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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Top 1

Até que enfim o Pan de Guadalajara teve emoção para os brasileiros! O vôlei feminino do Brasil voltou a figurar no alto do pódio panamericano, que por sinal, está muito longe de ser a "Olímpiada das Américas" como dizem os outros. 


E não é de hoje, que vôlei é o esporte número 1 do Brasil. Referência mundial nas quadras e areias, as medalhas nos Jogos Panamericanos e Olímpicos são sempre obrigações. E essa, conquistada contra as cubanas em um complicado 3 a 2, depois de um fácil primeiro set (25 a 15), não é diferente. Com a melhor líbero do mundo, Fabi e as melhores centrais, Fabiana e Thaísa, o Pan já sentia falta do hino verde-amarelo no topo das Américas. (Nossa! Essa primeira parte do texto está muito patriota. Acho que o Maurício Torres me contagiou com o seu transbordar de emoções...)

Já nas areias de José e Chapolin, Juliana e Larissa venceram as donas da casa no tie-break, por 22 a 20, depois de estarem perdendo por cinco pontos de diferença. Haja emoção, Gottino!

Com dois ouros das damas, agora é a vez dos marmanjos. Sem os principais jogadores e sem o comandante Bernaldinho, que estão poupados para garantirem uma vaga em Londres 2012, na Copa do Mundo em novembro, os brasileiros continuam sendo favoritos, mesmo com adversários complicados, como: EUA, Venezuela e Cuba. Além de Alison e Emanuel, nas areias, serem candidatíssimos para a medalha de ouro.

O México é o início do caminho dos tijolos dourados para o vôleyball brasileiro. Certamente conquistarão, no mínimo quatro medalhas em Londres, só nos falta saber a cor delas. Tomara seja igual a dos tijolos!


segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Leandrinho, Nenê e mais 10.

Foram exatos 5858 dias de marasmo. Três ciclos olímpicos, Sydney, Atenas e Pequim, que o basquete masculino nacional não teve o gostinho de participar. Mas, os tempos ensolarados voltaram. O Brasil jogará as duas próximas Olimpíadas, Londres e Rio de Janeiro. Muito mais que a tão sonhada vaga, os brasileiros provaram que estão evoluindo e que novos talentos surgem no país.

A evolução atende pelo nome do argentino Rubén Magnano. O treinador da seleção dourada argentina deu um padrão, principalmente defensivo, que o Brasil não tinha até então. Já, Rafael Hettsheimer, o herói da vitória contra os ex-pupilos de Magnano, Benite, Augusto e Rafael Luz são a geração 2016.


Dá um grande alívio ver esse grupo de basqueteiros verde-amarelos com boas peças de reposição. Era doloroso ver em pelejas passadas, Tiago Splitter ser substituído por JP Batista. MEU DEUS! E com toda essa polêmica envolvendo Leandrinho e Nenê se devem ou não disputar o “file mignon” já que no momento de roer o osso alegaram contusões e problemas familiares.

A relação confusa entre o CBB (Confederação Brasileira de Basketball) e os jogadores da NBA prejudica muito a seleção nacional, vide os 15 anos sem disputar as Olimpíadas. Cravo aqui para os leitores do Paixão, Leandrinho e Nenê estarão entre os doze de Londres. Rubén Magnano é muito experiente e vitorioso. Conversará com ambos e saberá com quem poderá contar realmente ano que vem.


E já adianto o time do Brasil para Londres-2012. Marcelinho Huertas, Leandrinho, Alex/Marquinho, Anderson Varejão e Nenê/Spitter. Para suplentes teremos: Marcelinho Machado, Guilherme Giovannoni, Rafael Hettsheimer e Vitor Benite.

No próximo mês, com exclusividade, para o Paixão Clubística uma entrevista com Oscar Schimit. Ele repercute essa vaga às Olimpíadas, fala de sua carreira, suas glórias, seus erros como malufista e muito mais. Aguardem!!
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