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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Ranking da Fifa pela primeira vez mostra a realidade

Para Mano Menezes, ranking de seleções da Fifa é justo. E pra você?
Pela primeira vez na história um ranking da Fifa mostra em ordem coerente quais são as dez principais seleções do mundo.

Nas dez primeiras colocações temos:

1. Espanha 1605 pontos
2. Holanda 1571
3. Alemanha 1290
4. Uruguai 1184
5. Portugal 1158
6. Itália 1142
7. Brasil 1132
8. Inglaterra 1089
9. Croácia 1057
10. Argentina 1024

Ou você realmente acha que uma equipe com Fernandinho, do Shakhtar, na meia é capaz de ganhar de Portugal, do astro Cristiano Ronaldo?

Lembro você, leitor, que está com a pulga já entrando pra dentro do ouvido, que os portugueses aplicaram um sonoro 4 a 0 na Espanha não tem nem um ano.

E o Brasil só tomou pau diante dos grandes: perdeu pra Alemanha, Argentina e França (12ª no ranking) e empatou em casa com a Holanda.

A maior polêmica, sem dúvida, é em relação à posição da Itália. Talvez ainda estejamos melhor do que eles. Mas nada de absurdo também. Até o nosso técnico concorda.

"Vejo quatro equipes que estão à nossa frente: Holanda, Espanha, Uruguai e Alemanha. As outras duas, Portugal e Itália, estão no mesmo nível de desenvolvimento que nós, aquém das outras. Por isso, temos que ter as maiores seleções como parâmetro. Precisamos seguir para superá-las", declarou nesta quinta-feira o treinador da Seleção Brasileira, Mano Menezes.

Diagnosticado o Problema de Adílsão Batista: VCV



Sim, amigos apaixonados, não é de hoje que venho investigando o nome do mal que assombra o técnico, professor, inventor e lutador de MMA Adílson Batista. Desde os tempos em que ele dirigia o Cruzeiro que acabou finalista da Copa do Brasil, tenho conversas com um amigo Rapozo que dizia: " O Adílson é viciado em volantes". Sempre desconfiei, as passagens relâmpagos por Corinthians e Santos não me deixaram fazer uma análise mais profunda, mas agora que está no SPFC já temos o diagnóstico: VCV, Vício Compulsivo em Volantes. E é grave.

O clássico de ontem foi a gota d'água. Contra uma equipe que se propôs apenas em lutar na defesa, muitas vezes com os 10 homens atrás da linha da bola, e contragolpear se possível, Adílson, como um Judeu de Piada (sou judeu, não levem a mal), NÃO ABRE MÃO dos 4 volantes entre os 11. Começou com Wellington, Casemiro, Carlinhos PB e Cícero- Adílsão, não tente convencer o torcedor que Cícero é meia-atacante. Deslocando um pra lateral, outro pra outra, outro pra meia, e outro cabeça de área em campo, e o SP esteve com os mesmos 4 + Rodrigo Caio em campo. 50% do time feito de volantes, e o time precisando do resultado, querendo a arrancada, podendo abrir frente na liderança, pressionar o Vasco...e Rivaldo entra pra jogar 15 minutos, Marlos nem isso-pra entrar no lugar do único q busca a finalizaçao, Dagoberto. Alguém na área para fazer os gols?? Não, Henrique no banco.

A doença parece não ter tratamento se lembrarmos times dele no Cruzeiro com Henrique, Fabrício, Fabinho, Marquinhos Paraná... ou o Santos com Arouca, Adriano, Pará, Elano...uma verdadeira compulsão, que irrita a torcida, os dirigentes, mas parece que não irrita os jogadores.

E aí está o lado positivo de Adílson Batista. Ele realmente agrega os jogadores, com seu papo manso, linguagem de boleiro, cuidado com os reservas, com os jovens, com os veteranos... cada gol é comemorado com o comandante.

Mas isso não parece ser suficiente pro time arrancar nessa reta final e ser campeão. Pra isso, precisará melhorar do VCV, sacar um Carlinhos pra colocar o 9. E o 9, ninguém duvida, pode resolver e dar a alma que está faltando ao time, a segurança que está faltando para Lucas brilhar, a referência para Dagoberto se movimentar... Força Adílsão, melhore desse mal e traga luz à reta final desse baita campeonato!!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Clássico Majestoso: rivalidade entre Corinthians e São Paulo cresce a cada dia




Embora os palmeirenses façam questão de frisar, sempre que possível, que são os maiores rivais do Corinthians, é inegável que o Clássico Majestoso cresce a cada dia. Um dos motivos pode ser a ligeira queda da equipe alviverde, o outro pode ser o número maior de são-paulinos, que acabam sendo mais presentes naquela rivalidadedo dia a dia.

Depois de cair frente ao Corinthians em seguidas decisões, o Tricolor emplacou uma série de 13 jogos sem perder para o alvinegro do Parque São Jorge. Com o gol de Betão Eterno, o Corinthians quebrou o tabu e emendou uma sequência de 11 jogos sem perder para o São Paulo. Os tabus podem ter sido outro ingrediente fundamental para a rivalidade.

No entanto, a última decisão de campeonato entre as duas equipes ocorreu oito anos atrás, na final do Paulistão de 2003. De um lado Liedson, do outro Luís Fabiano. Dois camisas 9 de peso – mesmo de um lado estando o levezinho. Dois 3 a 2 para o Corinthians e a taça foi parar no Parque São Jorge. Convido todos a assistirem aos gols das partidas, mesmo os são-paulinos, que sabem que foram derrotados. O nível das partidas foi muito alto. Mais um duelo para a históriado Clássico Majestoso.

Que pasa, Carlitos?



Artilheiro da temporada 2010/2011 do Campeonato Inglês com 21 gols, braçadeira de capitão e time classificado para a Liga dos Campeões.

Motivos não faltavam para o argentino Carlos Tevez começar a temporada 2011/2012 como titular absoluto do Manchester City.

Mas, após as cinco primeiras rodadas da Premier League e a estreia na Champions, Tevez segue apenas como uma opção para o técnico italiano Roberto Mancini no banco de reservas.

“No momento há jogadores jogando melhor do que ele [Tevez] e Carlos está aqui treinando. Quando Carlos estiver bem, provavelmente ele terá uma chance de jogar”, disse o comandante do City durante a semana passada.

Mancicni tem razão.

Apesar de a última temporada ter sido muito boa para Tevez, o argentino desanimou. Disse que não estava feliz na Inglaterra e chegou até a flertar com uma possível volta ao Corinthians. Resultado: o descontentamento afetou seu futebol.

Esta temporada é importante para o City. O time está na Liga dos Campeões e não poupou dinheiro para reforçar a equipe. O posicionamento de Carlitos dentro e fora dos campos não é compatível com o momento do clube. Então nada mais justo que ele esquente o banco.


Além disso, o também argentino Sergio Aguero, que custou 35 milhões de libras ao Manchester City, está formando uma ótima dupla de ataque com o bósnio Edin Dzeko. O primeiro é o vice-artilheiro da Premier League, com 8 gols, enquanto o segundo já balançou as redes seis vezes em cinco rodadas.

Mesmo assim, Mancini não é louco. Sabe do potencial de Carlitos e conta com ele para a sequência da temporada, que está apenas no começo.

“Nós sabemos que Carlos pode marcar 20 gols em uma temporada. E se nós marcarmos muitos gols com todos nossos atacantes vai ver muito bom”, disse o italiano.

Só falta o Tevez voltar a jogar bola para que o forte ataque do Manchester City fique ainda mais poderoso.

(Clique aqui para conferir a classificação do Campeonato Inglês).

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Um grande beijo ao leitor

Beijoca. Nome sugestivo. Personagem eternizado pelo torcedor do Bahia, grande Tricolor de Aço. Há alguns dias vasculhei diversos blogs relacionados ao clube a procura de informações sobre Jobson. Encontrei muitas opiniões, mas uma comparação despertou uma atenção maior em minha leitura. Um homem (não recordo sua graça) diz que o comportamento do jovem atacante era muito parecido justamente com o do Beijoca que, apesar do nome romântico, era um verdadeiro “mau-caráter” dentro das quatro linhas. Uma definição ainda melhor: era um verdadeiro “canalha” em campo.

Os dias passaram e confesso que me esqueci quem era o tal do beijoca. Até que acompanhando uma reportagem do Esporte Fantástico, programa veiculado sábado na Rede Record, me deparei com um homem aparentemente velho e com um bigode inquestionável. Quem era? Beijoca, claro.

Me senti o mais ignorante entre os ignorantes por não conhecer tal personagem. Imagens mostram que, na arte de ser um “cafajeste” em campo, Edmundo Animal era estagiário se comparado a Beijoca.

O ídolo do torcedor baiano conta que, quando jogador, usava muitas drogas e álcool. As brigas eram o seu maior prazer. Hoje é um homem livre, sem vícios. Dá palestras a jovens que um dia sonham em vestir a camisa do Bahia. Beijoca se arrependeu do que foi um dia. Mesmo depois de velho é exemplo.

E você, torcedor do Tricolor de Aço, tem alguma história marcante para contar sobre Beijoca? Um grande beijo ao leitor.

Touchdown? Endzone?

Acredito que várias pessoas assistem futebol americano, mas não entendem muita coisa quando a partida começa. Quando eu comecei a ver, por exemplo, só torcia para ter grandes lançamentos e depois para algum jogador do outro time derrubar o cara com a bola. E confesso que também achava cansativo ficar três horas em frente à TV sendo que mais da metade do tempo a bola estava parada e passando comerciais. Sendo assim, aqui vai uma ajudinha para você não ficar entediado da próxima vez que assistir algum jogo.

Como escrevi antes, são 11 jogadores de cada lado e cada equipe tem o time de ataque, de defesa e os especialistas, quando ocorrem os chutes. O campo tem 100 jardas (91,44 metros) além de 10 jardas em cada lado onde fica endzones, a área onde os jogadores precisam chegar para pontuar. O jogo tem quatro períodos de 15 minutos, os times mudam de lado do 1º para o 2º e do 3º para o 4º, sendo que do 2º para o 3º as equipes vão para o vestiário e as televisões fazem o famoso show do intervalo. A disputa para ver quem começa com a bola é igual no futebol daqui. O juiz principal faz cara ou coroa e o time que ganhar escolhe se começa com a bola ou não. Na volta do intervalo, a bola vai para a outra equipe.

Após o chute inicial, um jogador do outro time pega a bola e corre em direção a endzone adversária até ser derrubado (tackle) por algum oponente. Em seguida entra o time de ataque, que tem quatro chances para avançar, no mínimo, 10 jardas. Caso ultrapasse a distância, ele ganha o first down

e a contagem recomeça. Assim que a bola para, os jogadores tem 40 segundos para começar uma nova jogada. Mas se ao final da terceira tentativa a equipe não conseguiu as 10 jardas, os especialistas voltam a campo para chutarem o punt (chutar a bola o mais longe possível da sua endzone) ou para tentar o field goal (chutar a bola entre as traves e ganhar três pontos). Apenas quando a distância é muito pequena ou o jogo está no fim e a equipe perdendo é que os treinadores optam por tentar cumprir as 10 jardas na quarta chance.

Agora o momento mais importante e mais falado do futebol americano, o touchdown. Para fazer um touchdown o jogador precisa colocar a bola, pelo menos, na linha da endzone ou estar com os dois pés dentro da mesma zona com total controle sobre a bola oval, mesmo que seja por menos de um segundo. Vale seis pontos. Após o touchdown os especialistas voltam a campo para chutar a bola entre as traves e conseguir um ponto extra, ou, em raras exceções, o ataque continua para tentar chegar mais uma vez à endzone e conseguir uma conversão de dois pontos, sendo que a bola está na linha de duas jardas da zona e eles terão apenas uma tentativa.

Outra forma de pontuar no futebol americano é o safety. Ele acontece quando o ataque está muito próximo da sua endzone e o jogador que está com a bola recebe o tackle dentro da sua zona. O time da defesa consegue dois pontos.

Para explicar tudo sobre o futebol americano é preciso uns 30 textos desses além de assistir várias jogadas para ver, na prática, como que é. Eu mesmo, que sou fã do esporte há cerca de 4 anos e sempre tento assistir qualquer partida que seja, não entendo algumas regras. Mas espero ter ajudado um pouco aqueles que estão começando a ver o esporte agora.

Lembre-se, escolha qualquer um dos 32 times da NFL - National Football League - para torcer, pois, assim, os 180 minutos de transmissão passarão bem mais rápidos.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

A CBF sabe o que acontece na Série C?

Terceira Divisão. Fortaleza joga para não cair. 

Em partida realizada no estádio Presidente Vargas, em Fortaleza, um absurdo! 

O Campinense, da Paraíba, vencia seu jogo, contra o Guarany do Ceará, por 1 a 0. Isso obrigava o Fortaleza, que jogava em casa, a ganhar do CRB, de Alagoas, por quatro gols de diferença. 

O CRB, com a derrota do Guarany, se garantia na próxima fase. E o Fortaleza aplicou a goleada. 

Com dois gols após os 40min da segunda etapa. Um nada sonoro 4 a 0.

E tem mais. O goleiro do CRB foi expulso após chutar uma bola no gandula. E o volante do time foi pro gol.

Fora os 29min de atraso do time do Fortaleza na volta do intervalo.

Neste vídeo, pra mim, Carlinhos Ballack, o algoz corintiano e atual camisa 10 do Fortaleza, diz para os jogadores do CRB, após o terceiro gol, que o time dele ainda precisa marcar mais um tento para se salvar do rebaixamento à Série D.

Veja e me responda: a CBF sabe o que acontece na Terceira Divisão do Campeonato Brasileiro?

O Majestoso


Eu juro que eu queria escrever sobre outra coisa, mas o Majestoso não sai da minha cabeça. Qualquer site que o leitor abra hoje, esportivo ou não, tem algum destaque para o clássico de quarta-feira.

O clássico que reúne mais espectadores no Brasil, já que são os times de segunda (Corinthians) e terceira (São Paulo) maiores torcida, ganhou o apelido de Majestoso do jornalista Thomaz Mazzoni.

Até a última rodada, o Corinthians era líder por 17 rodadas consecutivas, tomou a liderança na sexta rodada do primeiro turno, depois de massacrar o adversário de quarta-feira.

Verdade que o time contou com a ineficácia de seus adversários para se manter na ponta por tanto tempo , mas era líder. Acontece que depois de inúmeros tropeços, o alvinegro da capital perdeu para o Santos em casa, de virada, e o início de crise parece inevitável. Só que uma vitória sobre o São Paulo, fora de casa, pode encerrar de imediato essa ameaça.

O Tricolor, adversário de quarta-feira, é um time que não tem convencido todos seus torcedores, até pelas constantes oscilações dentro do campeonato, mas uma vitória, somada a uma possível estréia de Luis Fabiano pode ser o combustível necessário para o clube do Morumbi tentar seu quarto título em seis anos.

Se o momento no campeonato é outro e o Corinthians vem de uma série de insucessos, com muitos de seus jogadores não correspondendo dentro de campo, o São Paulo precisará ganhar em casa, o que tem sido uma tarefa árdua para o time.

Nesse clima de decisão com um misto de desconfiança, São Paulo e Corinthians entram em campo para mais uma vez realizar o clássico apelidado de Majestoso, sem dúvida o principal jogo da rodada.
Números:

Partidas: 308 (de 25 de maio de 1930 até 26 de junho de 2011)

Vitórias do São Paulo: 98

Vitórias do Corinthians: 114

Empates: 96

Gols do São Paulo: 430

Gols do Corinthians: 449

Grande notícia (!)

Por Felipe Pugliese

Salários absurdos, contratos fora da realidade do país e profissionais cada vez mais alienados ao universo paralelo que o mundo da bola proporciona. Este é o cenário do futebol atual. Aí, há alguns meses, vem Ronaldo Fenômeno e diz que mais de 90% da classe de jogadores de futebol no Brasil ganha menos de um salário mínimo por mês. Será?


Não tenho estes dados e não me interesso em pesquisá-los, pelo menos neste momento. O que quero discutir é uma notícia que li sobre a Federação Paulista de futebol que, acreditem, fiquei extremamente contente: “FPF vai tirar pontos de clubes que atrasarem salários em 2012” Que notícia meu amigo leitor, que notícia (!).


No momento em que vemos atletas brigando pelos seus direitos e até paralisando campeonatos no exterior, vem esta iniciativa em prol dos jogadores. Tudo isso conquistado pelo Sindicato dos Atletas de SP, presidido por Reinaldo Martorelli.


Sabemos que clubes do interior de São Paulo montam times de aluguel para a disputa do Paulistão e, mesmo não dando estabilidade ao profissional, ainda deixam de honrar seus compromissos não pagando em dia o funcionário.


Grande atitude da FPF. Não tenho dúvidas que o cenário de atrasos salariais, pelo menos em São Paulo, será diferente em 2012.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Hora da Verdade para Dagoberto!

É chegada a hora da verdade para Dagoberto. Em casode renovação, se firma como ídolo da torcida tricolor e vai buscar um número de jogos superior a 400, coisa raríssima hoje em dia. Se sair, sem render nada ao clube onde esteve por cinco anos, deve virar vilão, lembrado mais pelos momentos ruins do que pelos bons.

Em algumas semanas, Dagoberto estará a seis meses do fim de seu contrato de cinco anos, firmado em abril de 2007, após longa batalha judicial com o Atlético-PR. Isso significa que poderá firmar um contrato com qualquer equipe do mundo, sem que o São Paulo receba nada em troca. Momento delicadíssimo, a ser tratado com muita frieza por todas as partes envolvidas: empresário, atleta, diretoria. Da torcida é mais complicado exigir isso...

Dagol vive seu grande momento no clube. E não é de agora. Vem sendo decisivo nos clássicos, basta perguntar a qualquer torcedor rival quem é o jogador mais temido do SPFC. A resposta não é Lucas, tão ausente ultimamente. Vinte gols na temporada, artilheiro absoluto. A indisciplina faz parte do passado, até líder do elenco ele virou, desde a Era Carpegiani.

Mas este mesmo passado ainda reflete...jogos ruins em momentos importantes, como as semifinais da Libertadores, contra o Inter. Foi empurrado pra fora por membros da diretoria. Metalist da Ucrânia seria o destino, ou seja, a primeira proposta que aparecesse. Dagoberto bateu o pé. Ficou, quis cumprir contrato. disse que só sairia pela porta da frente...

Fica a pergunta: que jogador cumpre contratos longos no Brasil hoje em dia? Rogerio Ceni? Marcos? Novidade...Dagoberto cumpriu. E pra ficar, quer uma valorização. Justa. Chegou ao São Paulo como promessa, quase um menino mimado. Hoje é líder, artilheiro, temido pelos rivais. E merecia uma chance na (xôxa) Seleça Nacional que vai a Belém! Nem que fosse pra entrar e mudar um jogo, como o da última quarta feira, salvo pela Carretaça de Leandro Damião.

Novela imprevisível! Aguardemos os próximos capítulos...
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