O Paixão Clubística entra em tema polêmico! Jogador profissional precisa meter a mala? Eu sou completamente favorável. Achei sensacional o que o Rafinha, meia do Coritiba, fez após perder pênalti e aproveitar o rebote no jogo de domingo, contra o Atlético-MG, no Couto Pereira. Ele dá uma olhadinha pro lado e balança a rede. Foi marra ou ele olhou pro árbitro? Precisava meter essa mala? Veja e opine!
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segunda-feira, 15 de agosto de 2011
domingo, 14 de agosto de 2011
Corinthians encarna o Robbin Hood
O começo de campeonato do líder Corinthians foi de deixar até o mais pessimista em estado de graça. Não somente pelos números - que estampavam nove vitórias e somente um empate na primeira dezena de jogos. Mas, principalmente, pelo futebol bem jogado e as vitórias em cima dos principais adversários, a se destacar a goleada de 5 a 0 sobre o São Paulo."Agora vai", pensava o fiel torcedor alvinegro ao olhar para a tabela. Corinthians líder e um final de turno contra equipes que figuram o lado de baixo da classificação. Avaí, América-MG, Atlético-PR, Santos e Ceará pareciam um prato cheio. Foi aí que baixou o Robin Hood no elenco corintiano.
Três empates e apenas uma vitória depois, o Corinthians percebe que perdeu uma excelente oportunidade de acumular gordura. Roubou dos ricos e distribuiu para os pobres. Contra os quatro times imediatamente abaixo foram 10 pontos, empatando somente com o Flamengo, vice-líder - que também deixou escapar a vitória que parecia nas mãos.
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Tuca Veiga
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sábado, 13 de agosto de 2011
Gladiador é daqueles que seriam engolidos na arena
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| Gladiador? |
Li no Twitter do excelente Erich Beting que Kleber é um gladiador "daqueles que, na Roma Antiga, deveria ser engolido pelo leão na arena". Em conversa com Thiago Comparini, jornalista do SBT, ele me disse que uma jaguatirica já dava conta. É... Pelo visto a paciência do torcedor alviverde com o camisa 30 acabou. E a fama de jogador que não decide também já chegou à imprensa.
Depois da novela em que o atacante forçou a barra para a diretoria aumentar o seu salário, já que tinha uma proposta melhor do Flamengo, parece que a magia em torno de Kleber também terminou. Ele teve um respiro na partida diante do mesmo Flamengo quando, em bola ao chão, dispensou o fair play, pegou a bola e mandou pro gol. Estava ali uma chance de reconquista da torcida. Mas durou pouco. Afinal, futebol é resultado. Ainda mais para o palmeirense, que está há anos carente de títulos e, principalmente, de ídolos.
"A bola nunca chegou fácil, fiz gols de pênaltis, gols em que fiz a jogada toda, já dei passe. Às vezes tem que jogar em função de um meia. Só vamos conseguir quando a bola chegar bem e tiver chances. Pelo que todo mundo está vendo, a bola não está chegando", desabafou Kleber após a derrota de quinta-feira, contra o Vasco, pela Copa Sul-Americana.
Declarações (ou seriam reclamações?) como essa não ajudam em nada. Alguém precisa avisar ao Gladiador que, para ganhar um aumento, em qualquer empresa séria, é necessário mostrar serviço. São seis jogos sem marcar gol. Um jejum absurdo para quem, até outro dia, se achava o último homem do Coliseu capaz de salvar uma nação inteira. Ele merece um aumento? E aí, Kleber, vamos jogar bola? Quem fala muito faz pouco. Feche a boca e comece a balançar a rede. Acabou a trégua.
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011
O novo golaço de Chico Buarque
Como é gostoso ter em mãos o novo disco de um músico que admiramos há tanto tempo. Você cria expectativa, chega a ficar com medo de sentir que a criatividade do ídolo possa estar a esvair. Há sempre uma pitada de estranheza, você sente aquele gosto de novidade e logo já está arrebatado.
Semana passada, tive meu primeiro contato com o novo CD do Chico – bem chamado apenas de Chico. E assim pode ser classificado, é um disco do Chico e ponto.
Antes que alguém não entenda o motivo da presença do músico num blog de futebol, venho logo com explicações. ‘Das três cores que traduzem tradição’, o compositor nunca deixa a paixão nacional fugir dos seus discos.
Neste, a música entra em campo – como diz meu companheiro de PC, Vinicius – em duas faixas. Mas ela vira um golaço, mesmo, na penúltima, chamada ‘Barafunda’. A música é linda. Chico canta: “É, não é/ Era Zizinho, era Pelé/ Aliás, Soraia era Anabela/ Era amarela a saia/ Foi quando a verde-e-rosa saiu campeã/ Cantando Cartola ao romper da manhã/ (...) Era Aurora, não, era Barbarela/ Juro que eu ia até o Cazaquistão atrás dela/ A vida é bela/ É Garrincha, É Cartola, É Mandela”.
Essa é a dica do Paixão. No disco, Chico Buarque mostra que está inspirado como sempre, minha predileta já é ‘Tipo Baião’. Ele também canta com a nova namorada, a cantora Thaís Gulin, numa música para causar ciúmes em todas as mulheres de Chico. Por fim, uma parceria com João Bosco para ficar eternizada (assista abaixo).
Escute, também, a música Futebol, uma das boas homenagens do carioca ao esporte bretão.
Semana passada, tive meu primeiro contato com o novo CD do Chico – bem chamado apenas de Chico. E assim pode ser classificado, é um disco do Chico e ponto.
Antes que alguém não entenda o motivo da presença do músico num blog de futebol, venho logo com explicações. ‘Das três cores que traduzem tradição’, o compositor nunca deixa a paixão nacional fugir dos seus discos.
Neste, a música entra em campo – como diz meu companheiro de PC, Vinicius – em duas faixas. Mas ela vira um golaço, mesmo, na penúltima, chamada ‘Barafunda’. A música é linda. Chico canta: “É, não é/ Era Zizinho, era Pelé/ Aliás, Soraia era Anabela/ Era amarela a saia/ Foi quando a verde-e-rosa saiu campeã/ Cantando Cartola ao romper da manhã/ (...) Era Aurora, não, era Barbarela/ Juro que eu ia até o Cazaquistão atrás dela/ A vida é bela/ É Garrincha, É Cartola, É Mandela”.
Essa é a dica do Paixão. No disco, Chico Buarque mostra que está inspirado como sempre, minha predileta já é ‘Tipo Baião’. Ele também canta com a nova namorada, a cantora Thaís Gulin, numa música para causar ciúmes em todas as mulheres de Chico. Por fim, uma parceria com João Bosco para ficar eternizada (assista abaixo).
Escute, também, a música Futebol, uma das boas homenagens do carioca ao esporte bretão.
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Tuca Veiga
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Mano na corda bamba
‘Caía, a tarde feito um viaduto, e o Mano trajando luto, me lembrou Carlitos’. O treinador brasileiro completou na quarta-feira, 10/08, um ano de Seleção e, até agora, o balanço é negativo. Embora saibamos que o time precisa estar a ponto de bala somente daqui a três anos, o selecionado nacional não ganha, tampouco empolga o torcedor do Brasil.
As derrotas contra grandes forças do futebol mundial e a eliminação precoce da Copa América são atenuantes ao difícil momento da Seleção e, por mais que o trabalho esteja em fase inicial e Mano ainda goze do prestigio popular, é bom o comandante abrir os olhos, pois dançando ‘na corda bamba de sombrinha, em cada passo dessa linha, pode se machucar’. Caso isso ocorra, Muricy, Felipão e Luxa pintarão como principais alternativas.
O jogo perdido para a Alemanha não deixou o torcedor tão desconfiado quanto os tropeços para a França e o Paraguai. Mas, novamente, o Brasil encontrou dificuldades para aproveitar seus bons momentos na partida. Pato segue desperdiçando oportunidades e deixa claro a necessidade de um camisa 9 de fato. André Santos deve ser sacado imediatamente do time, pois não consegue controlar o seu nariz empinado e a necessidade por enfeitar todo e qualquer lance.
Nomes à parte, está na hora de nosso time vencer jogos. Durante a Copa América, chegou a ser noticiado que até o final do ano teríamos confrontos duros de roer, contra Argentina, Espanha e Itália. Mas, pelo jeito, a CBF achou mais prudente colocar Costa Rica, Egito e Gabão no nosso caminho. Creio que – infelizmente – Mano pode cair caso os brasileiros não mostrem evolução dentro de campo e não saiam vencedores das quatro linhas, ainda mais enfrentando adversários mais frágeis. Acorda, Mano, antes que o povo sonhe com a volta do Big Phil, ou com tanta gente que partiu – num rabo de foguete.
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Tuca Veiga
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quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Mande o estresse embora dando porrada
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| Chinês chuta saco de boxe no metrô de Xangai |
Após aquele dia estressante no trabalho, queda das bolsas, crise na economia mundial, enfim chega a hora de ir embora. Você desce as escadas e está no metrô. Lá dentro, começa a "sentar a porrada". Calma, caro leitor apaixonado (ou estressado?). Tudo isso não passa de uma ação de marketing para chineses.
A Adidas escolheu as estações subterrâneas do metrô de Xangai para promover sua marca. Os pilares foram todos envoltos pelo mesmo material de sacos de boxe para que os chineses mandem o estresse embora. Pode também descontar a raiva da mulher, do marido, do chefe... Por que não implantar em São Paulo? Imaginem o Popó como garoto-propaganda.
E a reportagem em chinês é ainda mais legal:
Haja paciência
Depois de ver o Corinthians voltar a liderança (simbólica) num empate sem graça com o Santos, veio de Muricy a sensatez para analisar a derrota do Brasil contra a Alemanha.Questionado sobre o amistoso na coletiva após o clássico, o técnico santista citou a renovação da equipe alemã:
Um time jovem, cuja base joga junta há "bons" cinco anos, com final de Eurocopa perdida para a Espanha e dois terceiros lugares em Copas do Mundo, uma delas em casa.
Disse bons entre aspas porque para nós, que estivemos em três finais de Copa seguidas e dois bicampeonatos da América recentemente, não há paciência que aguente maus resultados.
Até porque, imaginem vocês, o que seria um terceiro lugar em 2014? Ninguém quer nem supor algo desse tipo.
De qualquer maneira, creio que falta um pouco de ousadia para Mano Menezes. Já que a fase é de renovação, e estamos só no início, não há por que ficar amarrado a um meio de campo com um volante marcador, outro marcador que sai pro jogo e um meia que pensa.
Os três atacantes devem ser mantidos, mas poderia haver dois articuladores. Quem não gostaria de ver Ronaldinho Gaúcho ao lado de Ganso?
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Guilherme Reis
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quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Os Deuses estão contra nós?
Outro dia ouvi de um carioca, com seu devido humor flamenguista:
O Fluminense, meus caros, está sendo punido pelos Deuses do Futebol.
Pulou da terceira divisão para a primeira e, contrariando os astros, foi campeão brasileiro no ano passado.
Os Deuses, então, decretaram: os hérois do título sofrerão a punição.
Muricy deixou o barco criticando o clube.
Emerson, autor do gol do título, cantou o Bonde do Mengão sem Freio e foi dar o ar da graça no Parque São Jorge.
Fred é perseguido por torcedores.
Deco... o Deco não fez nada e já vai se aposentar.
Após a derrota de hoje do Brasil contra a Alemanha, lembrei da resenha carioca.
Estariam os Deuses do Futebol nos punindo pelas peripércias de Ricardo Teixeira?
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Guilherme Reis
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20:44
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segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Kleber e Valdivia precisam chamar a responsabilidade
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| Mago e Gladiador não marcam gol pelo Palmeiras há 50 dias |
Vai rodada e vem rodada, a opinião sobre o time do melhor treinador do País muda. Antes do Nacional começar, o Palmeiras seria mero coadjuvante. Depois da contratação de Maikon Leite e da volta de Mago da Copa América, o Verdão já despontou como favorito. Agora, após dois empates, Felipão e seus pupilos já não têm forças para levantar o caneco e devem focar na Sul-Americana (que começa nesta semana).
Difícil fazer análises deixe jeito. Obviamente o Verde de Palestra Itália ainda não encontrou o entrosamento ideal. Além disso, Kleber e Valdivia precisam chamar mais o jogo pra si. Eles ganham os melhores salários e têm que decidir partidas. O Gladiador é um excelente atacante, briga, mostra vontade, mas, na hora do "vamo vê", não decide partidas. Já o Mago não é mais o mesmo, apesar de ter feito uma boa Copa América pelo Chile.
Assim que Kleber, Mago e Maikon Leite chegarem ao entrosamento perfeito, o Palmeiras passará a dar trabalho no Brasileiro. O único problema é que esse entrosamento não pode demorar. Pode ser tarde demais. E a torcida também não terá paciência para outros empates dentro de casa.
E não tem que jogar com time misto na Sul-Americana, não. Agora o torneio continental dá vaga na Libertadores. Esse negócio de focar só um campeonato é bobagem. Tem que jogar os dois pra ganhar. Basta olhar o que aconteceu no ano passado, quando o Palmeiras foi eliminado em pleno Pacaembu pelo Goiás (time que já estava rebaixado no Brasileirão). Só o Vasco é que deve abrir mão da Sul-Americana, já que venceu a Copa do Brasil e já tem vaga na Libertadores do ano que vem. Todos os outros devem entrar em campo com seus jogadores principais. E fim de papo!
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terça-feira, 2 de agosto de 2011
A dura realidade
Adílson Batista ganhou mais uma oportunidade de provar que é um treinador competente. Pelo menos a mim, a escolha do São Paulo surpreendeu. Há quem diga que é um comandante promissor, contudo também há quem é da opinião que ele inventa onde não deve ser inventado. O tempo dirá quem está correto. Uma questão, porém, deve estar preocupando Adílson neste início de trabalho: o setor defensivo.
Nos três jogos que disputou sob o comando de Adílson, o São Paulo levou nada mais nada menos do que sete gols. Fato de se estranhar, já que estamos falando de uma equipe que nos últimos anos conquistou tudo o que conquistou devido às grandes atuações de sua defesa.
Quem viu Lugano, Miranda, Alex Silva e Breno hoje encara a dura realidade de ter Xandão, Rodolpho (este um bom zagueiro) e alguns juniores como opção. Aí também fica bastante complicado esperar algo de Adílson Batista.
Gente muito qualificada saiu e a diretoria não repôs peças no mesmo nível. Uma fonte me disse que há alguns meses o São Paulo tenta negociar o bom zagueiro Rafael Tolói com o Goiás. Porém, o jovem defensor é tratado como um “Neymar” pelos donos do seu passe. A saída de Miranda eu posso até considerar inevitável. Todavia, Alex Silva deveria ser mantido. Perder um jogador deste quilate para um forte concorrente ao título, caso do Flamengo, é ter um duplo prejuízo. Acorda JuJuvenal!
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Unknown
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