Páginas

Mostrando postagens com marcador Jadson. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jadson. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 8 de março de 2013

Bom futebol passa longe do Morumbi em 2013



por Luiz Felipe Fogaça

No fundo o são paulino sabia que cedo ou tarde ia chegar essa hora. As atuações do clube desde o começo do ano não são convincentes e o tropeço por assim dizer, era nítido. Jogos ganhos por um gol de diferença, muito sofrimento contra todo e qualquer adversário (salvo o Bolívar).

Mesmo que tivesse ganhado ontem - e teve oportunidade, uma vez que acertou três bolas na trave -, a atuação ainda deixaria a desejar e seria mais uma daquelas vitórias que enganam, ou enquanto ganha tá tudo certo.

Hoje, por mais que tente, Ney Franco não consegue dar um padrão de jogo para sua equipe, ou ao menos o time não rende o esperado no padrão desejado. O São Paulo de 2013 depende exclusivamente de Jadson e, principalmente, Osvaldo. 

Para o lugar de Lucas, já testou tudo que podia e ninguém se encaixa. Ganso que era a principal esperança para conduzir o time não corresponde e pouco tem agregado quando entra, ontem (quinta-feira) foram possíveis ouvir as primeiras críticas ao meia.

Welington que era o grande trunfo da equipe do Morumbi, responsável por acertar o meio-campo e dar equilíbrio à equipe passa por uma fase que eu chamo de "fase Casemiro", não se encontra em campo, tem deixado a desejar até na marcação, não solta a bola, e devido às limitações do plantel, segue absoluto.

Os laterais outrora festejados são alvo de críticas constantes e se antes marcavam mal, parecem ter desaprendido a atacar e são quase peças nulas no time.

A zaga que terminou bem o ano recebeu um grande reforço, o que pareceu que desestabilizou o time e nem Tolói, nem Rodolfo conseguem se acertar ao lado de Lúcio. Por baixo e por cima, qualquer ataque tem dado calafrio aos torcedores tricolores.

Ney Franco, assim como o torcedor, coça a cabeça e por mais que tente não consegue entender o que acontece, já que no papel tem sim um bom elenco.

Menos mal que o time ainda é líder do Paulista e tem totais condições de se classificar na Libertadores, o difícil é fazer o time voltar a apresentar um bom futebol. Aí que mora o desafio.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Chegou a hora de ver quem é homem

                                                                               Foto: Ivan Storti



Por Felipe Pugliese


Dois resultados. Dois resultados que mostram que o São Paulo ainda não é um time pronto. Dois resultados que evidenciam a falta de “atitude” (citada pelo maior ídolo) e personalidade de uma equipe que planeja voltar ao caminho dos títulos.



Perder para o Bolívar por 4 a 3 (mesmo após abrir 3 a 0) foi um vexame, mas não deixou cicatrizes. Veio o clássico contra o Santos, o bandeira errou feio e o São Paulo foi derrotado de novo. O que mais inquieta é a falta de tesão dessa equipe.


Ney Franco já é um grande treinador. Mudou o São Paulo. Montou um time tecnicamente forte. Chegou a hora de mexer no emocional. Chegou a hora de ver quem é homem.  O treinador parece muito pacato... talvez esteja aí o problema.


A figura do São Paulo na derrota para o rival é Paulo Henrique Ganso. Como irrita vê-lo em campo. Parece que passeia pela orla de Santos. Na dá um pique o jogo todo. Passa os 90 minutos com a camisa seca. Desconfio que o camisa oito seja alérgico ao suor.


Retiro da minha crítica quatro atletas: Rogério Ceni, Cañete, Oswaldo e Jadson. O restante precisa afiar o facão e coloca-lo entre os dentes.  

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Para lavar a alma



Por Luiz Felipe Fogaça

O título deste texto não poderia ser outro. Bem que ele poderia retratar perfeitamente o jogo, devido à grande goleada - uma verdadeira surra - que o São Paulo aplicou sobre a La U. Mas não é disso que se trata. Neste caso, eu falo de minha volta aos estádios.

Por alguns motivos fiquei privado de ir ao estádio por quatro longos meses. Muitos podem pensar que isso não é muito, mas acreditem, é sim. O simples fato de você não poder ir aonde gosta, já é muito. Quisera eu fosse por apenas opção, mas não era.

Enfim, sem me alongar nesse assunto, gostaria de descrever o sentimento de um torcedor apaixonado, que voltou ao campo e pôde presenciar mais uma vez o seu time do coração jogando.

Me senti como uma criança que vai pela primeira vez ao jogo com seu pai - essa é a perfeita descrição. Quem é que não se lembra do seu primeiro jogo?

Só de ver de longe, de ver a rua tomada por pessoas que dividem uma mesma paixão, só de olhar para o lado e ver meus amigos, me arrepiei do cabelo ao dedinho do pé.

Acreditem que até da longa fila eu estava com saudades. Parecia que não ia chegar nunca, mas chegou. Ao entrar, o sinal da cruz, o pé direito, a superstição de sempre e o olhar deslumbrado por todos os cantos com a cara de quem ainda não conseguia acreditar.

Mesmas coisas, sob um novo olhar. A sensação de êxtase, a adrenalina, que não demorou a baixar.  
Jadson tratou de me fazer sentir um dos momentos mais prazerosos da vida, logo aos cinco minutos. Me fez sentir em casa, me sentir de volta, com a certeza de que algo muito bom estava por vir.

Com os dois a zero do primeiro jogo e o placar logo inaugurado, o Tricolor tomou conta do jogo. Eram jogados 21 minutos quando a torcida explodiu pela segunda vez. Golaço de Lucas, após grande jogada individual.

Se ainda tinha algum chileno que acreditava numa reação histórica, aos 29, Luis Fabiano, tocando por cima de Herrera, tratou de acabar de vez com qualquer esperança.

Melhor impossível, já estava de bom tamanho. Mais ainda faltava meio tempo.

No segundo tempo a superioridade do time paulista continuo prevalecendo. Dois golaços de Rafael Tolói e Jadson, de novo.

Com muita festa da torcida, casa cheia, SHOW de BOLA no campo, goleada, nem nos meus melhores sonhos. Não é a toa que muitos homens sempre se perguntam se tem futebol no céu. Tomara que sim!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...