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quarta-feira, 22 de junho de 2011
Enquete: Cuca é o 1º treinador demitido no Brasileirão
terça-feira, 17 de maio de 2011
Naufrágio tricolor - cap II
Assim que desembarcou no porto, o presidente da nau são-paulina, Juvenal Juvêncio, provavelmente na brisa de um uisquinho, falou que a situação entre Carpegiani e Rivaldo havia ficado insustentável. Apertado pela imprensa, chegou até a declarar que, se fosse necessário, flertaria inclusive com comandantes empregados. Nessa hora, devia estar com o mestre Cuca na cabeça. O treinador cruzeirense estava realmente preparando o pescoço para a forca. Depois de fazer o barco azul navegar de vento em popa na Libertadores, Cuca viu tudo ir por água abaixo numa noite frustrante, que terminou com a eliminação para o Once Caldas. Após perder a primeira final do Mineirão para o arquirrival, Cuca se tornou o alvo preferido do São Paulo.
Apesar da torcida de Juvenal, o Cruzeiro costurou a vela e voltou a navegar com confiança. “E agora Juvenal ?”, perguntavam os mais próximos. Ele olhou para um lado, olhou para o outro, entrou na internet e percebeu com a enquete do Paixão Clubística que realmente as alternativas estavam pra lá de escassas. E o que fez Juvenal? Voltou atrás.
Fez Rivaldo
e Carpegiani se desculparem, deu uma multinha aqui, outra ali e pronto, tudo resolvido. Mas será que tudo está realmente numa relax, numa tranquila, numa boa? Quantas rodadas Carpegiani irá aguentar? Dentro do clube muitos desconfiam do trabalho dele, na torcida ele é mais que contestado, mas isso tudo até que é normal no meio futebolístico. Acho que a missão mais difícil para o Carpa será reverter os olhares descontentes do elenco tricolor.
De volta ao leme, o barco tricolor volta a viajar com o comando dos pulsos inseguros de Paulo César Carpegiani. Aguardemos o próximo capítulo da viagem são-paulina. O Brasileiro promete ser longo pelos lados do Morumbi.
Por conta da mudança de rumo, tiramos do ar a pesquisa que perguntava quem seria o próximo treinador do São Paulo. Até então, Ney Franco liderava, com a maioria dos votos.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Naufrágio Tricolor
Noite de tempestade no mar do Morumbi e enquanto a água entrava no barco, mais uma vez o comandante era colocado na prancha. Nada de novo. Depois que Rivaldo jogou no ventilador, a situação do técnico Paulo César Carpegiani ficou insustentável. Homem ao mar.
Enquanto o Carpa afoga, nomes importantes dentro do elenco são-paulino saem ilesos. Embora tenha falhado nos três gols, o ídolo Rogério Ceni não teve sua atuação contestada. Alex Silva, Dagoberto, Fernandinho, entre outros, tiveram tantas ou mais chances de mudar o rumo da nau tricolor, mas pouco fizeram.
Embora não tenha realizado nenhum grande trabalho desde a Copa do Mundo de 98, quando dirigiu o Paraguai, Carpegiani havia implementado uma nova maneira de jogar ao time. Uma equipe rejuvenescida, ofensiva e de futebol alegre, bem diferente do São Paulo que veio a ser tri-campeão brasileiro. Mas pelo jeito, o futebol pragmático de antes é que dava resultado. E como futebol é bola na rede e taça na mão, o comandante acabou naufragando nos mares havaianos.
Na maré das especulações, Cuca e Dorival Júnior, que disputam a final do Campeonato Mineiro, despontam como favoritos para assumir o leme. Nos dez dias de férias futebolísticas, os nomes de Paulo Autuori, Joel Santana e Ney Franco também devem ser levantados. Resta ao presidente Juvenal Juvêncio provar que depois da tempestade vem a bonança e contratar um bom técnico para o Brasileirão.
