trazia no seu time titular sequer um jogador italiano.
O Porto, novo campeão da Europa League (torneio continental secundário), é outro exemplo de legião estrangeira, com um elenco repleto de sul-americanos. O time conta com diversos colombianos, argentinos e uruguaios.
A presença de jogadores brasileiros também é considerado ingrediente fundamental para um time campeão. No Porto, isso acontece desde os tempos de Cabral. A última vez que o time conquistou o Velho Continente, sob o comando de Mourinho, Deco e Carlos Alberto foram os heróis.
Desta vez, a principal participação de um jogador nosso não foi balançando a rede, mas sim numa bela defesa de Hélton no começo da segunda etapa. Foi o gol solitário do colombiano Radamel Falcão Garcia que garantiu a festa portuguesa com certeza.
Falcão foi considerado o jogador da decisão, única e exclusivamente por fazer o gol do título. A partida mesmo foi de baixo nível. Fazendo o que lhe é ofício, o colombiano virou história. As 17 vezes que sacudiu o filó deixaram para trás o recorde de outro goleador nato: o alemão Jürgen Klinsmann.
Além da dupla Falcão e Hulk, que marcou gols em 40 dos 53 jogos do time na temporada, outro segredo do campeão está sentado no banco de reservas – e às vezes em pé na área técnica: chama-se André Villas Boas. Auxiliar de José Mourinho entre 2002 e 2009 e frequentemente comparado ao mestre, o treinador também citou Pep Guardiola e Bob Robson como gurus.
Naquele papo de que um dia o discípulo sempre supera o mestre, Villas Boas tentará na próxima temporada ao menos igualar Mourinho, campeão da Champions League um ano após levantar o troféu da Copa da Uefa, hoje chamada de Europa League. Neste ano, cabe comemorar o fato de ter montado um time aniquilador de recordes.
Veja abaixo a lista de recordes quebrados pelo Porto:
-
Maior número de partidas invictas da história do clube, com 36, superando as 33 de José Mourinho.
-
Maior número de vitórias de um time português na Europa League, com 14.
-
Após 70 anos, o Porto teve o artilheiro e o vice-artilheiro do campeonato nacional. Hulk (23 gols) e Falcão (16).
-
Maior aproveitamento da história do Campeonato Português, com 84 pontos conquistados de 90 possíveis. Campeão Português invicto com 27 vitórias e 3 empates.
-
Maior vantagem sobre o segundo colocado, o Benfica, 21 pontos.
-
Maior sequência de vitórias consecutivas, 16.







