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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Os acertos e erros do mercado do futebol
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
É esperar para ver...
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| Marquinhos, de campeão da Copinha à titularidade na Roma |
domingo, 28 de outubro de 2012
Por que somos tão malandros?
Mas isso não isenta, é claro, o péssimo nível dos juízes da bola no país. Os atletas de futebol da América do Sul são os malandros maus, os burros. Diferentemente dos de Nelson Rodrigues. Aqueles bons, românticos, arruaceiros, mas carismáticos. A história do futebol é repleta desses personagens.
Episódio de hoje: "La mano de pau do Pirata Barcos".
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Qual é o melhor time do Brasil?
Ainda estamos no mês de abril, vivendo apenas a segunda estação do ano. O Campeonato Brasileiro ainda nem deu suas caras e, mesmo assim, uma pergunta já incomoda em busca de respostas: qual é o melhor time do Brasil?
Leão. Confesso que não esperava que o comandante faria o tricolor jogar o que está jogando hoje. Não é aquele futebol que encanta, mas é competitivo. Cortez, Casemiro, Lucas, Cícero, Luís Fabiano...enfim, um plantel que promete vingar.
trouxe dois grandes jogadores: Barcos e Wesley. Ainda falta elenco. A mesma situação vive o tricolor gaúcho. Contratou Kleber e Marcelo Moreno (dois craques), mas esqueceu de reforçar a armação após a saída de Douglas.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Principal torneio do continente, o carnaval da bola começou
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| Ronaldinho já não desfila mais como antes |
Libertadores: o carnaval da bola. E, como já era de se esperar, o Fluminense venceu ontem, em sua estreia, o fraco Arsenal de Sarandí, da Argentina. Um gol no começo da partida e muita confusão no segundo tempo. Parecia até encontro entre Mancha Verde e Gaviões da Fiel na apuração do carnaval de São Paulo. O técnico Abel Braga, do Tricolor Carioca, disse que Libertadores é isso: briga, raça, juiz que deixa o jogo correr.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Os rivais que se fazem bem
É evidente que gremistas e colorados não vivem um sem o outro. E melhor, desenvolvem-se conforme o rival cresce. Um puxa o outro sempre pra cima. Vejamos mais algumas "coincidências" que confirmam minha afirmação.
Na década de 90, a equipe em evidência era o Grêmio de Felipão, Arce, Paulo Nunes... bicampeão da Libertadores em 95 e Brasileiro em 96. E o Internacional? Na época, o Inter tentava voltar a seus anos dourados, de Falcão e cia da década de 70, conquistando a Copa São Paulo em 1998, com o zagueiro e capitão Lúcio.
Um projeto a médio/longo prazo que rendeu doces e belos frutos "vermelhos", menos de dez anos depois da conquista dos juniores. Tornando-se também bicampeão da Libertadores e campeão Mundial como o Grêmio.
Outra curiosidade, em 2011, enquanto os tricolores faziam sucesso com seu maior ídolo, Renato Gaúcho, no comando do time, o Internacional apostou na volta do rei de Roma e do Beira-Rio, Paulo Roberto Falcão na função de treinador.
São acontecimentos como esses e muitos outros ainda por vir, que comprovam que a melhor rivalidade do futebol brasileiro se encontra nos pampas gaúchos.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Pelos lados do Tricolor, ousadia é a palavra correta

Por Felipe Pugliese
Pelos lados do Tricolor, ousadia é a palavra correta. Altos investimentos em nomes que dificilmente não darão certo. Kleber “Gladiador” é a cara do novo clube. Marcelo Moreno é um centroavante de nível internacional e de excelente presença de área. Se o fechar com o zagueiro Henrique o Grêmio terá um elenco para brigar por títulos em 2012. A Copa do Brasil é o alvo.
O Internacional gastou menos, até porque já tem uma base montada. Dagoberto é titular em qualquer clube do Brasil. No São Paulo foi muito bem, contudo a torcida do time paulista é uma das mais ingratas do Brasil. O atacante chega ao clube gaúcho para formar um quarteto que promete... D’Alessandro, Oscar, Dagoberto e Leandro Damião.
Enquanto isso no Rio de Janeiro o Botafogo trata a chegada de Andrezinho como se fosse o novo Gerson. É bom jogador, mas ao mesmo tempo extremamente irregular. O Flamengo perdeu Thiago Neves, seu melhor jogador da temporada. Fluminense e Vasco estão no caminho que parece mais seguro.
Em São Paulo o Palmeiras ilude seu torcedor. Diz que grandes reforços chegarão e sofre para fechar com o “craque” Ariel. No Tricolor paulista nomes desconhecidos e no Corinthians nada de novo.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Mortal

Por Felipe Pugliese
Acordei nesta sexta-feira pensando em futebol. Como é bom quando isso acontece. Vivo a véspera de um final de semana que será lembrado por muitos anos, por isso tenho a obrigação de ter um dia diferente. Logo começo a refletir nos clubes que brigam por uma vaga na Libertadores e concluo que o Internacional é o que menos merece alcançar tal conquista. Tem um qualificado elenco e um bom treinador, mas em nenhum momento do campeonato o colorado empolgou, ao contrário de seus concorrentes.
Porém, educado leitor do Paixão Clubística, refleti sobre o futebol gaúcho em geral e pensei que não era justo criticar um time se seu maior rival vive uma mediocridade inigualável. Vou falar é do mais do que mortal Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense.
Há anos que o Grêmio não é o Grêmio. Sim, o imortal tricolor que todos conheciam da tal batalha dos aflitos, na verdade, morreu em Recife em 26 de novembro de 2005. Aquele dia, ao contrário do que todos pensam, o clube se apequenou.
Falaremos dos dias atuais. Menosprezar o trabalho do técnico Celso Roth foi mais um sinal de que a entidade não evoluiu em questão de planejamento. Agora querem Caio Jr.. Qual a diferença? Não há. São do mesmo nível que Tite, que está prestes a ser campeão nacional, por exemplo. A diferença é que o gaúcho teve tempo no Corinthians.
A falta de títulos é extremamente preocupante. A última conquista à altura do Grêmio foi a Copa do Brasil de 2001. Faz mais de dez anos que uma das torcidas mais bonitas do Brasil não grita “É campeão” para o país todo ouvir.
E nesta reta final o grande objetivo é tirar a vaga na Libertadores do maior rival. É muito pouco Grêmio, muito pouco. Reage tricolor, você faz muita, muita falta mesmo entre os grandes.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
PC escala a seleção do primeiro turno
Logo no começo da apuração foi necessário estabelecer um critério de desempate, pois o botafoguense Jefferson, mesmo servindo à Seleção, terminou com os mesmos votos de Fernando Prass, do Vasco. O goleiro de nosso time, pois o Vasco está na frente do Botafogo. Felipe e Marcos também foram lembrados.
Nas laterais temos Cicinho, do Palmeiras, e Ávine, do Bahia. Léo Moura e Egídio esquentam o banco. Na zaga Dedé foi barbada. O que confesso não entender é a presença de Chicão, mas já que ele está lá, fica com a braçadeira de capitão pela experiência. No meio-campo Ralf carrega o piano junto com Casemiro, que conseguiu desmanchar por um voto a dupla de volantes do líder do campeonato.
Todos os técnicos terminaram empatados, então escolhemos Ricardo Gomes, em forma de homenagem e energia positiva.
domingo, 28 de agosto de 2011
O Tal do GRENAL!!!!
Grêmio e Inter realizam na tarde deste domingo, no estádio Olímpico, em Porto Alegre, mais um clássico apelidado de Gre-Nal, o duelo das duas forças do RS, sul do país.
Sempre fortes candidatos ao título de qualquer torneio que entram para disputar, conhecidos pelo seu excesso de brio, os gaúchos se enfrentam pela 388ª vez. Se o Inter leva vantagem no confronto geral com 145 vitórias contra 122 do rival, o Grêmio joga em sua casa, onde de 120 jogos venceu 40 e perdeu 33.
Imortalizada por Jardel, atacante que defendia o Grêmio, após uma derrota para o rival Inter, a frase “ Clássico é clássico e vice-versa” parece combinar com o espírito do embate, que não tem favoritos, a única certeza é de muita luta, muita garra.
Em melhor momento no brasileiro, o time colorado aposta na força de Damião, e em Dorival Júnior que ainda não perdeu no comando do time. Já o time tricolor, com Celso Roth a frente da equipe, confia na força de Douglas e Marquinhos no meio de campo do time.
Que vença o melhor!
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Damião é o melhor centroavante do Brasil
terça-feira, 17 de maio de 2011
Os campeões estaduais de 2011 e a boa música
A música entra em campo mais uma vez. Agora, viajando o Brasil para homenagear os campeões estaduais com belas composições ou interpretações de seus torcedores ilustres.
O Flamengo foi quem comemorou primeiro e, por isso, abre a lista musical. O Samba Rubro-Negro foi composto por Wilson Batista e Jorge de Castro nos anos 50 e embalou o tricampeonato do clube de 53/54/55. Em 1979, João Nogueira substituiu “Rubens, Dequinha e Pavão” por “Zico, Adílio e Adão” e regravou o samba exaltação ao clube de coração. Uma verdadeira Paixão Clubística do carioca.
Já que falei em Wilson Batista, não vou deixar Noel Rosa – seu adversário na polêmica musical- de fora. É que Paulo Miklos, torcedor do Santos, Campeão Paulista, está com um trabalho junto ao Quinteto em Branco e Preto revisitando a obra do gênio. Então, aos santistas, Paulo Miklos cantando o que restou da faculdade de medicina de Noel, o “Samba Anatômico – Coração” e “Feitio de Oração”, composto junto ao paulista Vadico.
Para fechar as homenagens aos campeões da região Sudeste, o cruzeirense deve se orgulhar por ter um torcedor como Milton Nascimento. Quando a grande mídia colocaria o Samuel Rosa com o Skank para cantar “Uma Partida de Futebol”, o Paixão Clubística vem com Bituca – apelido do compositor- e “Canção do Sal”, gravada por Elis Regina em 1966.
Lá nos pampas o campeão foi o Inter. Acontece que eu não gosto do Internacional e, para piorar, não achei nenhum compositor Colorado. A homenagem fica mesmo para o Grêmio com o grande Lupicínio Rodrigues, autor do hino tricolor, cantando “Nervos de Aço” no programa Sambão, em 1973.
Esse vídeo não estava no planejamento, mas confesso torcer para o Santa Cruz em Pernambuco e curtir bastante o som das alfaias do maracatu. A homenagem vem com essa gravação de Chico Science – torcedor Coral- e Nação Zumbi em 1994, interpretando “Monólogo ao pé do ouvido” e “Banditismo por uma questão de classe”.
Para finalizar, não tem como deixar de homenagear o Bahia de Feira de Santana e o campeonato baiano. Como não conheço nenhum compositor que seja torcedor do campeão do estado citado, mas gosto muito dos sambistas de lá, vamos com Riachão e o samba “Eu Vou Chegando” que, com certeza, agradará a todos.
Um abraço e até a próxima semana quando conheceremos o dia em que o mestre do samba de breque, Kid Morengueira salvou o rei Pelé!
segunda-feira, 16 de maio de 2011
A magia do futebol que sempre encantou o Brasil

A segunda conquista em três finais seguidas mostra que o Peixe sabe valorizar o Paulistão e tem feito dele combustível para outras conquistas. No caso, a Libertadores. O Santos segue forte na luta pela terceira estrela e muito em breve podemos acompanhar algo que se anuncia como a tônica dos próximos anos: Neymar dando show, levantando a taça e celebrando feito um moleque. Tomara que assim seja – principalmente com a camisa da Seleção.
Por não ser o maior rival de nenhuma equipe no país, o alvinegro da Vila Belmiro sempre contou com a simpatia do Brasil inteiro. O Santos de Pelé levava multidões aonde quer que fosse, tanto que preferiu ser campeão Mundial de 1963 no Maracanã lotado – feito igualado apenas por dois times, o Uruguai em 1950 e o Corinthians em 2000.
Primeiro nos tempos de Robinho e agora com Neymar, o Peixe está novamente nas graças do brasileiro, acostumado a ver brotar craques no solo fértil da baixada santista. Parabéns ao Santos, por alegrar os domingos de futebol e pelo bi campeonato Paulista, vencido com méritos.
Enquanto muitos vão contra os estaduais, sigo sendo favorável a preservação dos campeonatos. Por fazer parte da cultura futebolística nacional e por colocar os rivais cara a cara. Os estaduais trazem para dentro de campo a rivalidade da padaria, da escola, do trabalho, aquela que faz a derrota ser amarga, a segunda-feira ser ainda mais difícil de acordar.
E como doeu o timbre do despertador na manhã dos atleticanos e dos tricolores gaúchos, ambos com a vantagem na mão após a primeira partida. No Sul, o Gre-Nal dos desesperados terminou com festa colorada em pleno Olímpico. Um pouco de ar para o técnico Falcão. Em Minas, a festa cruzeirense amenizou por ora a dor da queda precoce na Libertadores. Sorte do Roger, que festejou como se fosse um Copa do Mundo, esquecendo do cartão vermelho logo na primeira etapa do jogo da eliminação do Cruzeiro.
Em Goiás e na Bahia deu Davi contra Golias. Atlético-GO e Bahia de Feira derrubaram Goiás e Vitória, respectivamente. Mas nenhuma festa foi tão bonita quanto a do Santa Cruz. Na Série D há algum tempo, o torcedor do Santa contou as horas para o grito de campeão, e ele dentro do Arruda lotado. Festa inesquecível para os tricolores comandada pelo técnico Zé Teodoro, ex-jogador do São Paulo, e pelo centroavante Gilberto, que chegou a falar no canal Sportv como reforço corintiano, mas que está próximo de acertar com o Internacional.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Gre-Nal dos desesperados
A identificação dos gaúchos com a cultura portenha é de longa data. No futebol, torcem como argentinos, cantam em espanhol (ou melhor, em portunhol) e enchem seus elencos com jogadores sul-americanos. A Libertadores, como não poderia ser diferente, é obsessão lá pelos pampas. Dois títulos para cada lado e uma rivalidade mais quente do que nunca. Certo?
Errado. Ao contrário do que cantava Adoniran Barbosa, Deus deu um frio maior do que o cobertor e a rivalidade poderia aquecer. Eis que ambos fugiram da luta. O Grêmio já havia deixado transparecer que não estava disposto a submeter seu séquito a tanto sofrimento. Mas o Colorado parecia que ia seguir seu caminho. No entanto, como percebemos, nem tudo que parece é.
Agora, os ídolos Renato Gaúcho e Falcão terão de usar e abusar da lábia dos técnicos de futebol para deixar seus comandados em ponto de bala. Os tais professores sabem que o Gauchão - que tinha tudo para ser o que a Copa do Rei foi para os tão rivais quanto Barcelona e Real Madrid - se tornou um duelo de sobrevivência.
A festa do título estadual que provavelmente seria apreciada com moderação, numa espécie de antepasto, será a redenção para o vencedor e o calvário para o derrotado. A comemoração será garantida pela cerveja e os rojões que vinham sendo estocados para o que poderia ser o "Gre-Nal do Século". Mas até lá, dá-lhe chimarrão para curar a ressaca.









