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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Que se passa?




Por Luiz Felipe Fogaça

Acho engraçado pensar como as coisas mudam rapidamente no futebol. Toda semana temos uma crise, um time imbatível, que na semana seguinte podem trocar de lugar. Basta pegar o Fluminense e o Grêmio na Libertadores, um era lanterna o outro líder, um era festejado e o outro cobrado, passado uma semana e eis que os clubes trocaram de lugar.

Um time que parecia incontestável, a mercê de tudo isso, o tal time da moda, a referência, senhor de tudo e absoluto era o Barcelona. É bem verdade que o time vai ser campeão espanhol com sobras e ainda tem chance de passar sobre o Milan na Champions e literalmente calar os críticos. Mas a derrota para o time italiano, por dois gols de diferença e mais recentemente a eliminação para o Real Madrid na Copa do Rei, em seus domínios, levando três gols, começam a fazer o torcedor se questionar sobre uma eventual queda do império catalão.

Depois de ver o clube somando recordes e quebrando tabus, seja no coletivo, ou através de sua maior estrela o clube catalão viu dois tabus negativos serem quebrados. Perdeu de dois gols de diferença e tomou 3 gols no Camp Nou e para sonho de todos os secadores profissionais que vão sempre contra a maré, mesmo com tamanho absolutismo inquestionável parece o fim de uma era.

A grande pergunta que não quer calar é: O que levou o clube a tal momento ruim? A formula de sucesso usada durante tantos anos parece não dar mais certo e os torcedores apontam alguns motivos. Entre os principais, está a ausência de Pep Guardiola, para todos que dizem que o treinador não faz tanta diferença, a ausência de Guardiola parece fazer muita , principalmente por que seu substituto, Tito Villanova passou por maus bocados e pouco comandou o time do banco.

Guardiola além de implementar o atual modelo de jogo idolatrado pelo mundo afora, tinha o grupo na mão e parecia muito mais motivador do que Tito, que sofre com a ausência de carisma.

A ausência do antigo treinador parece desencadear todos os outros motivos como a apatia do time e de Messi, que parecem sofrer com a falta de objetivos e não demonstram mais vontade de jogar. Não tem mais a mesma penetração e ofensividade de outrora.

Resta saber se ainda estaremos falando isso na semana que vem.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

A provável volta do Felipão



Por Luiz Felipe Fogaça

Sem a empolgação do Brasileirão, que continua rolando, mas já tem quase tudo definido. O assunto que domina as mesas redondas, da televisão e dos bares, é sobre o novo técnico da Seleção.

Cada um tem sua aposta, sua esperança, seu desejo. A demissão que dividiu a opinião de torcedores e jornalistas, principalmente pelo padrão que Mano parecia enfim dar a ao selecionado ainda ecoa. Entretanto, todos agora só querem saber do que vem por ai e já imaginam o que os nomes poderiam trazer de diferente ao Brasil.

Ao descartar, a contratação de um estrangeiro, no caso Guardiola. Marín sinaliza que não vai romper parâmetros e nem fazer apostas. Sendo assim resta só um nome. O de Luis Felipe Scolari.

Se o nome preferido da cúpula da CBF é o de Felipão, a aposta fica por conta da experiência do treinador e de uma nova formação da vitoriosa “família Scolari”. Se for bem verdade, que o treinador, pouco fez depois do título em 2002, é preciso lembrar, que com um time limitadíssimo ganhou a Copa do Brasil deste ano.

O esquema adotado pelo treinador, pode até estar ultrapassado e na contramão dos principais times e seleções do mundo, mas pode dar certo. 

Diferente da tendência atual, Scolari, não abre mão de um centroavante de origem e assim Fred e Luís Fabiano, ficam animados para jogar mais uma Copa.

Neymar deve jogar aberto pela esquerda, como Luan fez no decorrer do ano no Palmeiras. Pelo meio o treinador deve apostar em um meia clássico, como Gaúcho, Ganso, Zé Roberto. Enquanto mais recuado pela direita Oscar deve fazer papel semelhante ao de Kléberson na campanha do penta, Ramires também pode exercer esse papel.

A dupla de volantes, com certeza deverá contar com dois bons marcadores, um que só faça esse papel, como Ralf ou Lucas Leiva. O corintiano deve levar vantagem, pelo entrosamento com Paulinho, que deve ser o outro.

Analises e especulações a parte, o fato é, que quem vier, terá pouco tempo e muita pressão para evitar um novo Maracanazo.
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